Capitulo: Part 4

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  Os dias estavam se passando, ficava vendo os relatórios sobre o corpo encontrado, tentava encontrar alguma outra coisa que indicar-se como é o caráter do assassino, mas todos os esforços que eu fazia o resultado era sempre o mesmo não encontrava nada. 

   Ainda tinha que esperar os pais ou amigos, de alguém der como sumiço da vítima, uma coisa que não gosto de fazer é confiar inteiramente nisso, sei que foi isso que disse para o meu parceiro, mas não gosto muito de confiar nisso. Os dias estavam se passando, e estávamos procurando pelo menos por todas as vítimas, que tinham sido loiras, cada desaparecida, nós coletamos o DNA, através do cabelo, deixado nas escovas, estávamos fazendo isso com todas. Finalmente conseguirmos encontrar ela, agora finalmente sei o nome da vítima, o nome dela é Roberta Claudia, finalmente conseguirmos colocar um rosto, naquele que você tirou seu desgraçado, agora vamos lá.

   Fui com o Paulo no carro, estávamos dirigindo para dizer para a família da Claudia é péssima noticia, estávamos indo em direção na casa dela, até que me lembrei de uma coisa. – Paulo. – O que foi? - Se lembrar de que vai ser o mesmo esquema, você fala com os pais da vitima e eu procuro algum tipo de pista.

   – Você se importa se eu perguntar uma coisa? 

   - O que você quer saber?

   - Por que você nunca quer falar com os parentes das vítimas.

   – Por causa de toda a emoção que é envolvida.

   – Então você quer fugir das emoções?

   – Nunca fui muito bom em lidar com a dor dos outros. 

   – Você se importa pelo menos com as vitimas. 

   – Você soube da historia do meu irmão? 

  - O que ele tem haver com isso?

   - Tudo, então você ouviu? 

   - Sim, é verdade que o seu irmão, era um assassino em série? 

   - Sim, é verdade.

   – Ual, que barra! 

   - Se você ouviu uma coisa, você deve ter ouvido sobre a outra. 

   – É eu ouvi. 

   – Você quer perguntar se é verdade?! 

   - Na verdade estava sempre evitando fazer esse tipo de pergunta.

   – Por que tem evitado?

   - Bem para falar a verdade, na primeira vez que formos apresentados, você não me pareceu de ser uma pessoa do tipo que socializa com os outros.

   – Para falar a verdade, você não estava totalmente errado. 

   – É verdade que você não tinha nenhum amigo?

   - Exato. 

   – Por que você era assim?

   - Isso envolve o caso do meu irmão, então você quer fazer a pergunta? 

   - Sim - Manda a pergunta.  – Você matou o seu irmão? 

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