EPÍLOGO

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EPÍLOGO - COMO CONTOS DE FADAS

Alguns meses depois...

Emma

- Garrett, por favor, passe o senhor Fitzgerald para sexta-feira, encaixe o senhor Hunter na próxima semana e busque aquelas planilhas que pedi ao Jeff no departamento pessoal... – seguro o celular com uma só mão, enquanto me equilibro entre carregar minha bolsa e ver os compromissos que tenho marcados em minha agenda. – E... Hmm... – tento entender o que escrevi.

Minha letra está horrível, um completo garrancho e assim não consigo entender absolutamente nada. Deveria ter deixado Mina escrever para mim, como ela havia aconselhado tantas vezes.

- Desmarque tudo que tenho pra essa semana. – informo a Mina. – Acabamos de chegar em Londres e ficaremos aqui por algum tempo.

- Ok... – ouço-a digitando algo em seu computador – Pronto, está feito. – diz alegre. – E não se esqueça da sua reunião com Anna, ela quer saber mais informações sobre o seu evento beneficente no final do mês.

- Ah! – exclamo. – Obrigada, Mina. Vou ligar pra ela quando voltar. – anoto em meu celular para lembrar-me depois.

- E você também não se esqueça da nossa confraternização na sexta, não adianta fugir. Estamos ansiosas pra conhecer o seu novo namorado e prontas pra beber! – revelo animada.

- Oh, claro... – fala envergonhada, mas posso ouvir sua risada baixa. - Está marcado!

- Ótimo! Então até lá, querida. – desligo rapidamente e entrego minha agenda a Bea para procurar agora minha carteira.

- Nossa... – exalta maravilhada. – Acho que nunca vou me acostumar com isso. – brinca Bea, enquanto luta com uma das rodinhas de suas próprias malas.

- Droga de mala! – xinga aborrecida.

Até agora não entendo porque ela precisou levar tanta coisa. Estamos viajando há apenas oito dias, contudo olhando para suas malas parecia que estávamos fazendo uma viagem de mudança definitiva.

- Acostumar com o que? – pergunto distraída depois de finalmente achar minha carteira e agora procurando um táxi.

- Com você assim toda CEO fodona! Você é minha diva máster, amiga. – sorri orgulhosa.

- Ah, para de ser boba, Bea. - acabo sorrindo envergonhada – Já eu me acostumei muito bem, os espanhóis que o digam! – brinco lembrando-me da reunião que tivemos há dois dias.

- Ah, nem me fale! – suspira nostálgica. - Agradeço por ter me chamado para essa viagem, porque nunca vi tanto executivo gato por metro quadrado, senhor! A gente devia fazer isso mais vezes. – dá uma piscadinha assanhada.

- Estamos viajando á trabalho, Bea. Trouxe você porque é uma excelente profissional, então para de ser tarada! – repreendo. - Eu vi muito bem quando você passou seu telefone ao cliente na nossa última reunião... – olho para ela de canto de olho, fingindo estar irritada.

- Ah, pelo amor de Deus! – bufa alto. – Você deu uma olhada naquele deus grego? Nem vem! Ele precisava do meu telefone. – revela animada. – E nós precisamos ir lá mais vezes!

- Com certeza. – dou risada, achando engraçado seu grande entusiasmo.

Não a culpo por namorar nossos clientes, afinal era quase impossível eles não caírem de joelhos por ela. Com sua boca perfeitamente desenhada e seus lindos olhos castanho escuro, Bea conquistava qualquer um que a conhecesse. Isso sem contar suas belas e volumosas curvas, que seduzem os homens á raios de distancia.

Sempre sua Luce  (COMPLETO)Leia esta história GRATUITAMENTE!