Capítulo 74

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Sem conseguir processar direito o que Micael havia acabado de falar, sem motivos minhas mãos começam a soar. Que merda já bastou a gente ter dado um fim nos assuntos, agora novamente tem que se incomodar. Eu não podia deixar Emma, tudo que havia acontecido e em relação ao pai dela. Ela podia ficar aborrecida, eu não queria isso certamente.

Pego meu celular, procurando o nome daquele velho. Apertei o maxilar enquanto chamava.

- Alo ? - sua voz irritante me deixa desnorteado.

- Se você tocar um dedo na Karen - rolo meus olhos, ao imaginar isso. - Eu juro que te mato.

- McVay pare de me tratar assim, apenas quero negociar. De fato você já sabia disso. - Pigarreia. - Fiquei muito aborrecido quando soube que deixassem levar, Vivian e minha esposa.

- Ex esposa - corrijo.

- Não vem ao caso, apenas quero elas de volta - ele ri. - Ou vou pegar um por um, de que for especial para você.

Emma veio em minha mente, Savannah também. Elas estavam sendo meu mundo.

- O que você quer? - Eu pergunto ríspido.

- No momento quero elas de volta, cada semana que se passar terá um nome a mais na minha lista de pessoas Matthew. Incluindo aquela empregada barata. - Desliga.

Queria xinga-lo, cerrei os punhos ao lembrar de que fui um idiota ajudando elas. Mas elas realmente não mereciam ficar lá dentro com aquele homem. Elas estavam sofrendo maltrato, isso me deixado doido: pensei em minha mãe e em Gabriella, obviamente eu não iria gostar que fizessem isso com elas.

Não adianta o quanto eu tentasse protege-las, eu sempre estaria colocando elas em perigo. Eu não podia deixar isso acontecer. Se Emmanuela soubesse, não iria ficaria nada contente. Se Willians chegasse perto delas, eu ficaria louca. Coisa que não poderia acontecer, pois aquele homem era repugnante. Senti meus olhos lacrimejarem ao lembrar de tudo que elas já passaram.

Dirijo rapidamente para a universidade de Emma, eu precisava inventar alguma desculpa para poder ficar alguns dias fora. Eu .. merda.

- Ei Matthew - Luke aparece ao lado da minha janela quando estaciona.

- Fala para não interromper meu momento com Emma - digo acendendo um cigarro.

- Obrigada por cuidar dela - ele da de ombros antes de seguir caminho.

Fico observando enquanto ela andar em direção ao carro, toda cuidadosa aonde pisa. Seus olhos não saiam do chão, mas percebo quando ela suspira. Estava desapontada com alguma coisa.

- Oi pequena - sorrio. Ela se inclina, encosta seus lábios nos meus fazendo-me sentir tão bem.

- Vamos para casa? - ela pergunta encolhendo os ombros, enquanto coloca o sinto.

Eu deveria falar sobre Karen? Esperaria o momento certo para isso, talvez depois de uma foda bem dada. Sorrio ao imaginar.

- Que sorriso maligno foi esse? - ela pergunta enquanto passa a mão na minha coxa.

Rapidamente fico excitado, logo ela estreita os olhos focando no volume do meus jeans. Inspiro enquanto trago o cigarro aos lábios.

***

Emma

Matt estava exilando sexo, isso absolutamente não era ruim. O jeito que ele olhava-me e prestava atenção na estrada era nitidamente provocante. Ao entrar no apartamento jogo minha bolsa, no canto enquanto caminho até Matt para beija-lo. Era um vício, bom. Suas mãos apertaram minha cintura, de modo que eu grunhi-se. Envolvo minhas pernas em volta de sua cintura, pois elas já estavam tremulas. Ele agarra minha bunda e empurra-me contra a parede. Seus lábios vão até meus pescoço, e meu corpo corresponde naturalmente. Borboletas surgem em meu estomago, enquanto meus pelos ficam ligeiramente arrepiados.

- Mas que porra Emma, você é tão boa - ele sussurra, o cheiro de menta que invade minhas narinas, mostram o quanto ele é sedutor. Seu cheiro impregnava a qualquer lugar, provavelmente quando saíssemos dali, o cheiro ficaria assim por mais algumas horas. Ele força mais sua pélvis contra a minha, quando se afasta eu gemo de frustração. Ele tira minha camisa enquanto, tiro a dele. Eu havia chutado meus sapatos para longe, ele faz o mesmo.


Quando estávamos apenas nus, ele me leva até o sofá. Ficando de joelhos a minha frente, ele volta a me beijar deixando meu corpo relaxado e excitado. Seus lábios descem até meus seios. Com uma mão ele aperta um bico, e a outra está afagando minha cintura. O jeito que ele aperta, me deixa desconectada do mundo, é demasiadamente bom sentir-me assim.

- Matt por favor - imploro, enquanto ele deposita chupões na parte de dentro da minha coxa.


Matthew sabia como fazer, ele era simplesmente magnifico no quesito sexo. Obviamente ele tinha mais qualidades, que no momento não vinha-me para lembrar. Ele tinha uma língua habilidosa, que eu nunca mais iria querer ter longe de mim. Isso poderia ser possessivo, mas não me dava ao luxo de ficar sem. Matt introduziu um dedo em mim, fazendo-me contorcer de tanta vontade de te-lo em mim.


Fui ao limite, quando sua mão e língua tiveram uma perfeita sintonia.

Logo depois Matt me vira bruscamente e apoio meus braços no sofá. Ele introduz seu membro, que estava duro suficiente para me dar prazer além da conta. Então nossa noite, apenas começa.

Querida BabáOnde as histórias ganham vida. Descobre agora