Capítulo 30

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AVISO INICIAL

Leitores com menos de 18 anos... de novo, cena de sexo explícito *aquela carinha*


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Quando estávamos no carro, quis atiçar um pouquinho mais o Ricardo. Peguei o bendito chantilly que estava em cima da cesta, no banco de trás do carro, coloquei o creme no meu dedo indicador e comecei a chupá-lo.

- O que você está fazendo? – Ricardo me perguntou sem tirar o olho da avenida, mas eu senti sua tensão.

- Tô chupando... – tentei falar com uma voz sedutora, mas saiu uma voz de risada. 

- Você vai gastar esse chantilly só com você? – nisso o sinal fechou fazendo com que ele largasse a direção e pegasse a minha mão e o chantilly. – E eu? – ele colocou mais chantilly no meu dedo e chupou, sem tirar os olhos dos meus.

- Meu deus... Ricardo... – e continuou com o meu dedo na sua boca, me deixando embasbacada com um olhar penetrante.

- Na próxima vez me chama pra festa. – ele me beijou na boca e depois voltou para a direção e acelerou. Era bom ele acelerar mesmo, porque a minha vontade de tirar a roupa dele ali mesmo estava num nível irreal.

***

Chegamos ao condomínio, onde ele morava próximo ao Parque do Ibirapuera. Fiquei encantada com o bairro porque era cheio de casas de estilo da realeza então por alguns minutos esqueci o Ricardo e só fiquei observando as casas.

- Perdi sua atenção pra casas da alta elite? – Ricardo estava diminuindo a velocidade do carro para entrar na garagem do seu condomínio.

- Não posso brincar com você dirigindo, então preferir ficar quietinha vendo as casas que nunca terei.

- Brincar? Como? – ele me olhou rapidamente com uma cara de segundas intenções.

- Brincar... Passar a mão em você, te chupar de novo, subir no seu colo...

- Minha nossa, Clara. – Ricardo riu baixo.

Com o carro estacionado saímos da garagem de mãos dadas, enquanto na outra mão o Ricardo levava a cesta do piquenique. Pegamos o elevador.

- Clara... – ele colocou a mão livre entre a minha cintura e me puxou pra mais perto.

- Sim? – nossas bocas estavam quase coladas, eu senti a respiração dele em mim.

- Você é maravilhosa. – o elogio me pegou de surpresa e grudei a minha boca na dele. Ele soltou a cesta no chão do elevador e me pegou com jeito e depois começou a beijar meu pescoço.

- Calma amor, estamos num elevador. – me separei um pouco dele e ri da cara dele enquanto ele me beijava no rosto todo. E finalmente o décimo andar tinha chegado.

- Seja bem vinda ao meu humilde apartamento. – no 'humilde' ele fez uma cara de superior dando uma risada depois.

- Bem humilde hein. – entramos no apartamento que tinha uma sala num tom pastel, com uma mesa de centro feita de madeira clara com a tampa de vidro, um balcão largo que dava para a cozinha e em cima desse balcão havia uma prateleira de bar, cheia de bebidas das mais variáveis. O que me chamou mais atenção foi o puta sofá da sala de frente com uma televisão de infinitas polegadas.

- A sala é o lugar que mais passo meu tempo, por isso esse exagero no sofá e na televisão, quando tô de folga só fico assistindo seriado no Netflix.

- Não sabia que você tinha tempo pra isso... Ou melhor, nem sabia que você era do tipo que assiste seriado loucamente.

- Eu faço outras coisas loucamente, mas seriados podem ser incluídos nessa lista. – ele abriu um sorriso maroto pra mim.

Com a bola toda - em revisãoOnde as histórias ganham vida. Descobre agora