Eu me diverti tanto com aquela garota. Ela era muito engraçada.

- E você não sabe o que aconteceu

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- E você não sabe o que aconteceu... Depois eu caí na piscina de roupa e tudo, aí a minha tia avó reclamou que aquela roupa colada tava mostrando os meus peitos e aí, eu comecei a rir feito louca... Eu tava bêbada, qual é!?


Eu continuei rindo feito um retardado, e depois rapidamente olhei meu relógio. 23:58. Estava tarde. Precisava ir embora, ainda que eu não quisesse.

- Bem, a conversa está ótima, mas eu realmente tenho que ir, gatinha. Está tarde..

- Jura? Ah, que pena... Estava tão bom... Eu.. adorei essa noite, sabia? - ela se aproximou mais, e sorriu pra mim. Hum.. essa garota, além de ser uma gata, tinha cheiro de perigo na certa.. as vezes gostava de brincar um pouco, embora poucas vezes ousei brincar com o perigo.

- Sim, gata. Mas quem sabe a gente não se cruza novamente por aí, Hum? Essa cidade não é tão grande quanto a gente imagina... - Falei, me levantando, já.

- Tudo bem. Então, que tal uma próxima saída, Hum? - Ela se levantou, também, ajeitando sua saia. - Por favor, prometa que vai pensar com carinho... Aqui ó - Ela me entregou um pedaço de papel, onde estava escrito alguns números. - Esse é o meu número, gato. Caso queira aproveitar uma noite em Londres.. pode me procurar. Será um prazer..

Opa.. será que só fui eu que achei aquela garota atrevidinha demais? E.. eu não tinha pensado dessa maneira... Gosto de garotas ousadas...

Peguei o papel de suas mãos, e sorri.

- Tenho que ir, agora. Qualquer dia a gente se vê, gatinha. - pisquei, já em pé e dei um beijo em sua bochecha.

- Espero que seja o mais rápido possível...

Eu sorri. Também esperava que sim.

Deixei duas notas de vinte libras na mesa e dei um tchauzinho pra ela.

Assim que me vi fora do bar, peguei o celular do bolso, e fui salvando o número da garota, lá. Eu com certeza iria querer outra saída assim...

Cheguei no apê que eu estava morando provisoriamente, entrei e passei a chave, tirando a camisa e a calça, deixando-as espalhadas pelo chão da sala e indo para o banheiro.

Deixei a água cair pelo meu corpo, enquanto minha mente parecia estar em um turbilhão de emoções ao mesmo tempo.

Ao mesmo tempo, em que sorria pela minha noite fantástica ao lado daquela garota quase desconhecida pra mim, pensei em Lauren. Pensei no quanto eu a amava.

No quanto eu daria tudo para estar com ela agora... Mas não, tinha que aparecer aquele cabelo de ninho de passarinho no meu caminho... Aquele metido a famoso... Só de pensar nos dois juntos, um sentimento estranho me invade.

Falando em sentimentos estranhos, ainda não consigo entender de onde a Kate conhece a Lauren... Que eu saiba a Lálá tem poucos amigos por aqui.. e ela nunca me comentou a respeito dessa, especificamente.

Bem, eu sabia que aquilo era estranho. Mas assim que eu encontrasse a Lauren eu a questionaria.

Logo depois de comer uma fatia de bolo de chocolate, escovei os dentes e fui dormir. Mas não tinha conseguido. Porque os olhos escuros daquela garota misteriosa estava rondando minha cabeça... E eu não queria que isso acontecesse porque minha cabeça só tinha espaço para uma pessoa só. Para Lauren.

Kate ♥

Que Droga! Eu deveria tê-lo segurado por mais tempo arrancado mais coisas dele sobre a piranha...

Mas não, ele tinha que ser tão gostoso e tão gato com aqueles olhos azuis da cor do mar? Só de pensar chega dá um calorzinho embaixo do... Puta que pariu, KATHERINE! FOCO! Tudo bem, eu só queria reaver o meu ex, era direito meu, não era? Mas isso não me impediria de me divertir um pouco com o amigo da baranga...

Afinal, ele era um filho da mãe gato e gostoso...


- Kate? Não acha que está tarde demais para ficar sentada aqui não, menina? O Matt já foi embora faz algum tempo, e daqui a pouco vamos fechar... - Bob fez questão de me lembrar. Como se precisasse. Eu era a frequentadora mais assídua daquele lugar. Claro que sabia que estavam prestes a fechar. Eram mais de uma da manhã.

- Tá, tá, eu já tô indo. - levantei do meu banco, e deixei uma nota de vinte embaixo do copo de cerveja.

Logo em seguida fui pra casa. Assim que cheguei na frente da porta, tirei os sapatos, e peguei a chave que estava no meu bolso. Afinal, meus lindos pais achavam que eu estava dormindo, e precisei da ajuda de Caique para poder dar uma fugidinha.

Enfim destranquei a porta, e entrei. Mergulhando no breu escuro, pegando o celular bolso e me guiando até o pé da escada.

Quando estava quase lá... Bati o pé na porra da mesinha que alguém tinha deixado propositalmente perto do caminho da porta até a escada.

Xinguei mil palavrões ao mesmo tempo e rapidamente, tão rápido quanto uma explosão de tiros de uma metralhadora.

Subi, segurando meus sapatos em uma mão e o celular em outra, de forma que eu pudesse enxergar os degraus e não bater meus lindos pés novamente. Porque se isso acontecesse eu ia xingar até o cachorro do vizinho, se fosse preciso.

E Então.. lá estava a porta do meu quarto... Andei mais um pouco e entrei, passando a chave. Só percebi que estava sem respirar, quando dei um suspiro longo, escorregando as costas pela porta de madeira e caindo de bunda no chão.

Demorei um pouco a me levantar, já desbloqueando o celular e não vendo nenhuma mensagem ou ligação do meu espião, resolvi me trocar e deitar na cama.

Daquela vez, quem iria agir seria eu. E um certo loirinho delícia iria me ajudar. Só precisava saber, como.

Foi curtinho, mas tá aí!!

Votem, comentem hahaha

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