Capítulo 59

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Sua língua movimentava-se em perfeita sintonia com a minha. Ele colocou o joelho em cima do seu banco, ficando inclinado para mim.
Sua mãos, percorrerão meu corpo, acompanhando minhas linhas. Sua língua foi para meu pescoço, sugando devagar.

- A pequena senti tanta falta disso - foi o que ele me disse, antes de atacar minha boca novamente. Eu não falava nada, nem me mexia. Eu só queria aproveitar esse breve momento antes de meu consciente agir.

- Eu sei que você gosta disso - ele volta a beijar, sua mão vai e vem nas minhas coxas, deixando-me sem ar.

- Você quer um tempo né? - ele continua falando entre os beijos, usando sua mão para me afetar.

- Então, porque não combinamos o seguinte, deixa eu te mostrar o que estás perdendo e depois você decide.

- Matt, eu não posso fazer isso - digo, obrigando-me a parar.

- Então, se não vai fazer por bem, vou fazer por mal - ele liga o carro, acelerando, de um jeito louco.

- MATTHEW PARA, NÓS VAMOS BATER.

- CALMA, EU JA TIVE MUITA CALMA E SINCERAMENTE EU NÃO SOU BOM NISSO.

- Por favor - sussurro, mas ele não me dá ouvidos. Minutos depois, reconheço seu apartamento.

- Matt, isso não estava combinado -digo enquanto tento abrir a porta do carro.

- Mudanças de planos Baby - aquele sorriso, estava presente de novo, eu estava com medo e curiosa ao mesmo tempo. Mas ele estava prestes á violar o trato.

Ele sai do carro, abrindo minha porta, com verosidade agarrando-me pela cintura e pendura em seu ombro.
Enquanto caminha pelas escadas de funcionários, tento gritar mas não adianta, começo á bater em suas costas mas então ele morde minha bunda.

- SEU IDIOTA! ISSO É ESTRUPO SABIA?! - Grito.

- Seria estrupo, se você não quisesse isso.

Ao chegar em seu andar, ele abre sua porta com facilidade, colocá-me no chão. Tento escapar, mas ele me empurra para o sofá.

Ele tranca a porta, logo coloca a chave dentro de sua calça, sorri para mim, enquanto liga as luzes.

- Você quer ir embora, precisa de uma chave.

- Então Matt, é sexo que você quer? - pergunto, erguendo a sobrancelha.

- Quero fazer amor.

Caminho até ele pulando em seu colo, eu não iria negar, talvez uma última vez seria bom. Agarro suas costas, arranhando, deixando minha marca. Ele reclama, não me importo, arranho, sem piedade.

Seus lábios que já haviam me tomado, sincronizava em perfeitos movimentos, como sempre.
Suas mãos, estavam agarradas em minha bunda, ele caminha até o outro lado da parede, batendo contra minhas costas.

Meus lábios passam pelo seu pescoço, até sua nuca, ele se arrepiava ficando frágil a mim. Suas mãos, apertam minha bunda, fazendo-me ficar extremamente excitada.

Seus lábios vão até meu decote, passando sua língua sobre o colo do meu peito, deixo minha cabeça cair para trás.

Ele anda até a bancada da cozinha, colocando-me em cima, com pressa ele retira sua camisa por cima dos ombros, logo chuta seus jeans para longe com facilidade.

- Que corpo.. - deixo escapar enquanto, livro me de minha regata, ele puxa minha calça deixando-me de lingerie a sua frente.

- Nossos corpos foram feitos um para o outro - ele fala antes de tirar, meu sutiã.

Ele derruba alguns pratos da bancada, fazendo cair no chão e quebrar.

- Deita - ele manda, obdesso, deitando na bancada. Ele morde os lábios, quando sua mão passa pela minha barriga. Por um breve momento ele apaga as luzes, logo volta para mim. Uma janela estava iluminando o ambiente, com as estrelas. Ele beija meu braço, descendo até meus peitos, ele morde e aperta com suas mãos, com cuidado para não machucar. Enquanto suga, sua outra mão, vai até minha calcinha que ja estava húmida.
Ele geme, ao sentir o líquido lubrificante.

Sua boca, volta para minha enquanto ele me estimula. Eu arqueio as costas, sentindo o prazer intenso proporcionado por seus dedos.

Logo suas mãos separam meus joelhos, tirando com facilidade minha calcinha, ele morde minha virilha, enquanto eu mesma apertava meus seios. Sua respiração, estava quente entre minhas pernas, deixando-me anciada pelo seu toque. Com calma, sua boca vai traçando uma linhas de beijos até aonde queria. Sua língua toca-me de um jeito marcante e excitante. Ele estimula com sua mão, fico extasiada.

Logo volta seus lábios para meu peito, quero mais que isso.

- Matt por favor.

- Calma pequena - ele diz, enquanto volta seus lábios para baixo. Então percebo que ele está se estimulando também.

Sem obedecer, sento na bancada, ele fica na minha frente começo a beija-lo, com verosidade. Levo minha mão direita até seu pau, para estimula-lo.

Tento ser o mais hábil possível, ele joga sua cabeça para trás, com a outra mão levo até seu testículos começando a afaga-los.

- Foda-se - ele grunhi.

Ele me puxa e me joga em cima do sofá, deixando me apoiada na parte do encosto, de joelhos. Me agarra, encaixando-se em mim. Grito de prazer, quando ele monvimenta-se rápido. Sua rigidez em mim, provoca-me sensações prazerosas.

Continua..

Querida BabáOnde as histórias ganham vida. Descobre agora