PRÓLOGO

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Boa tarde people,
Como já havia avisado, hoje iniciamos as "re-postagens" dos capítulos de Doce Reencontro e não se esqueçam que segunda-feira dia 10/09/2018 começam os capítulos inéditos . 😍

Não esqueçam de votar e comentar, pois isso me ajuda muito e faz com que o livro fique mais conhecido na plataforma. #Thanks 😘

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#semrevisão

PRÓLOGO

Shall I stay?
Would it be a sin
If I can't help
Falling in love with you?

Like a river flows
Surely to the sea
Darling, so it goes
Some things are meant to be.

(Can't Help Falling In Love - Elvis Presley)

Esperança - Minas Gerais. 

25 Anos atrás... 

Cecília.

Olhava para ele sem entender o que se passava. Seu olhar cálido e gentil mostrava-me o quanto ele me amava, mas suas lágrimas não derramadas não me davam qualquer dica do que em seu coração escondia. 

Beijou calmamente minha testa, meus olhos e por fim minha boca. Um beijo que começou calmo tornou-se voraz. Consumidor. Um beijo que exigia tudo de mim e que dava tudo que tinha. Fechei meus olhos e senti suas mãos passearem pelo meu corpo. Sua boca abandonou a minha e passou a deixar beijos por todo meu rosto e pescoço.  

 - Se quiser que eu pare basta  falar, minha Ceci. - Chegando a minha orelha ele sussurrou.  

Não sabia direito o que estava sentindo, mas o que eu não queria era que ele parasse. 

Em resposta elevei minhas mãos para a sua nuca e o beijei. Senti sua masculinidade em minha barriga. Nunca tínhamos chegado a esse ponto, mas eu sabia muito bem o que aquilo significava.  

- Eu estou pronta, Nando. Quero que seja com você. - Respirei fundo e falei as 3 palavras que a tanto tempo desejava falar. - Eu te amo, Nando!  

Ele me olhou e sorriu. Um sorriso novo e cheio de significados. Seus olhos brilhavam e as lágrimas que antes não caiam agora desciam livremente por sua linda face. Acariciou meu rosto e olhando em meus olhos respondeu. 

- Eu te amo, minha Ceci. Amo mais que tudo nessa vida. - A essa altura meu rosto também já estava banhado por minhas lágrimas. 

Lágrimas de medo e de felicidade. Medo, porque em meu coração eu sentia que depois de hoje tudo seria diferente e lágrimas de felicidade, porque finalmente eu tinha tido coragem de admitir o que sentia.  

Nando secou minha face e segurando em minhas mãos nos levou em direção as almofadas que tínhamos em nossa casa da árvore. O castelo que construímos juntos. 

Sempre olhando em meus olhos como se não fosse tão inexperiente quanto eu, me deitou de costa sobre as almofadas e recomeçou o ataque de beijos.   

- Se quiser que eu pare basta falar, minha Ceci. - Repetiu a pergunta que fez anteriormente.  

Fui incapaz de responder qualquer coisa. Seus beijos me deixavam em êxtase.  Impulsionei meu corpo que fosse mais de encontro ao seu, torcendo para que estivesse fazendo o que os casais fazem quando estão prestes a fazer amor.

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