Miami

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Adivinha quem voltou cedo? Isso mesmo, eu, como vocês pediramz eu não demorei, e nem pretendo. Gente, estou feliz e bastante agradecida, pois essa é minha primeira fanfic e já fora bem aceita em seu primeiro dia. E tudo isso graças a vocês. Agora sem mais delongas, e aproveitem mais um capítulo quentinho semi saído do forno kkkkk. Mais uma vez, Gratidão. <

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Na chegada ao aeroporto, Michael devolveu o carro que alugara para ida até a casa de Clara buscar a garota que conhecia recentemente como sua filha, pois havia imaginado que ao se mudar, ela teria várias coisas além de uma simples bagagem, e seria difícil carregá-las em um táxi. Após devolver o veículo na locadora de carros que localizava-se dentro do próprio aeroporto, o homem direcionou-se, junto a hispânica, até o balcão de embarque, apresentaram todos os seus documentos de identificação, mais os bilhetes das passagens. Como Mike sempre costumava ser adiantado, assim facilitava a vida de qualquer atendente. Após feito o check-in e entregue as malas, ambos procuraram o salão de embarque, e obrigatoriamente passaram pelo detector de metais, ao ver que não havia nenhum problema, foi permitida a entrada dos dois para o portão de embarque aonde esperariam o avião durante meia hora.

Em absoluto, Michael já escutara a história de que a primeira impressão é aquela que permanece, cuidadosamente zelava pela própria imagem para não fazer papel de pessoa fria, sem sentimentos que não se importava com o próximo, não era uma tarefa nada fácil agir com naturalidade quando se descobre que tem uma filha do dia para noite, era necessário um tempo de adaptação, além de muita informação conjunta, não havia ainda se acostumado com isso, e acreditava que a garota ao seu lado, completamente silenciosa, também não. Clima desconfortável de vinte minutos em que o avião estava sobre o céu, Michael arriscou terminá-lo puxando algum assunto, mas foi sem sucesso, a menina respondera de forma educada, porém limitada e continuou olhando para o céu azulado, através do vidro transparente, observando a paisagem que parecia tão pequena. Voar no céu dentro de um avião era algo novo para Lauren, porém nenhuma sensação de medo tomava conta de seu ser, parecia ser consequência de suas experiências da vida que não permitia mais temer.

(...)

Após descerem as escadas do avião e pegaram as malas, Michael e Lauren caminharam até ao aeroporto e avistaram um senhor, com cabelos grisalhos e calvos, olhos da cor de mel, vestindo um terno bem engomado.

-Bem vindo de volta, Senhor Michael. - O motorista o cumprimentou. - Essa é a menina? - Mike assentiu a cabeça em confirmação.

-Carl essa é a Lauren, e Lauren, esse é o Carl, meu motorista. - Apresentou um ao outro, e educadamente o senhor estendeu a mão e disse o quanto era um prazer conhecê-la, a garota o retribuiu apertando a mão coberta por um luva branca.

Ambos entraram no carro, era um modelo mais luxuoso e espaçoso do que o anterior.

Há poucos minutos que conhecera a filha percebera a conduta tímida e fechada dela, mesmo a entendendo não desistiu, tentou mais uma vez puxar um assunto da garota que no momento enxergava as ruas de Miami através da janela semi aberta. Dessa vez ganhara os olhos atenciosos de Lauren, talvez fosse um bom começo.

Os minutos do trajeto transcorreu com diálogos rápidos e objetivos, o suficiente para que Lauren soubesse que Michael é ainda casado com sua primeira esposa com quem teve duas filhas, que a mais velha tem dois anos de diferença de sua idade, e se chama Karla Camila, e a mais nova, Sofia Isabela, de dez anos.

Apesar de Camila ser somente filha de Sinu, Michael a considerava como uma filha legítima, sentimento recíproco vindo da latina, vide que nem conheceu seu verdadeiro pai, pois o mesmo chegou a falecer antes de seu nascimento.

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