Cap - 2

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Arianne

Ari: É... o senhor está muito perto... -falo nervosa-

Eduardo: É que... -ele se dá conta do que está para acontecer e se ajeita- É... Vamos logo!

Comemos silenciosamene, sem dar nenhuma palavra sequer! Terminamos e voltamos para a empresa... O clima tava meio estranho.

(...)

Ari: ... Tem algo que eu possa fazer?...

Eduardo: Tomar mais cuidado, por onde anda!

Ari: Atah, desculpa Senhor...

Eduardo: Você é muito igenua... Isso me dá os nervos! -fala bravo-

Ari: ... Tá de TPM é?

Eduardo: OQUE?! -ele se vira e
vança em cima de mim, com as presas do lado de fora -

Me assusto com a cena, fico apavorada.

Eduardo: Você vai se arrenpender de ter falado issoh -Ele me empurra na parede, rasga a gola da minha blusa e vai se aproximando do meu pescoço-

Tento empurra-lo más ele é mais forte, muito mais forte do que eu.

Ari: des-desculpa... -falo em pânico, chorando-

Eduardo: Que?... - pergunta confuso-

Ari: Desculpa... -falo desesperada, chorando-

Eduardo: -Ele olha no fundo dos meus olhos- ... -ele chega mais perto e me beija com suavidade-

-Eu retribuo o beijo e a coisa vai ficando mais intenso, ele termina de rasgar mais minha blusa, o telefone toca e volto a realidade, nos separamos e ficamos parados se olhando, até que o telefone toca de novo-

Eduardo: É... Deixa que eu atendo -fala sem graça-

Ari: Eu vou tomar um café -me levanto, ele me olha e depois volta a atenção para o telefone, saiu andando rápido, peço informações de aonde tem a cafeteria, vou lá, peço um café e tomo pensando no que aconteceu... Volto para a sala e ele estava deitado no sofá, com uns papéis na mão, dormindo...-

Tão lindo dormindo, parece um anjo -vou chegando perto e quando vou passar a mão no rosto dele, ele me puxa-

Eduardo: Não fala nada... -fico indignada, más depois me acostumo naquele corpo frio dormindo depois de um tempo...

(...)

Acordo e demoro um pouco para raciocinar onde estou, sinto um corpo gelado embaixo de mim e me recordo do acontecimento, tento me levantar, só que o braço dele me segurava pela cintura.

Ari: Aí, Minha cabeça... -sinto minha cabeça doer-

Eduardo: -levanto e solto ela, vejo que ela está meio estranha... - Está tudo bem?

Ari: Sim estou... Eu só... -fico tonta -

Eduardo: Não está tudo bem... - seguro ela antes que ela caia, pego ela no colo-

*Eduardo narrando*

Eduardo: ALGUÉMMM -grito desesperado, tão desperado que nem eu mesmo entendi-

Depois de alguns segundos entram alguns empregados.

Eduardo: -Levo ela correndo para a enfermaria da empresa, chegando lá, boto ela na cama, espero um tempo e a enfermeira, depois de um tempo diz que ela estava com uma dor de cabeça.

X: Ela deve estar muito fragil para não aguentar uma dorzinha dessas-

Eduardo: Estranho...

Acordo e ninguém percebe que eu estou acordada...

Eduardo: Hum... Ok obrigado.

X: Por nada... -sorri e saio-

Eduardo: Está melhor?... -diz de costas pra mim...

Ari: Tirando o fato de que aconteceu tanta coisa comigo, logo no meu primeiro dia de trabalho... -digo me sentindo um pouco tonta, qur depois de alguns segundos passa...-

Eduardo: Uhum... É... E sobre o que aconteceu nesse dia todo, fica só entre a gente entendido?...

Ari: Por mim, tudo bem não deveria ter acontecido mesmo... -falo calma-

Eduardo: Pois é né! -fala grosso-

Ari: É -falo grossa também-

Eduardo: ... Tô me arrependendo de ter te contrado... Já sabe até o meu segredo... ninguém sabia disso na empresa até você chegar! -fala aborrecido-

Ari: Então quer dizer que a culpa é minha?!

Eduardo: Pois é!

Ari: Me poupe! Você que veio com suas "presas" pra cima de mim... - falo me levantando-

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