Capítulo 13

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Antes de tudo, desculpem pela demora (☆^ー^☆) Estou tentando fazer o melhor para vocês e não quero fazer qualquer coisa e nem de qualquer jeito. Espero que entendam meus queridos❤
Boa leitura!

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Lana deu um grito estridente, horrorizada. Seus olhos arregalados revelaram o grande medo que sentia, lágrimas incessantes caiam de seus olhos. O ambiente foi tomado por um clima de terror horrível. Um dos homens encapuzados e vestidos de preto, acabara de degolar o pescoço de Layla, a qual caiu no chão, jorrando muito sangue.

Morta.

Senti um calafrio enorme percorrer todo o meu corpo. Estava com muito medo, mas não podia ser fraco naquele momento. Lana estava desesperada e por um momento, senti que estava prestes a desmaiar. Eu estava apavorado. Precisava fazer alguma coisa, precisava nos salvar, mas o que faria? Temia que aquilo fosse o nosso fim.

Observei que aparentemente, ambos os homens não portava nenhuma arma de fogo. Isso já facilita alguma coisa, apesar de estarem com uma faca.

O segundo homem se levantou, vindo em nossa direção, dirigindo seu olhar a Lana. Temia que acontecesse o pior.

— Como já viram, não adianta tentar fugir. — iniciou — Eu quero ela. Você pode sair ileso dessa garoto, vá embora. — concluiu.

— O que quer com ela? — perguntei, mesmo com muito medo.

— Não interessa garoto! Saia daqui antes que faça a você o que fiz com aquela mulher, vamos! — ordenou.

— Tudo bem. — menti, dando passos para trás.

Nesse ápice de segundo, que decidi o que fazer. Não pensei duas vezes, puxei Lana pela mão e corri o máximo que pude em direção as escadas.

— Para onde pensam que vão? Voltem aqui! — exclamou um dos homens, furioso.

— Não podemos fugir, a minha tia está lá! Pelo amor de Deus, Rick! — indagava ela,aos soluços, enquanto corríamos mais rápido que o normal pelas escadas.

— Eu sinto muito Lana, não temos como salvá-la, eles a mataram. Precisamos nos salvar!

— Não vamos conseguir fugir Rick, eles vão me matar! Eles mataram a minha tia... — dizia, aos prantos — Você ainda pode se salvar, vá embora!

— Ninguém vai te matar e eu não vou embora. Calma, por favor!

Os dois homens corriam pelos lances de escada atrás de nós e por um triz, não conseguiram entrar no quarto que adentramos, o qual fechei rapidamente. Os dois começaram a forçar a porta e foi nesse instante, que decidi o que fazer.

— Você confia em mim? — perguntei depressa. Lana assentiu, assustada.

— Você precisa ser corajosa Lana, nós vamos pular daqui. Vai ficar tudo bem tá?

Ainda apavorada, ela assentiu sem contestar. Pegou a chave do carro da tia que estava no quarto da mesma e colocou no bolso.

— Vem, vai ficar tudo bem. — falei.

Peguei um travesseiro que estava na cama e abracei-a contra meu corpo protegendo-a o máximo possível com o mesmo, — na tentativa maluca de que diminuísse o impacto. Em seguida, flexionei os joelhos, para evitar um maior impacto. Não queria que se machucasse, mesmo que aquilo fosse melhor que sua morte. Embora estivéssemos naquela situação, era impossível não me sentir bem tão perto dela.

Pulamos rapidamente do 1° andar daquela casa e para nossa sorte, aparentemente não nos machucamos muito. Ela levantou depressa, aparentando estar bem. Eu não conseguia conter a dor que sentia em meu quadril e pernas, porém, aguentei as dores para caminhar o mais rápido que podia.

— Meu Deus, você está machucado! Vamos, eu dirijo. — disse Lana, correndo em direção ao carro da tia, que estava estacionado na frente da casa.

Entramos no carro e saímos em disparada. Então, percebi que os dois homens nos seguiam logo atrás.

— Eles estão atrás de nós, Lana.

— O que eu faço? — gritou, desesperada.

— Acelere o máximo que puder! — gritei.

E foi isso que fez. Lana dirigiu em alta velocidade, desviando desesperadamente dos carros que vinham em nossa direção. Seguimos por uma estrada um pouco mais deserta e percebendo que eles estavam quase nos alcançando, ela acelerou ainda mais. O carro corria em alta velocidade e por um momento, tive medo de acontecer o pior.

E aconteceu.

Foi nesse momento que pelo retrovisor, ela percebeu. O carro onde a pouco estavam os homens que tentaram lhe matar, capotou. Destruindo o veículo em consequência.

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