Capítulo 23.1

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Obrigada a todos vocês que tem doado parte do seu tempo para ler O Ceifador de Anjos, agradeço de coração por cada leitura, assim como por cada voto e comentário. 

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      Vincent retornou para mesa rápido, mas todos já haviam encerrado suas refeições e o esperavam para atacarem a sobremesa que Donna pôs sobre a mesa, um delicioso cheesecake de morango, um doce simples, mas que ele amava.

— Ficou lindo, amor! — comentou ele ao ver a travessa apetitosa.

— Resta saber se ficou bom! — brincou Adelle.

— Tenho certeza que ficou — retrucou ele.

— Tá gostojo sim — disse Mike, que já se deliciava.

— Alguém não pôde esperar — Riu Vincent. — Vamos pessoal, comam à vontade — acrescentou ele sorrindo.

— Ah, finalmente — brincou Alex.

— Eu já roubei uns bocadinhos aqui do Brendon — comentou Pamela rindo, segurando um pratinho com o doce, enquanto levava a colherzinha até a boca do pequeno.

Vincent, Donna, Alex e Adelle se serviram. O doce pareceu animar ainda mais os amigos, que voltaram a tagarelar alegres.

Mesmo depois de terem almoçado, ainda ficaram reunidos por mais de uma hora, pois os amigos queriam aproveitar a presença de Vince que ficaria distante por muito tempo.

A manhã feita pelos filhos sonolentos de Pamela e Alex foi o que os fez decidir irem embora, pois os meninos precisavam descansar.

— Vamos sentir sua falta, cara. Se cuida naquele lugar, tem muitas doenças! — falou Alex lhe dando um abraço e batendo de leve nas suas costas.

— Obrigado Alex, vou me cuidar, pode deixar — disse Vince, agradecendo pela preocupação.

— Vamos cuidar bem da Donna, não se preocupe — falou Pamela abraçando o biomédico, ao mesmo tempo em que segurava Brendon no colo.

— Agradeço vocês por isso, fico feliz que minha esposa fique em boas mãos! — agradeceu ele.

Alex põe Mike no colo, que se joga para os braços de Vincent, para abraçá-lo também.

Os vizinhos saem, então Adelle decide ir também. Sobe apressada para o quarto do casal, onde lembrou que tinha deixado sua bolsa e desce logo.

— Vou sentir muito a sua falta, gato — disse ela abraçando o amigo.

— Também vou, Ade — disse, retribuindo o abraço. — Assim que puder, mude para minha casa, fico feliz que você e Donna fiquem juntas enquanto eu estiver fora.

— Na próxima semana estarei aqui Vince, não se preocupe.

— Obrigado, Ade.

— Que horas vocês vão para o aeroporto amanhã? — perguntou ela.

— O voo sai às quinze horas. Vai se despedir lá? — perguntou ele sorrindo.

— Vou sim, encontro vocês — Sorriu.

— Vamos te esperar — respondeu ele.

— E você gata, vai ficar tudo bem! Estamos juntas nisso, viu — falou abraçando a amiga. — O gatão vai, mas o gatão volta e vocês terão lindos gatinhos — brincou.

— Obrigada Ade, sua boba! Nos vemos amanhã, no aeroporto então — disse, soltando a amiga.

— Certo, estarei lá — respondeu ela dando as costas.

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