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Isís sai da sala quase correndo, sei que ela está tentando fugir de mim, mas eu não vou deixar

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Isís sai da sala quase correndo, sei que ela está tentando fugir de mim, mas eu não vou deixar. Além de estar quase pirando em vê-la fiquei curioso para saber quem é o pai da sua filha. Com quem será que ela se relacionou depois de mim e o canalha ainda largou ela. Sr. Guedes disse que e Maria Vitória não tinha pai... Maria Vitória que nome lindo e forte. A menina deve ser linda assim como a mãe...

Cumprimento o diretor as pressas e saio atras da minha fada. (Fada... como eu estava com saudade desse apelido. Sei que é meio gay, mas gostava de falar ele olhando em seus olhos verdes.)

Consigo alcança-la na saída da escola, vejo que ela esta admirando alguma coisa e quando olho para frente vejo uma cena que faz meu coração acelerar. Meu filho está sentado em um banco com seu braço nos ombros de uma garota... Deve ser a filha de Isís... Reparo nas crianças à minha frente e não consigo pensar direito... Meus olhos começam a lacrimejar... Não pode ser, eles são muito parecidos. O tom de pele a cor dos cabelos, suas fisionomias... Na minha imaginação eu veria uma ruivinha e não... Porra. Não pode ser, será? Fico sem reação durante alguns instantes mas preciso ter a certeza... Chego mais perto e sinto seu cheiro doce, aquele cheiro que me embriagava, como é bom senti-lo novamente... Pego em seu ombro assustando-a.

- Não fuja de mim minha fada. - Digo perto de seu ouvido.

Sua postura muda ficando mais rígida por causa de meu hálito tão perto. Nesse instante eu tenho certeza que ainda mexo com ela... Sei que ela também não me esqueceu.

- Quem lhe deu intimidade para agir comigo dessa maneira Sr. Collins? - Vira-se me fitando e mais uma vez a encaro como um adolescente bobo. Essa mulher meche muito comigo, desde que a conheci é a unica que me deixa sem reação. Porra!!

- Tenho que conversar com você! Já fazem muitos anos desde aquele dia... Tenho tantas coisas para fala, explicar... - Ela me interrompe fazendo me calar.

- Não quero suas explicações, acho que recebi seu recado quando Pietro me procurou... - Não a deixo falar mais nada, pois no mesmo momento reparo o colar que ela está usando, o colar de minha vó. Porra ela ainda está usando... Ela sente minha falta, ela sente algo por mim senão ele não estaria nesse pescocinho maravilhoso.

Chego mais perto e passo o dedo no pingente do colar dizendo - Você está usando, depois de tudo que te fiz e de anos, você está usando o colar de minha vó. Você pode dizer o que quiser, mas eu sei que ainda me ama... Não negue! Precisamos conversar com calma pelo menos me dê uma chance de tentar me explicar... - Agora estou tão próximo que consigo sentir seu hálito quente em meu rosto, preciso beija-la, senti-la... Mas sinto sua mão leve em meu peito me empurrar.

DOCE LOUCURA - Quando menos esperamos aconteceLeia esta história GRATUITAMENTE!