Postando de novo menos de 24 horas depois??? É isso mesmo, produção??? 😂😂😱😱🙈
SIMMMMMMM

Adiantei algumas coisas por aqui e vim postar agora, por que não iria conseguir postar nesse final de semana...

Segue o capítulo, que como sempre, foi escrito com muito amor e carinho 💗💗

                  Boa leitura! ❤️

NOAH

Sabe quando você vê a morte se aproximando e começa a pedir a ajuda pra tudo quanto é santo? Então...
Percebi que Luna estava pronta para me matar quando abri a porta. Nós homens, conhecemos muito bem as mulheres e sabemos quando elas querem nos esganar. A diferença, é que eu sei exatamente o motivo de ela querer fazer isso comigo.

-Como ficou sabendo? -vou direto ao assunto. Ela parece um pouco surpresa com minhas palavras. Deve ter pensado que eu iria negar ou algo do tipo.

-Então você já sabe do que estou falando?
-Por que acha que eu disse mais cedo que precisávamos conversar?- resolvo manter a calma e respirar fundo. Luna aparentemente está bem alterada.
-Você iria me contar sobre você e Catarina? -ela solta uma risada maldosa e estreita os olhos.

-Sim, iria -falo com toda convicção possível.
-Bom, estou esperando -puxa uma cadeira e senta a minha frente, cruzando as pernas. Sua irritação é quase palpável.
-Sério isso, loirinha? -faço uma careta, reclamando da situação que parece ter virado um interrogatório de polícia.

-Comece a falar, Noah Drummond- Fudeu! Nome completo? Mais um sinal que a patroa está realmente puta com você, meu amigo.

-Conheci Micaela e Catarina no primeiro ano de faculdade -começo. -Obviamente, nossos cursos eram diferentes, mas nos aproximamos aos poucos. Micaela sempre foi legal e simpática, mas Catarina meio que me esnobava. Na época, eu era apenas um moleque de 18 anos e tinha todas que queria. Fiquei intrigado quando aquela marrenta apareceu, me desprezando -encaro Luna, que escuta tudo atentamente.

-Continue, oras!
-Depois de muita insistência, Catarina aceitou sair comigo e nosso rolo começou a partir daí. Ambos abominavam qualquer tipo de relacionamento amoroso, então mantínhamos uma amizade colorida mais moderna.
-Como assim? -pergunta.
-Não "namorávamos", mas não ficávamos com outras pessoas também. Se a gente tinha alguma coisa em comum, era que não compartilhávamos com ninguém- dou de ombros.

-No começo era divertido. A gente ia em festas quase todos os dias, bebíamos até cair. Depois de uns dois meses, a relação começou a ficar desgastada. Catarina e eu discutíamos toda hora e aquilo começou a parecer um namoro de verdade. O respeito já não era mais  o mesmo e resolvemos por um ponto final naquilo. Fim -abro os braços e suspiro.
-Você a amava? -Luna pergunta tão baixo que mal a escuto.

-Não -respondo rapidamente. -Eu gostava dela, mas nunca a amei.
-Ela te amava?
-Catarina sempre foi muito transparente, Luna. Quando terminamos tudo, ela também me disse que era o melhor a se fazer e que não sofreríamos, afinal não estávamos apaixonados, nem nada. Tenho certeza que ela também não me amava.

-E depois disso tudo?
-Tive a oportunidade de terminar meus estudos fora e foi isso que eu fiz. Voltei pro Brasil há quase dois anos apenas.
-Você nunca mais a viu?
-Não. Trocamos algumas palavras por e-mails, mas a reencontrei pessoalmente no casamento do seu irmão -ela assente e olha pro chão.

-Como foi o reencontro de vocês?
-Falamos um pouco sobre o que aconteceu depois que terminamos a faculdade. Ela me contou sobre seus restaurantes e eu falei sobre minha empresa. Rimos um pouco e ela me apresentou Victor. Nada demais, loirinha...
-Você ainda gosta dela?
-O que? -tenho vontade de rir de algo tão ridículo.

-Você ainda sente algo por ela, Noah?
-Meu Deus, claro que não! -passo as mãos no rosto. -Fazem anos que a gente terminou, Luna. Isso é ridículo, loirinha!
-Catarina é uma mulher maravilhosa, Noah. É bonita, inteligente, bem sucedida... Eu entenderia se você ainda quisesse algo com ela. Basta me dizer a verdade -Luna levanta.

-Eu tô dizendo a verdade, Luna! Catarina é passado e nunca importou realmente pra mim. Aquilo foi como um namoro na adolescência. Não teve significado nenhum pra mim -solto tudo com sinceridade. Preciso que ela acredite em mim.
-E eu? -franzo a testa, não entendendo onde ela quer chegar.- Eu tenho significado pra você?

-Espere aqui -corro até o quarto e pego a caixinha em cima do criado mudo. Quando volto, Luna anda de um lado para outro. Entrego a caixinha preta a ela.
-O que é isso? -sorrio de seu espanto.
-Não é uma aliança, pode ficar tranquila -ela suspira, aliviada.
-Então o que é?
-Abra -ela abre e encontra uma chave.
-Uma chave? -pensa por alguns segundos a arregala os olhos. -Você quer que eu me mude pra cá?

-Não -nego com a cabeça. -Você me perguntou se significa algo pra mim. Essa chave é a resposta. Mandei fazer ontem de manhã. Quero que você tenha uma chave do lugar onde eu vivo, Luna. Quero que você entre aqui quando bem entender e que chegue quando quiser. Esse lugar agora tem seu cheiro e não sei... Parece que ele é mais seu do que meu -coloco o objeto em sua mão pequena e a fecho. -Você significa tanto pra mim, que é a única pessoa a ter essa chave além de mim, loirinha.

Ela continua quieta, me analisando confusa.
-Se você não importasse pra mim, eu não te daria a chave da minha casa, Luna. Confio em você a esse ponto...

-Eu não sei o que falar, moreno -ela nitidamente se emociona um pouco e sorri.
-Não precisa falar nada. Só preciso que você entenda que eu não quero ninguém além de você. Você entende isso? -seguro seu rosto com as duas mãos e olho em seus olhos.

-Entendo -assente. Antes que eu fale algo, ela me beija vorazmente. Puxo seu corpo ainda mais ao meu, quase formando uma coisa só. Estava pronto para levá-la ao quarto, mas Luna me impediu.

Ela vai até a bolsa e tira um molho de chaves de lá. Ela sorri pra mim e adiciona a chave que eu dei ao molho.
-Agora sim, moreno -puxa minha camiseta. -Onde é a que a gente parou mesmo?

-Bem aqui - faço-a vir para o meu colo e nossos lábios se juntam novamente. 

Sinto meu coração mais leve e tenho a certeza de que não me precipitei ao conceder-lhe a chave

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Sinto meu coração mais leve e tenho a certeza de que não me precipitei ao conceder-lhe a chave. Luna agora faz parte da minha vida e é assim que tem que ser.

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Awnnnnnnn😱😱😍😍😍👏
Final fofinho, por que vocês merecem 💗💗💗💗💗
Deixe uma estrelinha aí se você gostou do capítulo, vai? 😉😉
Até ❤️

A Paixão Acontece - Trilogia SchneiderLeia esta história GRATUITAMENTE!