18+ Cinco chibatadas

806 29 8


Passadas algumas noites eu resolvi voltar ao gabinete da vereadora, na verdade ela mão possuía um gabinete próprio, mas àquela hora da noite só restava ela por lá.

– Estressadinha, a gente não sabe se a presidente cai ou não e eu preciso ficar aqui monitorando as redes sociais pro mala do prefeito – Dizia a mensagem dela pelo Whatsapp.

– Humm e vai virar a noite por ai? Passo onde estiveres se quiser dar uma volta depois do trabalho – Respondi com terceiras e quartas intenções e já imaginando aquelas suas calcinhas bem enfiadas.

– Tava pensando em você e eu aqui, sei la na sala do prefeito 😳

– Acho que tô perto. Posso levar um amigo? Sabe, aquele da outra noite... 😈

– Vem 😳😳😳

20 minutos depois eu cheguei pelo lugar estava bem vestido e foi fácil entrar com meu amigo pela portaria do lugar. Subi alguns lances de escada e la estava a vereadora atrás de uma mesa fazendo pose. Obviamente ela tinha se arrumado e retocado a maquiagem, mas eu só consegui prestar atenção em sua camisa branca, que deixava parte dos seus fartos peitos siliconados a mostra.

Um beijo quente que sujou minha barba de batom e ela foi logo pegando no meu pau.

– Hey aqui tem câmeras...

– Relaxa, o computador que grava tá quebrado e o seu Júlio da portaria dorme cedo...

– O vigia que se foda, acho que ele até ia gostar da gente brincando com o meu amigo.

– Tô loca pra ver ele no meu cú.

– Vem cá então...

Sentei ela na mesa, abri mais alguns botões da sua blusa e soltei com maestria a presilha do sutiã. Voltei com as mãos por dentro dele e brinquei um pouco com seus peitos. Os bicos ficaram durinhos bem rápido. Tanto quanto o zíper da minha calça que foi aberto por suas mãos rápidas.

Eu confesso que estava muito afim de chupar ela toda aquela noite, pois sei que as mulheres gostam dessas preliminares, mas ela não me deu opções. Tratou logo de baixar minhas calças, ficou de joelhos e chupou meu pau. Chupou e lambeu como se eu fosse um picolé.

Deixei ela se satisfazer por um tempo, até que não aguentei mais e puxei ela para cima. Deitei ela de bruços, levantei sua saia, rasquei sua meia calça e meti naquela buceta molhada. Fiz ela gozar umas duas vezes, até o momento em que lembrei de meu amigo. Um acoite antigo de couro marrom rígido, cuja empunhadura também servia como consolo.

– Posso chamar meu amigo pra brincadeira?

– Agora! – Respondeu ela entre um gemido e outro.

Subi um pouco mais sua saia até a cintura, rasguei o resto de sua meia calas e lá estava aquela bunda linda com fio dental preto. Admirei suas formas por alguns instantes e dei-lhe uma, duas, três chibatadas. A pele branquinha se avermelhou rápido e confesso que foi difícil controlar minha força sobrenatural.

– De-no-vo! – Suplicou ela entre alguns gemidos de dor e prazer...

Uma, duas... E suas pernas ficaram moles e trêmulas. Estava com a chibata no alto e pronto para a terceira, quando vi um pouco de sangue. Imediatamente, minhas presas afloraram e por mais que ela quisesse mais algumas acoitadas, eu fiquei de joelhos atrás dela e lambi seu traseiro e suas coxas. Bem na verdade eu também passei a língua cheia de sangue pelo cuzinho dela, o que a tranquilizou para mais umas metidas junto de meu amigo.

– Vai fazer algo no finds? Tô pronta para outra 😳 – Foi a mensagem que ela me mandou três noites depois.

Leia este e outros relatos, contos e histórias em meu site: http://www.vampir.com.br
Caso tenha curtido, por favor clique na estrela aqui em baixo 👇
Du bist mein Herz!

O pirata safadoLeia esta história GRATUITAMENTE!