☑ Epílogo.

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Louis já estava de 34 semanas e as coisas estavam indo bem, sua barriga era agora consideravelmente grande e redonda, extremamente graciosa. Foi um grande avanço segurar os bebês ali dentro por tantas semanas, geralmente gêmeos vinham na 32ª semana mas Louis segurou-os mais algum tempo para ter um bom parto. E para o ômega as semanas pareciam passar de forma extremamente lenta, eles já tinham as coisas para os bebês todas compradas e organizadas para quando eles chegassem, o que tranquilizava Louis, porque eles haviam adaptado todo o apartamento para a chegada dos bebês e tinham o quarto decorado e impecável, com pequenos girassóis que Zayn pintou para eles na parede, embora fossem dois meninos Louis tina gostado de como havia ficado.

E todo o grupo estava maluco pela barriga do ômega que tendia a crescer cada vez mais, todos eles estavam ansiosos pelos bebês prestes a chegarem. Mas em especial Harry estava pirando para poder finalmente segurar seus filhotinhos e vê-los como são, se seriam mais parecidos consigo, com Louis ou uma boa mistura entre eles. Quando Louis entrou no sétimo mês tudo ficou ainda mais difícil para o alfa, porque ele realmente não aguentava mais a espera que parecia interminável, tendo que se contentar com sentir seus bebês chutando a barriga de Louis e mexendo-a, e falar com a barriga de seu ômega, no entanto não era o suficiente para o papai alfa agitado e animado.

E Louis também queria que seus bebês viessem logo, não apenas por estar ansioso também mas porque havia se tornado difícil tê-los dentro de si, porque os bebês se tornaram muito mais agitados e constantemente se mexiam na barriga do ômega, as vezes eram um pouco incomodo, principalmente quando decidiam chutar a barriga de Louis durante a noite, tirando o sono do menor.

E o ômega tinha se tornado mais pesado, sua coluna incomodava-o na maior parte do tempo, e seus pés estavam tão doloridos e inchados que ele já não sabia o que era senti-los, sem contar as contrações, vindas do nada mas lhe davam um aperto na barriga, no entanto até então eles já haviam tido um alarme falso, Harry achou que ia morrer quando Louis começou a gritar com ele e apertar sua mão, relaxando em seguida. E é claro que o ômega judiava do seu alfa, na maior parte do tempo aliás, mas Harry estava tão extasiado com tudo aquilo, com seu gatinho gravido e seus bebês que ele sequer ligava, sempre fazendo as vontades do menor e aguentando quando o mesmo resolvia ignora-lo ou começar uma discussão, o cacheado estava paciente e ainda mais amoroso.

O ômega havia conseguido com o reitor que ele utilizasse sua bolsa apenas no ano seguinte quando os bebês já estivessem maiores, então Louis não se preocupava muito com isso, tudo o que ocupava sua mente momentaneamente era seus filhotinhos que estavam cada dia mais próximos de virem.

Louis acordou durante a noite, ele tinha tido um dia difícil e os bebês não estavam ajudando o ômega, mexendo-se em sua barriga e lhe dando dores no abdômen. O menor tinha os braços do seu alfa segurando-o protetoramente pela cintura e as mãos enormes em sua barriga coberta pela camiseta, o de olhos azuis tirou cuidadosamente os braços do cacheado de seu redor, ouvindo um resmungo do mesmo mas Harry sequer mexeu-se, continuando apagado.

Então o ômega colocou seus pés para fora da cama, segurando o final de sua barriga com uma das mãos e um pouco curvado para trás, ele caminhou até a cozinha, parando diante da geladeira e pegando de dentro da mesma uma garrada de água. Louis apoiou a mão na bancada de mármore quando sua barriga doeu pela contração forte, e repetitiva, uma, duas, três, quatro contrações, então parou, a testa do ômega ficou levemente úmida de suor e suas mãos tremulas, então outras três contrações e o menor sentiu uma água quente escorrer por suas pernas, ele grunhiu curvando-se para frente, porque nunca tinha doido tanto e aparentemente os bebês tinham finalmente decidido nascerem, o ômega derrubou a garrafinha de água curvando-se mais ainda e recostando a testa na bancada com as mãos ao redor da barriga, sugando o ar pela boca e tentando manter uma respiração.

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