Itália

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Pov. Nico

Acordei em um susto com a buzina do navio, me sinto ofegante e encharcado de suor, era de se esperar que com todos estes anos eu me acostumasse com os pesadelos mas parece que estava errado.

" Eu estava correndo devia ter 9 anos, ao meu lado David olhava para trás e ria, eu também me divertia ( nós sempre fomos os menores e mais velozes da nossa escola juntamente com os meus amigos Andrea e Giovani que já estavam na casa da árvore ) fugiamos de três garotos mais velhos quase sem fôlego gritando: - - indietro qui principesse [ volta aqui princesas ] - - scopare queste viadinhos... [ porra esses viadinhos... ] o garoto tropeçou e nós gargalhamos escalando minha árvore com cuidado para não acionar as armadilhas montadas pelo Giovani / / Eu corro, David está ao lado mas já não sorri, atrás de nós não mais apenas três mas dez garotos e um padre marchavam com um sorriso presunçoso até a mansão de meu amigo, no rau da entrada uma figura imponente olhava friamente a cena, estávamos cercados.

Tudo escureceu. "

Me levanto tentando fazer relação do meu pesadelo e a minha conversa anterior com meu pai, a parte do veneno eu irei contar para os demais semideuses, porém é a parte pessoal que me preocupa. Ser forte? Fazer - lhe pagar do próprio veneno? Não deixar que as sombras dominem quem não as controla? Eu não sei o que ele quis dizer, mas tenho a impressão de que hoje será um dia longo.

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"-- Sim!" (Reconheceria aquele cálice em qualquer lugar) agora eu andava pelas ruas de minha cidade natal com Piper e Leo.

O filho de Herfesto agora ao meu lado não parava de falar, eu é claro finjo não ligar mas a cada movimento e pergunta direcionada a mim o garoto encosta em meu braço e a cada vez o arrepio é mais persistente, Deuses eu vou enfiar este ser em uma sombra.

Paro de andar, sinto a presença da morte.

Desculpe pelo capítulo  pequeno <3

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