Door

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BEBÊSSSSSSS! OLHA QUEM VOLTOU! ISSO MESMO, A CHUVA AQUI NA TERRINHA N. ENFIM KKKKK
Eu sei que eu demorei, mas eu vou me justificar. Eu estou em final de semestre na faculdade e estive cuidando da minha mãe, que passou por uma cirurgia. Hoje, por um milagre, ela conseguiu dormir cedo e eu vim escrever para vocês, espero que entendam.

Eu gostaria de indicar uma fanfic para vocês, ela se chama The Fake Marriage e está aqui no Wattpad e no SocialSpirit também, é da Day, musa do meu verão n. É realmente uma fanfic muito boa, super recomendo.

Uma leitora criou uma playlist no Spotify para Read, com base no que ela sentia em cada cap, segue o link aqui https://open.spotify.com/user/barbarasimoees/playlist/3ViCJxX51PSyVaj9vdp8Rj?ref=wp (obrigada, Babs, fiquei muito feliz ao ouvi-la).

Por favor, leiam o que falarei no final, é sobre o cárcere.

Twitter: @lylasexual
Ask: @lylasexual
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     Reencontrar.

     Verbo transitivo. Tornar a achar, a encontrar. Descobrir o que estava perdido.

     Dizem as boas línguas, confiantes em destino, vidas passadas, relações inquebráveis, que, quando duas almas estão destinadas a ficarem juntas, elas ficarão. Depois que se encontram, as metades de uma relação indestrutível permanecem em expectativa até que estejam juntas. Todos os dias. De cada vida.

     Quando as peças se encaixam, as tensões se dissolvem, simples assim.

    Quando as peças se encaixam, o objetivo da construção se explicita, simples assim.

    Quando as peças se encaixam, a alma se reconecta ao corpo, simples assim.

     Quando a alma se completa, acolhendo suas duas metades em corpos diferentes, não há quem separe, ou quem destrua. Não há alternativa, fuga. Há apenas a bonita sensação de sentir a paz. Uma paz que nenhuma outra situação poderia lhe proporcionar.

     A paz delas.

     O automóvel de uma companhia credenciada de táxis parou diante a casa que a escritora estivera apenas três vezes, mas ela não precisava de mais do que uma para lembrar-se de algo tão importante.

     — 17 dólares. — o senhor grisalho anunciou, soltando seu cinto de segurança e destravando as portas do confortável carro.

     — Pode ficar com o troco. — estendeu as duas notas em direção ao homem, que agradeceu e desceu do carro, pronto para ajudar a escritora a retirar as malas. — Obrigada. — suspirou, esfregando o braço descoberto.

     Era noite na cidade, as temperaturas não estavam tão altas e Lauren não estava devidamente vestida para enfrentar aquela sensação térmica.

     — Entre e se aqueça. — o simpático senhor lhe sorriu, afastando-se da varanda da casa, fazendo seu caminho de volta para seu ponto.

     A escritora retirou o celular de seu bolso, checando as horas e assegurando-se de que não incomodaria. Esticou a mão livre e apertou duas vezes a campainha, que soou pela casa.

     A jornalista estava concentrada na tela de seu computador, em seu escritório, o corpo coberto por uma camisa de moletom e shorts de algodão estava encolhido sobre a cadeira confortável, enquanto uma caneca cheia de chocolate quente embaçava levemente seus óculos de grau.

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