[Louis POV.]

Niall e Harry chegaram a um acordo, pelo que parece. Mas Harry admitiu para mim, uma vez que tínhamos voltado ao nosso apartamento que o rapaz loiro agora o aterrorizava. Eu o acalmei, explicando o que uma figura de linguagem significava, depois, claro, eu assegurei a ele que eu não ia morrer de fome como eu tinha dito, e então nós tínhamos assistido “Os Aristogatas” ao seu pedido. Depois de jantarmos sopa, ele tomou um banho enquanto eu lavava louça, e depois fomos para a cama, com ele mais uma vez indo para o fundo dos meus pés até que eu o convidei a se deitar ao meu lado.

Para a alegria de Harry, ele não teve que ir para o Liam no dia seguinte, porque meu chefe ligou mais uma vez e me informou que eles ainda estavam trabalhando no problema da tubulação. Assim que eu desliguei, Harry se sentou em cima de onde ele estava enrolado, em seu cobertor. "Louis não tem que sair hoje?" ele perguntou, esperançoso.

"Não" respondi a ele, levantando-me da cama. Eu mandei uma mensagem de texto para Liam, avisando-o que não iria para o trabalho novamente antes de ir escovar os dentes e tomar banho. "Eu vou ficar em casa hoje."

"Harry vai fi-ficar em casa também?" ele também se levantou da cama e começou a me seguir.

"A menos que você tenha outros planos." eu provoquei.

Mas eu só consegui confundir o rapaz mais jovem: "Outros p-planos? Será que Harry tem outros planos?"

"Harry tem que ir assistir televisão, enquanto Louis toma banho.” eu ri, entrando no banheiro. "Você quer escovar os dentes primeiro?"

"Sim!" Harry disse, pulando para o banheiro ao meu lado, e foi escovar seus dentes. Uma vez que Harry tinha terminado, eu o enxotei para fora do banheiro. E tomei banho o mais rápido que pude, imaginando o que fazer para o café da manhã. Quando saí do banheiro vestindo uma calça de moletom preta e camiseta roxa, fui para a sala de estar à espera de ver o menino de orelhas de gatinho sentado no sofá. Para minha surpresa, eu nem sequer o vi.

"Harry?" Gritei, com uma bolha de medo se formando em meu estômago enquanto minha mente me lembrou de todos os lugares em que o gatinho poderia se ferir.

"Harry não está aqui", veio à resposta estridente.

Minha testa se franziu e eu andei na direção em que ouvi a voz dele, olhando para trás da televisão. Harry tinha conseguido enfiar-se entre ela e a parede. O espaço era incrivelmente pequeno, e parte de mim se perguntava como ele tinha conseguido esse feito: "O que você está fazendo aí, seu garoto bobo?”

"Bateram", disse Harry em confusão. "na por-porta!"

A pequena bolha de medo reapareceu: "Você... Respondeu-a assim? Sem o seu gorro?"

"Não", ele choramingou. "H-Harry se escondeu."

"Bom", eu respirei de alívio, estendendo a mão para ajudar Harry sair da onde ele estava. "Bom, gatinho."

"O q-que aconteceria se Harry tivesse a-atendido a p-porta?" Harry pegou a minha mão na sua, agarrando-se perto de mim quando eu o puxei para fora de seu esconderijo, às orelhas achatadas e escondidas debaixo de seus cachos.

"Bem," eu comecei me perguntando o que exatamente aconteceu mesmo. "Depende de quem estava lá. Alguém pode ter medo de você, porque ninguém nunca conheceu alguém como você. Outras pessoas poderiam pensar que seria perfeito para executar testes para tentar curar doenças."

"Harry não sabe o que isso significa.” sua expressão ficou perturbada quando ele me seguiu até a cozinha.

"Basicamente", eu suspirei. "As pessoas iriam levá-lo embora."

Uniquely Perfect ~ Portuguese Version [Book 1]Leia esta história GRATUITAMENTE!