Capítulo - 1 Recomeço

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Atenção capítulo não revisado

Ar.
O que é isso?

Oxigênio, preciso para que?

Meu corpo grita, preciso de ar, preciso respirar.

Respirar, para que?
O botão vermelho, chamado sufocamento se acende, mas eu não quero tirar seus lábios dos meus nesse momento.
Eu não preciso de ar, só preciso dos seus beijos que estão famintos em busca dos meus.
Desde o momento que experimentei minha marguerita em seus lábios, depois daquele beijo, a única coisa que ele fez foi pagar sua conta, pegar em minha mão e sair correndo para fora desse bar.
Aqui na calçada com as luz de New York e o vento frio não fui capaz de perceber mais nada em minha volta, só me concentrar em seus lábios possessivos reivindicando os meus. Depois disso esqueci de tudo, do tempo, das horas de onde eu estou. Na verdade é impossivel eu não saber onde estou, pois é a única coisa que não esqueço. O sabor de seus lábios dominadores e isso é a única concentração que tenho agora.
Ele não pede ele toma tudo o que poço oferecer a ele nesse beijo, e eu, dou tudo o que posso a esse vulto fodidamente másculo que me possui com sua boca.
Encostada em uma parede do lado de fora de um bar muito bonito e por sinal, com um cara mais lindo que já vi na vida, esse homem está me reinvindicando como nunca esteve, me prensando nessa parede, sufocando com um beijo faminto e apaixonado.
Essa é a melhor escolha que já fiz em minha vida.
A vida é feita de escolhas, todos os dias fazemos escolhas fáceis, como com qual sapato sair de casa, comer mamão ou granola no café da manhã, ir pela direita ou esquerda, de carro ou de taxi. Mas às vezes fazemos escolhas dificeis e importantes. Nesses seis meses minha vida se resumiu à escolhas.
Escolhi me envolver com um cara lindo e misterioso, ajudá-lo em sua investigação e agora escolho pagar para ver se ele me enganou ou se foi o destino que nos juntou.
Mas hoje, não vou fazer escolha alguma, hoje quero que ele escolha. Tento sair de seus lábios, mas não consigo, então eu pergunto:

- Uhh... Seu apartamento ... - ele me dá mais beijos e eu tomo mais um espaço para terminar minha frase - ou meu hotel?- sussurrando, ele não é capaz de tirar sua boca da minha, com a pressão que faz em meus labios ele alega que de fato são deles, nosso beijo é aspero e faminto, não podemos evitar nosso desejo, e dando um show de como se beijar bem no meio da rua em New York ele fala e puxa meu cabelo, fazendo minhas terminações nervorsas gemerem, me deixando louca de tesão com aquele toque aspero.

- Meu apartamento.- ele para de me beijar e me encara como se nunca tivesse me visto mais linda em sua frente, fica quase me comendo com seus olhos e o desejo que sinto que ele faça isso é maior que a força que faço para respirar depois de um beijo sufocante como esse.
De mãos dadas ele me leva até o meio fio, vendo um táxi faz sinal para que pare.
Maldito taxi que não para logo.
A ansiedade que tenho para está logo com ele entre minhas pernas é a mesma que ele sente. Bom eu não sei bem se sorvete derretido sente ansiedade mas eu estou sentindo muita nesse, meu corpo reage ao perceber que ele tambem sente... Parado sem me beijar, sem tirar os olhos do meu rosto, ele corre seu dedo pela pequena marca em minha bocheca que está quase se cicatrizando por inteiro, terminando seu toque em meus lábios acariciando minha boca que está semi aberta, T não consegue tirar os imãs da onde estão seus dedos e com sua voz rouca fala cheio de desejo.

- Você tem um gosto tão bom, Honey.- Agora agarrando meu queixo com uma mão, forçando a olhar em seus imãs. Malditos.
Me sinto hipinotizada pelo seu poder intimidador e ele não perde tempo puxando meu rosto contra seus labios, quase me beijando, apenas senti a respiração em meu rosto conforme falava.

- Eu vou te foder a noite toda. - ele para o que fala e da um suspiro forte - Eu sou capaz de fazer muito mais que pode imaginar com minha boca em seu corpo...- Eu não desfaço nosso olhar e ele me beija nomavemete com a fome de um pobre miserável.
O bendito taxi para, e Zac se apressa abrindo a porta e me acomodando no banco de trás, logo senta-se do meu lado, dirigi sua atenções ao motorista, dando as coordenadas de seu apartamento. Como é lindo ver esse homem mandão no comando. No meio de minhas pernas que já estava molhada, agora sinto uma pressão de desejo sabendo que logo estarei preenchida por ele. É tudo tão mágico que não consigo lembrar o que vim fazer aqui.
- Pago o dobro da corrida se chegar em cinco minutos na Rua Bettery número 10004 na porta do meu prédio- ele me olha e sorri e se vira novamente para o motorista.
- Não olhe para trás, ou te arranco os olhos, entendeu.- afirmando ele volta sua atenção para mim.
— Não seja tão estupido assim. – o advirto inutilmente, pois em seguida Sou prensada no banco com seu corpo pesado todo em cima de mim, estou morrendo de vergonha do motorista, nunca fui assediada na frente de alguém dessa forma. Mas ele não esta nem ai com o velho com cara de muçulmano que dirige esse carro enquanto ele toca no meu corpo, deslisando sua mão para a barra da minha blusa.
Eu me endureço e olho para frente mostrando que não estamos sozinho, mas o filho da mãe faz questão de falar em português, assim o Bin Laden taxista nunca ira entender nada.

Amor Intenso ( Degustação )Onde as histórias ganham vida. Descobre agora