Capítulo 1

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Eu estava com os braços em volta do corpo do meu namorado Sam. Seus cabelos caiam desgrenhados na testa. Movi os dedos sobre ela, tocando uma pele suave e quente, com meu movimento os olhos da pessoa que mais amava no mundo se abriram e ele sorriu para mim.

- Bom dia - eu disse, dando um beijo no rosto dele. Estava acordado a cerca de quinze minutos, e fiquei todo esse tempo olhando para ele enquanto dormia. Tinha os cabelos e olhos pretos, o cabelo caia na testa, formando sua franja não muito grande, era muito bonito. A boca era normal, uma cor rosada e linda. As sobrancelhas negras e bem desenhadas, com um piercing na esquerda, bem na borda. O nariz era reto e fino, não muito grande. Vestia apenas sua cueca preta com listas brancas e a meia branca. Regularmente era essa sua vestimenta, cueca e meias, exibindo o corpo que ele adorava cuidar, se exercitando com frequência. Ele tinha 1,70 de altura, quase maior que eu.

Passei a mão sobre os braços de Sam e as conduzi até seu peitoral, nas axilas não havia cabelos, nem no peito ou debaixo da cueca. Ele ficava maluco com qualquer pelo abaixo das sobrancelhas, a barba raramente aparecia. Suas pernas eram brancas e gostosas. Fiquei com as mãos nelas por um tempo e depois o beijei novamente.

- Oi - respondeu Sam, o sorriso perfeito com os dentes brancos. Os dentes da frente eram um pouco separados, o que o fazia ainda mais perfeito com seus defeitos. - Com o que sonhou?

Era nossa tradição, desde que começamos a namorar a nove meses atrás, contar um para o outro o sonho que teve durante a noite. Às vezes tinham sonhos eróticos e isso fazia com que Sam me olhasse com aqueles olhos brilhantes e safados, enquanto eu terminava de contar o sonho, ele me apalpava e depois disso transávamos. E naquela manhã de outono foi esse tipo de sonho que eu tive.

- Diz qual foi o seu primeiro - disse o puxando para ficar em cima do meu peito. Eu tinha 1,86 de altura, os cabelos castanhos escuros, quando ficava muito em baixo do sol ficavam meio louro queimado e meio castanho claro. Meu rosto geralmente não tinha sorrisos ou expressões sonhadoras, minha boca ficava em uma linha reta, sem emoções. O rosto era sem pelo, meu corpo inteiro era, por causa de Sam, ele insistia nessa ideologia que pelo no corpo era feio. Tinha uma tatuagem no bíceps de um pequeno dragão chinês, havia feito no tempo do colégio e meio que me arrependia. Meu corpo era malhado e bronzeado. A única parte que não gostava era minhas orelhas, pontudas como um elfo, por esse motivo deixava sempre o cabelo volumo para cobri-las.

- Bom - começou Sam. Ele me contou seu sonho resumidamente: havia se candidatado a uma vaga de emprego e estava feliz por ter conseguido o trabalho. No sonho tínhamos dinheiro para comprar um apartamento maior e conseguíamos um cachorro, ele especificou como um pastor alemão puro. Na vida real Sam não tinha um emprego, e eu não me importava com isso. Meu salário na agência dava conta das despesas e conseguíamos ter tudo o que queríamos. - A melhor parte foi ter um cachorro.

- Um dia vamos ter - prometi passando as mãos cheias de veias na sua barriga.

Ao sentir meu toque ele abriu um sorriso de moleque e beijou minha mão.

- Agora quero saber seu sonho, apesar de já ter uma leve ideia - ele passou a mão no meu short. Eu estava excitado, produto do sonho que tive durante a noite.

O encarei com os olhos verdes e comecei a falar baixo, sussurrando no seu ouvido.

- Você estava no meu trabalho, sabe que tenho fetiche por transar no trabalho. Você apareceu meio que do nada, e veio diretamente até minha mesa. Em um segundo o escritório estava repleto de gente fazendo o seu trabalho monótono, no outro só estava eu e você na sala. Eu te peguei no colo e coloquei na mesa. Nossos olhos estavam ligados e te disse que queria fazer sexo ali - nessa parte da história, Sam pôs sua mão pequena dentro do meu short e segurou no meu pênis, ele me masturbou enquanto contava o resto do sonho. - Hmmm - suspirei mordendo os lábios pequenos. - Você estava tão gostoso, quer dizer, sempre está. Eu rasguei sua roupa e abri suas pernas, você fez questão de tirar minha cueca nos dentes. Depois que ficamos nus, te joguei de bruços na mesa e enfiei o meUUU... o meu pau no seu rabo...

Parei de contar o sonho, pois ele estava acontecendo na vida real. Sam jogou a franja para trás e virou a bunda para meu rosto, senti sua boca engolir meu pênis e não soltar, sua garganta tocou a cabeça. Tirei sua cueca e chupei seu cu, que estava se esfregando no meu rosto. Um fato curioso sobre Sam é que seu pênis nunca se manifestou. No começo pensava que ele não estava sentindo prazer, já que, diferente do dele, meu pênis estava duro e babando. Com o tempo ele me fez entender que seu prazer estava em dar.

Sam abriu as pernas para que minha língua o alcance mais fundo. Ele estava quase arrancando meu testículo com a força que chupava. Fechei os olhos e o lambi gostoso. Ele sempre estava limpo e cheiroso, sem pelos, lamber seu cu era muito bom. Sam me mamou até que eu gozasse em sua boca. Do pênis de Sam escorreu um esperma grosso, caindo da minha barriga, ele havia gozado e meu sonho se realizado, mesmo que não fosse no escritório onde trabalho.

- Acho que vou tentar outra entrevista de emprego - disse Sam assim que entrei na cozinha. Depois que nos levantamos e tomamos banho juntos. Eu fiquei no quarto me vestindo para ir trabalhar, enquanto ele pôs uma cueca e foi para a cozinha preparar o café da manhã. Coliquei uma calça preta e uma camisa social, o calor de identificação do exército debaixo da camiseta.

- Eu não quero que vá trabalhar, amor. Mas se quer mesmo, eu não vou te prender em casa - disse tomando um gole de café. O amava demais para deixá-lo preso em casa.

- Obrigado, você é o melhor - ele pegou uma torrada com geleia e passou nos meus lábios, a mordi.

Eu trabalhava em uma agência de viagens, na parte administrativa. Meus pais morreram há pouco tempo. Primeiro foi meu pai, com um ataque cardíaco e a última foi mamãe levada por um câncer no útero. Como não tinha irmãos fiquei com o apartamento todo para mim. Antes eu os tivesse comigo, a vida estava deprimida, até conhecer Sam.

Depois que eu ia para o trabalho, todos os dias, Sam limpava o apartamento e preparava sobremesas deliciosas para nosso jantar. Era um bom namorado e um bom dono de casa. E se ele estava querendo arrumar um emprego, ficaria feliz junto com ele.


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