~ Samuel ~


Estou acariciando o cabelo da Alice enquanto a observo dormir. Hoje iríamos almoçar na casa da minha avó e a Manu também iria conosco. Ia ser um encontro de família, já que a minha avó também insistiu em trazer os pais e os amigos da Alice. Ela estava muito feliz. Já estava acordado há algum tempo, mas não faço menção de me mover, assim ela pode dormir mais um pouco.

Ela começa a se mexer mais perto de mim e me aperta um pouco. Lentamente seus olhos lindos se abrem e sorri ao me ver ainda ali.

- Bom dia - ela fala preguiçosa e me dá um beijo de leve.

- Bom dia meu amor.

- O que faz acordado tão cedo? - ela fala enterrando a cara no meu peito e enrolando seus braços e pernas em mim.

- Meu corpo se recusa a dormir demais contigo ao meu lado, seu corpo quente perto do meu... - me abraço mais apertado à ela.

- Hum, o seu que é uma delícia de acordar colada... - ela se esfrega descaradamente em mim e começa a beijar meu peito.

- Alice... Não comece o que você não pode terminar...

- E quem disse que eu não posso terminar? - ela ergue seu rosto para mim e sua sobrancelha sobe num tom de desafio.

- Temos uma menor em casa Alice... - fecho os olhos lentamente quando ela beija e passa seus dentes pelo meu peito.

- Sei muito bem disso, mas a Manu não vai acordar tão cedo, ela foi dormir tarde por conta dos desenhos dela. Ela foi dormir tarde porque eu já imaginava o que queria fazer com você nessa manhã...

- Então quer dizer que tudo foi friamente calculado? - pergunto rindo.

- Claro que sim.

- Bom saber disso - prendo suas mãos acima de sua cabeça e seu corpo abaixo do meu. É uma delícia ver Alice assim. - Então tenho sinal verde para fazer o que eu quiser é?

- Quase isso... - ela me olha maliciosamente e eu enlouqueço. A beijo como se não me importasse com os cabelos assanhados dela, com os nossos hálitos matutinos, com mais nada. E não me importo mesmo, só quero beijar enlouquecidamente e apaixonadamente a minha namorada.

- Preciso tomar um banho - Alice fala quando libero sua boca. - Você quer tomar comigo? - ela pergunta divertida.

- Pensei que não fosse me chamar.

- Mas teremos que ser rápidos. E extremamente silenciosos...

- Rápido e silencioso, acho que eu posso trabalhar com isso... Prometo que não vai ser nada menos que intenso... - a encaro e a pego em meus braços para sair da cama.

- Ei! O que você está fazendo? - Alice pergunta quando eu saio do quarto dela com ela em meus braços.

- Um par de pés é mais silencioso que dois. Então fique quietinha e aguarde enquanto vamos para o banheiro...

- Claro.

Vou o mais silencioso que consigo até o banheiro e assim que nos trancamos ali dentro não sei mais onde termina Alice e eu começo, somos um grande embolado de pessoas.

O vestido que ela usa para dormir não demora muito para sair de seu corpo quente e encontrar o seu destino no chão frio do banheiro. Minha boca avança no seu mamilo e eu chupo com vontade, quando Alice geme, eu paro imediatamente. Ela fica ofegante.

- Você disse que tínhamos que ser silenciosos - dou de ombros, como se a minha resposta fosse a óbvia.

- E você tinha que me deixar assim?

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