- Prometo que irei ajudá-la a cuidar. - Manu sorrio, abraçando seu namorado.

Muitos convidados vieram me abraçar, amigos e parentes. Estava um pouco cansada, mas a festa só havia começado. Tinha um abraço em especial que eu precisava receber.

Arthur estava ao lado de uma morena, estavam de mãos dadas. Ela realmente era linda. Aproximou-se com ela ao seu lado.

- Laís essa é a Vanessa, minha namorada. - apresentou-a, a mesma abraçou-me fortemente o que me deixou boquiaberta.

- Arthur falou muito bem de você. - sorrio. - Fico feliz que esteja viva.

Tentei encontrar algum sinal de mentira, mas ela estava sendo sincera ou sabia fingir muito bem.

Arthur me abraçou. Se eu chorei? Não teria como não chorar. Vi que Vanessa foi se sentar com Heitor e Manu nos deixando sozinhos.

- Calma. - pediu. - Você está viva. - apertou as minhas bochechas.

- Estou. - assenti.

- Como te acharam? - perguntou.

- Encontraram o Hugo. Ele está preso. - contei.

- Ele havia te sequestrado? - perguntou sério.

- Sim. - respondi.

- Quero que saiba que a nossa família estará sempre por perto. E sobre a Vanessa... - ele ia começar a falar mas o interrompi.

- Não precisa explicar. - sorri compreensiva. - Você precisava seguir a sua vida.

Fomos interrompidos pelos meus pais que avisam que o almoço havia sido servido. Estava realmente com fome. Enquanto mastigava a minha comida, recebia olhares carinhosos de algumas pessoas.

Pensava em algum nome para o bebê. Estava decidida. Valentina se fosse menina e Bernardo se fosse menino. Ambos os nomes me agradavam. Faltava um pouco menos de um mês para o nascimento.

Estava almoçando tranquilamente. Arthur não sabia disfarçar nenhum pouco. De vez em quando a comida que estava seu garfo caía com toda sua distração.

- Você vai continuar morando aqui? - Duda perguntou ao meu lado.

- Pensei em comprar um apartamento. - respondi. - Mas é segredo. Não quero me aproveitar dos meus pais.

- Eles ficaram um pouco bravos. - falou.

- Sei disso. Por isso só vou contar quando tudo estiver certo.

Enquanto conversávamos sobre a possibilidade de comprar um apartamento, alguns convidados já estavam indo embora.

Arthur foi levar sua namorada para casa, mas prometeu para dona Margott que voltaria assim que possível.

Era perto das quatro horas. Estávamos no sofá da sala conversando, eu, Duda, Heitor e Manu.

- Já pensou em algum nome para o bebê? - perguntou Heitor.

- Pensei em Valentina, significa valente, forte. - comecei. - Ou Bernardo se for menino que significa forte como um urso.

- São nomes bonitos. - Manu comentou.

Heitor comentava na possibilidade de morar com Manu daqui dois anos. Ambos estariam no início da faculdade e gostariam de dividir um apartamento.

- É bacana. Também estava pensado em comprar um para mim. - contei baixinho, não queria que meus pais escutassem.

- Mas agora? - Heitor franziu o cenho, sabia que estaria preocupado comigo e com o bebê.

- Sei que parece estranho, mas não quero dar trabalho para ninguém. - expliquei.

Eles concordaram comigo que talvez seria melhor ter um lar só meu. Não demorou muito para que Arthur chegasse. Ouvi uma conversa em rápida dele com seu irmão, ele estava um pouco nervoso.

- Nós discutimos no caminho. - contou baixo.

- Por causa da Laís? - Heitor perguntou.

- Ela não achou que eu ficaria tão mexido com a sua volta. - explicou.

- Você tem que seguir a sua vida. - Heitor comentou.

- Sei disso. Mas ela está viva! - podia sentir o quão duro era para ele a minha presença.

Não poderia imaginar que tudo estaria tão diferente de quando fui embora.

O que eu deveria esperar? Que ele fosse me esperar a vida toda, mesmo estando supostamente morta?

Tentei focar na conversa entre Manu e Duda, o problema é que a minha atenção ia toda para os meninos ao meu lado.

- Nós podemos conversar em particular? - Arthur pediu.

- Claro. - sorri, e ele estendeu a mão para me ajudar a levantar.

Como estava enorme, era um pouco difícil fazer as coisas sozinhas. Por sorte, muitas vezes havia alguém por perto para me ajudar.

Subimos os degraus aos poucos, indo em direção ao meu quarto. Sabia que a conversa que estava por vir seria bem longa.

Sentei-me na cama, tocando o espaço ao meu lado para que Arthur se sentasse.

Respira fundo e conta tudo.

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Obs: vou deixar em itálico e sublinhado os títulos que chamaram mais a minha atenção!

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"Os 50 Tons de Baunilha" - FathRuuss

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02 - O que é que tem? - O ReencontroOnde as histórias ganham vida. Descobre agora