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{ leiam sempre as notas finais, por favor e coloquem a música da multimédia a dar ❤ }

Chegamos (eu, Harry e Felicity) agora mesmo a casa, finalmente, após o agradável almoço em casa da família do meu companheiro. Sim, foi bastante agradável, pela primeira vez em toda a minha vida, senti-me bastante confortável sentada em frente á mesa dos Styles: conversamos principalmente da minha filha e do ambiente em casa.

Sinto que as peças do puzzle começam finalmente a encaixar. Isso é bom... Ou melhor, é ótimo!

A Felicity avisou-me que ia estar no quarto a brincar na casa de bonecas dela e abrir as tão esperadas prendas que ainda estavam com o belo embrulho. Obviamente, acompanhei-a, sem ter a mínima ideia de onde estava o Harry.

Reparo agora que o quarto da minha filha está completamente desarrumado e tem folhas por todo o lado: então eu dou-lhe as folhas de papel para quê? Pra redecorar o quarto? Por acaso, ainda é pequena e eu acho alguma graça ás suas brincadeiras.

"Felicity, já não te avisei que tens que arrumar os brinquedos quando terminas de brincar com eles? Já pra não falar destas folhas brancas espalhadas!" Ralho, não severamente, mas apenas uma chamada de atenção.

"Mas mamã, não estão brancas, são desenhos." Ergo a sobrancelha após ouvir a sua resposta.

Pego numa folha pousada na mesa de cabeceira e tento perceber o que estava lá desenhado; e como por magia a minha pequena revelou-me o que era.

"Somos nós. Tu, eu e o papá. Mas era um presente do Natal, eu tentei fazer desenhos para ti e para o papá, mas ficaram todos feios..." Ela fez um adorável beicinho.

"Feio?! Tu fazes desenhos lindos. Gosto deste," Profiro, analisando cada detalhe do desenho pintado a lápis de cera, bastante colorido. Transmite carinho. E do nada, apercebi-me mais uma vez, do quanto a Felicity me faz falta, do quanto a amo. Não só como mãe mas também como amiga.

Mais de metade dos pais dariam a vida pelos seus filhos. Estamos a falar das pessoas que engravidam conscientemente e não tratam mal um ser que foi originado por eles. Talvez os 25% que não merecem ser pais e que nunca dariam a vida por qualquer filho trata-se de milhões, mas a verdade é que os outros 75% são bilhões de pessoas. Bilhões de pessoas que respeitam e amam alguém.

Encaro atentamente a minha filha, sentada ao meu lado talvez um pouco aborrecida com o silêncio e a brincar com o peluche pousado na cama.

Finalmente entendo todas as zangas que a minha mãe e o meu querido pai tinham comigo, todos as regras e todos os atos amorosos que por vezes eu dispensava. Tratava-se de respeito...

O destino prega partidas fortes, sem dúvida.

"Mamã, onde está o papá?"

"Eu... não sei." Respondo e beijo a testa da minha filha. "Por enquanto, vamos simplesmente brincar as duas, aproveitar enquanto podemos! Sabes que amanhã, já vou trabalhar."

"Vou para a escolinha?"

"Não, ficas com o pai."

(n/a um pouco de #momgoals ❤)

[...]

Para completar o outfit, visto a minha camisola azul escura e quente. As noites são um gelo e eu sou muito friorenta no inverno (no verão é exatamente o contrário!).

Só me falta arranjar o cabelo; parece ser a parte mais complicada. Af, não tenho vontade de o pentear, só vou demorar mais meia hora! Sendo assim, decido arrumá-lo num rabo-de-cavalo simples.

Teen(ager) - h.s {sequela TM}Leia esta história GRATUITAMENTE!