Green

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Heeeeeey, amores! Então, como nós estamos? A primeira fase do projeto da Camila será a fase verde que dividirei em dois capítulos. Esse e o próximo. Eu resolvi, nesse, deixar algo mais explicativo uma para a outra e começar a criar um laço de compreensão e  companheirismo entre as duas.

Hoje a tarde eatarei indo para o hospital, não sei como será, mas avisarei caso haja algum imprevisto.

Uma pergunta: vocês não curtiram o cap passado? Os votos e comentários caíram, fiquei pensando se fiz algo de errado lá. Caso sim, me digam, ta?! Boa leitura!

TT: @lylasexual
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      Liberdade.

     Substantivo feminini. Estado ou particularidade de estar livre. Característica da pessoa que não se submete. Estado da pessoa que não está presa.

     Alternativa que uma pessoa possui para se expressar da maneira como bem entende, seguindo a sua consciência. Independência.

     Ser livre, em sua plenitude, vai além de um estado físico, além de não ser mantido em um cárcere por qualquer que seja a razão. Ser livre diz respeito a agir como bem se entende. Refere-se a agir como sua consciência julga melhor, refere-se a alcançar o bem estar físico e mental da maneira que jukgar melhor. Refere-se a viver.

     Hoje, diferentes dos demais monólogos feitos por mim, não estou aqui para perguntar ou levantar qualquer questão. Estou aqui para falar sobre viver. Sobre acordar e decidir o que fazer em um novo dia, sobre não temer que as coisas não funcionem, sobre não perder a esperança. O ditado já dizia "a esperança é a última que morre" e se você permitir que ela se vá, que a esperança de dias melhores e momentos bons os deixe, você estará dizendo adeus a si mesmo. Dando um fim não só nas possibilidade de melhorar, mas também em sua alma. Em sua essência. Então, mova-se. Você não tem nada a perder. Erga-se e vá. Faça. Tente. Tenha fé e motivação. Porque você merece. Vá e faça.

     Assim como ela.

     O clima poderia ser taxado como o essencial. As temperaturas não estavam tão baixas como há dias, o céu estava claro, espantando as nuvens atrevidas que gostariam de se formar por ali. É como dizem: quando você corre atrás, até os ventos conspiram ao seu favor.

     E era a mais bela e pura verdade, pelo menos naquela situação.

     Camila estacionou seu carro logo a frente do luxuoso prédio indicado pelo endereço. A jornalista encarou o relógio no painel e deu um pequeno sorriso por não ter se atrasado, milagrosamente. Esticou sua mão para pegar seu aparelho celular e enviar uma mensagem para Lauren, mas não fora necessário.

     A escritora, distraidamente encarando seu celular, atravessou a porta de vidro e ergueu seus olhos, apertando-os para tentar enxergar alguma coisa devido a forte luz.

     Com dois leves toques na busina, Camila obteve a atenção de Lauren, que fechou a porta atrás de si e enfiou suas mãos nos bolsos do moletom.

     O clima de fora estava perfeito, mas o clima instaurado dentro do carro era incômodo, sufocante. Eram como duas desconhecidas, mas havia uma questão pesada sobre seus ombros: a mútua admiração.

     Lauren admirava Camila pela singularidade, pelo gigantesco coração e pela maneira como a jornalista conseguia ver as coisas.

     Camila admirava Lauren pela força, pela capacidade de seguir em frente e se recuperar e por dedicar-se com tanto amor ao seu trabalho, dando aos leitores a capacidade de imaginar, de amar, odiar, sofrer.

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