Capitulo 33

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Gente, vocês não sabem como ta difícil fazer Ceda kk To me dobrando em 5 pra isso. Criar capitulo todos os dias, não é nada fácil, como eu achei que fosse... Minha imaginação até ajuda, mas quando ela decide vir, vem tudo de uma vez só, ai acaba acontecendo rápido demais as coisas kkkk Máasss, continuem comentando , porque eu Morro com os comentários de vocês , e quando vocês param de comentar isso me deixa triste :(

( isso foi uma indireta Iza Maria, Raquel, Larissa, Amanda e outros, más só citei elas pq são as q mais comentam e agr pararam um pouco, más todas vcs são importantes pra mim e eu rio demais, demais com os comentários de vcs de vdd kkk )

Beijuuuus.

Davi.


O médico arruma algumas coisas do aparelho nela, e eu fico olhando.

- Quando vou ter alta ?- Ela pergunta pro médico impaciente, essa menina nunca teve paciência mesmo.

- Ainda não sei.- Ele diz.

- Não aguento mais ficar com essas agulhas aqui.- Ela diz fazendo nós dois rir.

- Mas vai ter que ficar mais um pouco.

- Saco.- Ela bufa.

- Hoje acho que já posso te dar alta.

- Sério?- Ela pergunta sorrindo e balançando seus pés, por não darem altura do chão.

- Sério.- Ele ri.

- Davi, eu quero conhecer nossos amigos.- Ela diz sorrindo, parecendo uma criança falando de doce.

- Você precisa descascar moça.- Digo pra ela que faz cara feia.

- Eu já estou descansada. - Ela bufa novamente e eu rio. O médico nos deixa sozinhos novamente. - Davi. - Ela me chama.

- Oi ?- Pergunto.

- Aonde está minha mãe e meu pai ?- Ela pergunta deitada, olhando pra mim. Mordo o canto da boca, como vou contar isso pra ela ?

- É..

- Alice, você já pode ir pra casa.- O médico entra falando. Graças a Deus.

- Já? Aleluia..

- Você vai pra minha casa ou pra sua ?- Pergunto.

- Acho que pra minha.- Ela diz séria.

- Certeza ?

- Não.- Ela abaixa a cabeça sorrindo.- Mas você ainda não respondeu minha pergunta.- Ela me olha. Eu me sento do lado dela.

- Alice, tem certeza que você quer saber ?- Ela me olha pensativa.

- Quero.- Ela morde o canto da boca. Isso já virou costume.- Quero saber primeiro da minha mãe... Porque ela não veio me visitar?

- Sua mãe te abandonou quando você tinha 9 anos.- Ela olha pra mim assustada com os olhos marejados.

- Minha própria mãe me abandonou ?- Ela pergunta com as lágrimas já saindo.

- Mas amor, você nunca ligou pra isso.- Limpo as lágrimas que cai em seu rosto.- Você sempre deu a volta por cima.- Abraço ela.

- Mas porque ela fez isso?- Ela olha pra mim.

- Isso ninguém sabe.

- Que raiva.- Ela limpa as lagrimas com força.- Não preciso dela pra sobreviver. Já vivi isso tudo, o resto da vida ela não vai me fazer falta. Nunca fez. Ou fez?

- Não,claro que não.- Não podia discordar dela.

- E meu pai ?

- Ele já veio aqui, ficou com você, mas agora ele foi trabalhar.

- Ata... Quero conhecer ele logo. - Ela sorri.

- Você vai conhecer.- Beijo sua testa.

- Agora vamos pra casa ?- Ela diz empolgada.

- Tá, precisa de ajuda ?

- Não, acho que consigo me vestir pelo menos. - Ela sorri sem graça.

- Vou assinar sua alta,Ok ?

- Ta.

Alice

Acordo com muitas dores no corpo, em um quarto,umas agulhas fincadas em mim, logo depois percebo que é um hospital. O médico faz todo procedimento, logo depois vem uma mulher falar comigo. E sabe do que eu me lembro? De NADA. Perdi completamente a memória. Ela liga pra alguém, contando que eu acordei. E a outra pessoa parece contente, ela me diz que é seu filho, e que a gente precisa conversar. Ela conta que meu nome é Alice, pois é. Meu estado está tão afetado, que nem do meu próprio nome eu lembrava, que fiquei por uns 5 meses em coma induzindo, por isso acordei quase descadeirada. Gostei do meu nome, mas nem tanto... não gosto de Alice, sei lá se eu gostava ou não antes. Fico mexendo no meu cabelo, após a Olga sair do meu quarto. Até que um garoto lindo passa pela porta sorrindo pra mim, logo depois segura minha mão e eu retribuo o sorriso. Não tinha a minima ideia de quem era aquele garoto. Ele parece me conhecer, muito bem. Fico sem jeito de perguntar, mas pergunto, quem é ele. Ele parece decepcionado, deu até dó. Depois a mãe dele vai falar com ele e eu começo a mexer no meu cabelo novamente, será que eu tinha esse costume antes ? Logo depois ele volta e descubro que eu tenho UM NAMORADOO. Fiquei muito empolgada com a ideia, confesso, mas disfarcei, quer dizer, tentei. Estava curiosa com uma coisa, aonde estava meu pai e minha mãe?
Decido perguntar a ele, que parece não saber como falar, o Médico nos interrompi e logo depois volto a perguntar. Meu mundo desaba quando ele diz que minha mãe me abandonou. Mas se eu sobrevivi até agora sem ela, vou sobreviver o resto. Mudo minha roupa que é um short jeans claro, e uma blusa preta , meu all star, (bom é isso que ta escrito no tênis, deve ser a marca sshsh) pentio meu cabelo, agora em pé percebo o quanto ele é grande. Bate na bunda. Enorme. Abro a porta e o Davi (ele me disse que o nome dele é esse) quase cai, e isso me faz rir.

- Dormindo em pé Davi.- Rio baixinho dele.

- Nem é... Só estava descansando os olhos.- Ele diz rindo.

- Dormindo.

- Shiu, vamos.- Ele pega minha mão,mas percebe o que fez e solta.- Desculpa.- Ele diz sem graça, mas eu pego na mão dele novamente. E ele sorri. Afinal, somos namorados não é?!




Apaixonados por Acaso (EM REVISÃO)Leia esta história GRATUITAMENTE!