Assim que tomamos o café da manha e ele escovou os dentes ( e que boca aquela meldeeeeels). Pessoas bonitas em excesso deveriam ser presas.

Como não tinha escova ( claro né, acabei apagando nos braços fortes daquele cara) então resolvi fazer algo ousado.
Assim que ele escovou os dentes e saiu para a sala, peguei sua escova molhada, passei o creme dental e voi là . Escovei o mais rápido que pude para não ser pega no flagra.

Quando sai do banheiro, ele ainda estava na sala, parece-me que falando ao telefone. Mas nem prestei muita atenção. Fui logo no quarto procurar minha pequena bolsa. Ajeitei a roupa ( Ainda do show ) no corpo, dei uma ajeitada no cabelo ( para não ficar parecendo um espantalho) e sai daquele quarto.

Para minha surpresa, ele já me aguardava, todo lindo.
Eu sorri sem graça.
- Não precisa me levar em casa. Sei me virar muito bem sozinha. Alem do mais, o senhor já fez demais por mim por uma noite...

Ele sorriu com aquele sorriso de derreter qualquer coisa.
- Mas é claro que eu a levarei senhorita Forbes! E não precisa me chamar de senhor. Me faz me sentir um velho de 70 anos.

Eu não consegui conter uma risada.
Ele me olhava como se quisesse entender o motivo da risada.
Eu me cobtrolei finalmente e falei:
- É que.. Você soou tao engraçado que não resisti.
- sério?
- Aham.
- Nenhuma mulher jamais riu de mim.
Ele falou todo serio e eu sentir meu corpo enrijecer. Sera que eu tinha feito certo em rir dele?

- B-bem.. Vai me ... Me levar.. O-ou não? Se quiser eu pego um..
- já falei que irei leva-la não falei?
Ele me interrompeu.

Segurei minha pequena bolsa nas maos e enquanto esperava ele pegar as chaves de seu carro.
Pegou um papel e escreveu alguma coisa, deixando na mesa.

- Para Greta.minha empregada. - ele falou, sorrindo.

Então sorri de volta e ele falou:
- Vamos?
Eu assenti com a cabeça e ele abriu a porta para que eu passasse primeiro.

- Damas, por favor! - Ele falou
Eu sorri passando pela porta.

Caramba! Deveriam criar mais protótipos de homens assim no mundo. Porque está realmente em falta!

Ele fechou a porta e fomos aguardar o elevador. Ainda não sei como ele conseguiu me carregar seis andares desmaiada.
- como conseguiu me carregar ontem?

- Meu motorista. ele me ajudou.
- Ah..

Houve um silêncio constrangedor até a porta do elevador abrir e entrarmos.

Ele apertou para o térreo, e o elevador começou a descer. Quando estava na metade do terceiro andar, deu uma parada brusca e tudo ficou escuro.

- AI MEU DEUS! - eu gritei apavorada.
Olhei pra Harry que apertava os botões do elevador rapidamente.
Quando ele parou, eu soube. Estávamos presos no elevador.

E o pior de tudo. Sem luz.
- Que porcaria! - protestei. - Não poderia ter hora melhor pra faltar luz não? Eu acho apenas que um prédio tao luxuoso como esse, erros assim não deveriam ser cometidos.

Harry nada falou. Estava sério.
- VOCE NAO VAI FALAR NADA?
- Claro que não. Isso acontece as vezes. Acostumei. - Ele estava tranquilo. O que era estranho.

- espera ai, você não mandou nos prenderem aqui não não foi?
- o que? - Ele falou incrédulo diante da minha pergunta acusatória - você é muito mal agradecida, garota. Eu te trago pra minha casa, cuido de você e é isso que eu ganho! Que porcaria! - seu tom era grave.

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