• Chapter Twenty-Eight •

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Saí do apartamento como um covarde

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Saí do apartamento como um covarde. A porta mal havia se fechado atrás de mim e eu já me odiava por isso. Deixá-la ali, nos braços deles…

Christian e Ethan podiam ser meus irmãos de vida, meus parceiros de sangue, mas naquele momento... me pareciam dois predadores cercando uma presa que eu tentava proteger até de mim mesmo.

Não poderia ficar, porque se eu ficasse mais um segundo com ela — olhando aqueles olhos azuis me encararem como se enxergassem o que eu escondo até de mim mesmo — eu não ia aguentar.

Eu iria beijá-la de novo, levá-la para o meu quarto e fodê-la com toda a vontade que tenho desde que a vi.

Mas não quero me apaixonar novamente. Eu sei que, se eu continuar e permitir isso, vou me apaixonar ao ponto de colocá-la em risco, como fiz com a Ellen... Não quero perdê-la também.

Sinto um aperto no coração quando me lembro do que aconteceu com ela...

Saio do elevador, caminhando até o estacionamento, e sigo em direção ao meu carro. Abro a porta e entro em seguida. Ligo o motor do carro, que ronronava baixo enquanto saía do estacionamento e cruzava a cidade.

Depois de um tempo dirigindo sem rumo, estacionei em frente ao bar discreto que sempre vou, quando não vou para as boates

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Depois de um tempo dirigindo sem rumo, estacionei em frente ao bar discreto que sempre vou, quando não vou para as boates.

Saio do carro e fecho a porta, acionando o travamento das portas quando saio. Caminho até o bar e entro. Vou até o balcão de bebidas e falo para o barman:

— Vou querer o de sempre, mas, dessa vez, quero a garrafa de whisky.

— Você quem manda, cara. — Ele diz e vai pegar.

Sinto uma vibração no meu bolso e vejo que é uma mensagem de Charles. Caminho até a mesa no canto mais escuro do salão. Me sento e pego o celular.

 Me sento e pego o celular

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Obscura TentaçãoOnde histórias criam vida. Descubra agora