Capítulo 30

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Jimina, Jungkook, Charlie e taehyung  partiram em uma viagem para encontrar Joonhon. O caminho até o esconderijo de Joonhon não era claro, mas eles estavam determinados a enfrentá-lo. Enquanto dirigiam pela estrada deserta, a tensão era palpável.

— Você está com medo, não está?

Jimina perguntou, olhando para Jungkook.

Ele não respondeu de imediato, mas seu olhar dizia tudo. Ele estava lutando contra seus próprios demônios, mas sabia que não havia outra escolha.

— Sim, estou. Mas eu vou seguir em frente. Não posso deixar que isso me vença.

Jimina observou Jungkook por um momento, seus olhos penetrando os dele, como se tentasse entender o que ele estava realmente sentindo. Ela sabia que ele carregava um peso maior do que todos ali, e suas palavras apenas confirmavam isso. Mas, ao mesmo tempo, ela reconhecia a força dentro dele, mesmo quando ele não acreditava nela.

— Não precisa ser sozinho nessa, Jungkook. Todos nós temos nossos próprios medos, mas estamos aqui juntos.

A voz dela foi tranquila, quase como um lembrete.

Charlie, que dirigia o carro, lançou um olhar rápido para eles no retrovisor, mas manteve o foco na estrada à frente.

— Temos que estar prontos para tudo. Joonhon vai ser implacável.

A voz de Charlie soou baixa, mas cheia de gravidade.

— O que ele está fazendo agora é apenas o começo. Aqueles mercenários não vão nos dar uma chance fácil.

Taehyung, que estava sentado ao lado de Jimina no banco de trás, acrescentou com um tom calmo, mas sério:

— Não podemos subestimar o que ele pode ter planejado. Mesmo que saibamos que ele está vulnerável, ele sempre tem um truque na manga. Então, precisamos pensar rápido e agir rápido.

Jungkook olhou para o horizonte, onde o céu escurecia lentamente, a estrada se estendendo sem fim à frente. Ele sabia que a jornada estava apenas começando, mas uma sensação estranha o invadiu. Era como se estivessem indo em direção a um destino inevitável, algo que não podiam mais evitar.

— O que vamos fazer assim que chegarmos lá?

Ele perguntou, virando-se ligeiramente para Jimina.

— Temos algum plano além de confrontá-lo?

Jimina olhou para ele, seus olhos brilhando com uma confiança calculada.

— Vamos analisar a situação quando chegarmos, mas uma coisa é certa: não podemos deixar que ele tenha a vantagem. Se conseguirmos infiltrar-nos antes que ele nos perceba, podemos fazer um movimento rápido. Sabemos que ele tem os mercenários, mas talvez possamos usar isso contra ele. Se soubermos onde ele está, podemos surpreendê-lo.

Charlie balançou a cabeça em aprovação.

— Isso é o que precisamos. Surpreendê-lo. A única vantagem que temos é o elemento surpresa. Se Joonhon acha que estamos na defensiva, ele pode baixar a guarda.

Taehyung parecia pensativo, mas suas palavras eram certeiras.

— Se ele tiver tudo muito protegido, a entrada não vai ser fácil. Vai ser uma luta. Mas não podemos deixar que ele saiba que estamos chegando. Nosso tempo é limitado.

O carro cortava a estrada deserta, o som do motor preenchendo os espaços vazios entre as palavras. O ambiente dentro do veículo estava pesado com a sensação de que cada quilômetro percorrido os aproximava mais do momento decisivo. O silêncio que se seguiu era mais confortável agora, como uma pausa antes da tempestade.

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