Era um dia um tanto normal, estava trabalhando no meu canto, apenas aguentando aquele garoto chato que age como se fosse um adolescente mimado mesmo que já tenha 27 anos. Mas, tirando o fato dele ser totalmente insuportável, ele é um gato, pena que a chatice o atrapalha de uma maneira péssima.
Aliás, me chamo Isadora, tenho 22 anos e trabalho nessa empresa como secretária há dois anos. Apesar de ser um pouco difícil trabalhar aqui, eu gosto e não pretendo sair.
- Ô pirralha, vai estar livre hoje a noite?
Aquela maldita voz. Sexy pra caralho.
- Por que queres saber Jhonatan?
- Caso esteja, quero sair com você.
Esse insuportável está mesmo me chamando para sair? Que novidade...
- Não sei se vou estar livre. Eu tenho coisas a fazer logo após sair daqui, sou diferente de você que não faz absolutamente nada da vida.
- Que isso gata, acordou estressada hoje?
- Só me deixa no meu canto, por favor, Jhon.
É, ele insiste em me chamar para sair, mesmo que eu já tenha recusado todas as vezes. Mas, talvez dessa vez eu possa dar uma pequena chance a ele, algo do tipo "come e vaza", sei que ele gosta desse tipo e não de um compromisso sério. O que custa dar uma chance para ver se ele fode como falam.
- Jhonatan, ei, vem cá. - chamo por ele.
- Diga, pirralha.
- Eu aceito sair com você hoje. Apenas me diga as horas e onde.
- Você que manda, gatinha.
Merda. Eu fiz isso mesmo? Porra... Agora não tem como voltar atrás.
Após voltar pra casa, me arrumo para sair com Jhonatan, mesmo não tendo muita vontade de ir, eu dou tudo de mim para poder ficar bonita.
Um vestido colado azul, salto e uma bolsa. É tudo oque eu preciso.
Chegando no local onde ele marcou, avisto ele sentado em uma mesa.
Tão... Lindo.
- A gatinha veio mesmo? Caralho, que isso.
- Não poderia faltar, né?
- Você está deslumbrante, gostosa pra caralho.
É estranho como essas palavras dão efeito em um lugar onde não deveriam dar.
- Obrigada, você também não está nada mal.
Na verdade, ele está gostoso pra cacete, mas não quero deixar o ego dele alto. Não agora.
Após jantarmos, ficamos em silêncio por um breve momento.
- Então pirralha, já te trazi para jantar, paguei a conta e te elogiei. Eu só quero saber oque vai rolar agora.
- O que você pretende fazer, Jhon?
- Te comer até o dia amanhecer.
Porra... Que droga.
- E o que te impede de fazer isso?
- Você.
- Eu não recusei isso em momento algum.
Que droga eu estou fazendo?
- Então eu posso comer você?
- Pode. E deve.
Sem nem pensar duas vezes, Jhonatan levanta de maneira rápida da mesa e me leva para fora do restaurante.
- Quer ir pra minha casa? - pergunto.
- Não. Vou te levar em um motel.
Eu nunca fui em um motel.
Após chegarmos no local e ele pagar o quarto, entramos nos beijando, o calor subindo entre minhas pernas e atingindo exatamente o ponto certo.
- Porra, que gosto bom. Mal posso esperar para provar o gosto de baixo.
Minhas pernas estremecem com essas palavras, e ele sabe disso.
- Calma aí princesa, nem comecei a te chupar ainda para você tremer suas pernas.
Porra, esse cara ainda vai me matar.
- Deita na cama, amor. - ele pede em tom autoritário.
- Sim, senhor.
Caminho até a cama e me deito, e aí sim eu posso ver seu pau ereto, marcando na calça.
E caralho, é grande pra porra.
- Eu vou te chupar agora, então é bom você ficar caladinha. A cada gemido que você soltar, vai ser um tapa que vai levar, princesa.
Ele nunca havia feito nada comigo, mas ele sabia exatamente em que ponto acertar.
Enquanto se aproxima de minha intimidade e desliza a calcinha para baixo, sinto meu corpo queimar, implorar por sua pele junto a minha, por sua língua nela, por seus dedos, e até mesmo seu pau.
- Me chupa, por favor. - peço em tom suplicante.
- Caladinha, amor. Eu farei na hora que eu quiser. Eu mando aqui. Seu papel é apenas gozar na minha boca e no meu pau.
Filho da puta...
Sua respiração se aproxima de minha carne, enquanto minha mente suplica por sua língua em mim. Até que, essa vontade finalmente é saciada.
- Caralho... Que buceta gostosa. Que gosto gostoso do cacete. Eu poderia ficar horas chupando.
Sua língua passa por todo canto, explora lugares onde eu nem sabia que era possível existir. O calor percorre por todo o meu corpo, era como se ele tivesse entrado em combustão. Sua língua passeando em mim, dançando enquanto minhas pernas tremiam e eu tentava segurar o gemido.
A porra do gemido.
- Isso... Me chupa Jhonatan, continua...
Ele para. Um tapa.
Ele me deu a porra de um tapa na cara.
E o pior, é que eu gostei.
- Eu avisei para ficar calada, não avisei amor?
- S-sim... Avisou. - digo sem fôlego e sem raciocínio.
- Agora, eu vou voltar a chupar essa buceta gostosa e só quero ouvir seu gemido novamente quando meu pau estiver dentro de você, te explorando por inteira. Ouviu?
Faço que sim com a cabeça e então sinto novamente sua língua me invadir, era tão gostoso... Tão quente, tão sujo. Porra, como eu amo. Sua língua entrando e saindo de mim, passando pelo meu clitóris, me fazendo morder meus lábios na tentativa de conter meus gemidos.
E falhei.
Ele para novamente. Um segundo tapa.
- Porra Isa, assim fica difícil lamber essa delícia... Será que vou ter que amarrar algo na sua boquinha amor?
Não digo nada, pois as únicas palavras que querem sair dos meus lábios são me chupa Jhonatan, por favor amor.
E eu me recuso a dizer isso agora. Mesmo que a ideia de levar mais um tapa na cara me deixe completamente molhada.
Ele volta a chupar novamente, mas dessa vez volta de forma rápida e ágil, me deixando sem chão e mais excitada, sua língua passando de forma rápida em minha buceta, juntando com minha excitação... Porra, que droga de homem é esse?
Sabe me deixar excitada como eu jamais pensei que ficaria. Esse filho da puta é bom no que faz.
E eu acho que vou querer sempre essa merda.
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Contos Eróticos +18
Short Story• Contos +18; • Diversos contos; • Se não gostam desse tipo de conteúdo, não leiam; • Fiz com carinho 💜.
