• Chapter Twelve •

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Alguns dias antes

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Alguns dias antes...

Após sairmos da casa da morceguinha, chegamos à porta dos fundos da casa do desgraçado e abri a porta, já que mais cedo consegui raquear o sistema da casa, o que foi fácil.

Entramos na casa, que estava escura, com apenas algumas luzes fracas. Subimos as escadas sem preocupação, pois também tínhamos desligado as câmeras e o sensor da casa inteira.

Procurávamos o quarto dele pelo corredor extenso. Escutei vozes e choro por trás da porta que estava entreaberta.

Chutei a porta e vi o maldito dar um pulo da cama e olhar para a gente assustado; tenho certeza de que a máscara ajudou nisso. Chris foi até ele e o puxou de cima da mulher, que tentou se enrolar no lençol.

Meu sangue ferveu com a visão que tive: a mulher nua na cama com o escroto em cima dela. A mulher tem aparência jovem, talvez uns 18 anos ou menos.

Ele ainda estava com a roupa, só que com aquela merda que ele chama de pau para fora.

— Saia! E nada de abrir o bico, senão quem eu vou matar é você. — Ameaço a garota. Ela só concorda com a cabeça e sai correndo do quarto, pegando sua roupa no chão, que parecia rasgada.

Fecho a porta para ninguém ouvir ele gritando, mesmo que não tenha ninguém na casa. Eu me aproximei do confronto, onde Christian dominava, enquanto o desgraçado se debatia, desesperado. Agarrei-o pelo cabelo, puxando com força.

Seus gritos ecoaram enquanto tentava se soltar, em vão. Com um movimento brusco, bati sua cabeça contra a parede, quatro vezes seguidas. Ele cambaleou, tonto, e desabou no chão.

— Agora você vai se arrepender de ter nascido, seu porco maldito!  — Gritei, puxando-o para cima. Seu olhar confuso encontrou o meu. Dou um soco rápido no seu nariz e ele gritou de dor, o sangue saiu jorrando de seu rosto.

Dou vários socos na cara dele, que enche de sangue, jogo ele para Chris descontar toda a sua raiva nele, até que o frouxo desmaia.

— Vamos levar ele, antes que esse bosta acorde. — Christian diz.

Pego ele que até não está tão pensando como eu pensaria que era. Vou com o maldito nos meus ombros até o carro que estava atrás da casa dele. Olho ao redor e não vejo ninguém.

Abro o portão das malas e jogo ele dentro sem cuidado algum. Passa uns pouco minutos e vejo Christian andando rápido.

— Está tudo certo, limpei as coisas para ninguém perceber. — Concordo com a cabeça e entramos no carro e fomos em direção ao nosso galpão.

 — Concordo com a cabeça e entramos no carro e fomos em direção ao nosso galpão

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Obscura TentaçãoOnde histórias criam vida. Descubra agora