• Chapter Eleven •

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Ficamos conversando e olhei para o meu celular e vi que já eram 18h42, deveria estar em casa desde às 17 horas

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Ficamos conversando e olhei para o meu celular e vi que já eram 18h42, deveria estar em casa desde às 17 horas. As horas se passaram tão rápido, nem tinha percebido.

— Eu preciso ir. Obrigada pelo Capuccino. — Disse eu, Sophia se levantou e olhou para mim e Ethan.

— Ethan, você pode nos levar ao estacionamento?

— Claro, vamos. — Concordou Ethan.

Saindo da cafetaria, entramos no carro de Ethan, que dirigiu para o estacionamento da escola onde estava o carro de Sophia. Ao chegarmos, eu desci.

— Obrigada. — Agradeci.

— Por nada. — Respondeu Ethan, sorrindo.

— Valeu, priminho, mas vou levar Raven para casa. — Disse Sophia. Olhei para ela.

— Não precisa, minha casa é perto daqui.

— Nem vem com essa! Eu te levo. Já é de noite e é perigoso. — Insistiu Sophia.

— Não se preocupe, eu vou ficar bem.

— Não, eu te levo e não aceito um não como resposta. — Afirmou Sophia.

— Mas... — Comecei. No entanto, Ethan me interrompeu.

— Raven, realmente é melhor você não ir sozinha agora. Se quiser, eu te levo. — Disse Ethan.

— Não, não precisa. — Respondi.

— Raven, deixa de ser teimosa. — Insistiu Sophia. Suspiro, sabendo que ela não iria desistir.

— Tá bom, pode me levar. — Concordei. Sophia sorriu feliz e se despediu do primo.

— Tchau, primo! Até outro dia!

— Até mais, prima. — Respondeu Ethan. Ele olhou para mim e se aproximou.

— Posso... Te abraçar?

Fiquei sem jeito com a pergunta, olhei para Sophia atrás dele, que sorriu e fez um coração com a mão.

— É que... — Começo a falar, mas ele diz primeiro.

— Não precisa aceitar, eu entendo. — Ele fala, frustado. Olho para Sofia, sinalizando que sim. Eu penso direito, isso não vai matar, é só um abraço. Por fim, olho para ele e falo:

— Ah, pode... — Murmurei.

Ele sorriu, abriu os braços e abraçou minha cintura. Eu fiquei parada, no entanto, levei minhas mãos aos seus braços e encostei meu rosto no seu peito.

Ele me apertou contra seu corpo. Ninguém, além de minha mãe e avó, havia me abraçado antes. Ethan foi o primeiro menino a me abraçar. Sua fragrância masculina me deixou embriagada.

Escutamos uma tosse de Sophia e me afastei dele. Percebendo que demorei abraçando ele, o seu abraço é reconfortante com seu cheiro é viciante.

— Tchau, Ethan.

Obscura TentaçãoOnde histórias criam vida. Descubra agora