Raven sempre acreditou que a solidão era o único lugar seguro. Depois de ser traída, espancada e marcada por quem chamava de amigos, ela aprendeu a desconfiar de todos. Entre pesadelos, remédios e o medo constante, sua vida se resume a tentar sobrev...
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— O que faz aqui?! Saia agora! — Ele me olhou descaradamente, passando a língua nos lábios, e isso me fez querer vomitar.
— Queria falar com você, minha querida enteada — Disse com um sorriso, levantando-se da cama e vindo em minha direção com passos lentos. Eu dei passos para trás, tentando me afastar.
— Quero me vestir primeiro, saia do meu quarto. — Disse firme, mas ele continuou com seu olhar predador.
— Você está perfeita assim... Toda molhadinha... — Falou com voz rouca, olhando meu corpo. Quando me viro para correr para o banheiro e me trancar lá dentro, ele foi mais rápido e puxou meu braço e me empurra contra a parede.
Bato com as costas na parede, sentindo o impacto, comecei a tremer e meus olhos lacrimejaram.
— Por favor... Saia. — Tento falar firme.
Luiz colocou a mão direita na parede ao lado da minha cabeça, inclinou a cabeça e sorriu.
— Você é muito mais linda implorando com esses lindos olhos azuis... Você está me deixando louco...
Fiquei paralisada, olhando com medo. Ele chegou perto, e eu virei o rosto para o lado, sentindo seu hálito no meu pescoço exposto. Comecei a tremer, e uma lágrima solitária desceu pelo meu rosto.
— Seu cheiro é muito delicioso... — Disse, tocando meu rosto e descendo pelos meus ombros até minha cintura, apertando.
Fiquei chorando e tremendo. Senti sua ereção na minha barriga e fiquei desesperada.
— Para, me solte! — Levo uma mão minha e empurro o peito dele, já que a outra está na toalha, porém ele segura meu pulso.
— Calma, gatinha... — Ele sorriu. — Por enquanto eu só quero te tocar. Eu não aguento mais ficar sem tocar em você. Eu necessito fazer isso... — Disse, apertando minha cintura.
Sua outra mão foi até meus cabelos, soltando o coque. Ele se afastou, colocou a mão dele no meu pescoço e apertou com força, deixando-me sem ar.
— Tão frágil e indefesa... — Disse, soltando um pouco meu pescoço. Assim, puxei o ar com força para meus pulmões. Ele alisou meu rosto, tocou meus lábios e pressionou.
— Eu vou ser o primeiro homem a entrar nessa boceta virgem gostosa. Se alguém te tocar, eu juro que mato! Você é toda minha! — Falou possessivamente, me deixando com muito medo. Olho para ele em choque, ele é um louco doente!
— Sua mãe me disse que nunca namorou... Então isso deve significar que nunca foi tocada, estou certo? — Ele sorriu, e eu fiquei com raiva e medo ao mesmo tempo, já que estava praticamente nua, coberta apenas por uma toalha. Ele sorri sádico e aperta meu pescoço. Solto minha mão da dele e seguro seu pulso para ele soltar.
— Me solta! — Grito, esperando que alguém escute. No entanto, ela dá um tapa no meu rosto que vira de lado e sinto gosto metálico de sangue.
— Eu vou contar o que está fazendo comigo! Socorro! Alguém me ajuda! — Grito o mais alto que consigo, mas ele tampou minha boca com sua mão, enquanto, a outra, ele segura minha cintura com força e coloca o joelho entre minhas pernas para não conseguir me mover.
Ele vira meu rosto e seus lábios tocaram meu pescoço, e senti ele distribuindo beijos e mordidas. Senti nojo extremo do que ele estava fazendo comigo.
Fecho os olhos com força e grito na mão dele o mais alto que consigo, mas o som sai abafado pela força que ele faz contra minha boca.
Sua mão desceu da minha cintura até minha coxa, apertando. Tentei empurrá-lo com uma mão, mas não adiantou; ele era muito mais forte que eu. Queria empurrá-lo longe, mas não queria soltar a toalha.
Fiquei rezando em pensamento para que minha mãe chegasse logo. E parece que Deus ouviu minhas preces, pois escutei a voz da minha mãe chamar Luiz.
Obrigada, Deus!
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Espero que tenham gostado!
Não esqueçam de deixar a: "🌟" e comentar, isso é muito importante, aliás isso não custa nada. ;)
Obrigada, por estar lendo a minha história!
Até o próximo capítulo, beijos. 💋🖤
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