Raven sempre acreditou que a solidão era o único lugar seguro. Depois de ser traída, espancada e marcada por quem chamava de amigos, ela aprendeu a desconfiar de todos. Entre pesadelos, remédios e o medo constante, sua vida se resume a tentar sobrev...
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Durante o intervalo, fiquei mexendo no celular. Quando faltavam cinco minutos para o sinal tocar, fui ao banheiro. Levantei-me do banco e fui em direção ao banheiro, entrando em uma cabine.
Apertei a descarga antes de usar, pois estava sujo de urina. Essas garotas parecem não saber ler, já que havia um aviso na porta da cabine: "Após o uso do sanitário, dê descarga", mas elas fazem o contrário.
Passei papel higiênico ao redor da tampa do vaso, mesmo sem sentar, pois acho mais higiênico. Abri o zíper da calça, desci-a junto com a calcinha e fiz xixi em pé para não encostar no vaso.
Após terminar, abri minha mochila e retirei uma bolsinha de higiene com papel higiênico para enxugar minha intimidade, pois naquela escola o papel higiênico era raro. Saí da cabine, lavei as mãos na pia e retornei à sala. Sentei-me na cadeira e a aula recomeçou.
E assim foi meu dia: aulas, intervalos e os olhares raivosos de Cloe. Depois de muito tempo querendo sair daquela "prisão", o último sinal do dia tocou e fomos liberados para casa.
Finalmente!
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Estou andando por uma rua movimentada, faltando apenas uma quadra para chegar em casa. Ao olhar para o lado, vejo Cloe na frente de uma sorveteria com suas amigas. Reviro os olhos e continuo meu caminho.
Entro na minha rua e sigo em direção à casa de Luiz, minha nova residência. A casa tem dois andares e um lindo jardim. Caminho pela rua e imagino nos dois homens estranhos que passaram por aqui, não consigo tirá-los da minha cabeça.
Chego à porta, giro a maçaneta e entro. Vejo Luiz no sofá, com a TV ligada e mexendo no celular. Odeio quando ele está em casa; sempre me escondo no meu quarto. Vou até a cozinha e escuto:
- Olha quem chegou, minha enteada linda. - Seus passos me fazem sentir tensa. Ele me encara com um olhar esquisito.
- Oi... - Respondo secamente.
Deixo o copo na pia e corro para o quarto. Não suporto ficar perto dele.
Entro, deixo a mochila na cadeira e tranco a porta do banheiro. Retiro as roupas e coloco no cesto de roupas sujas. Faço um coque alto para não molhar o cabelo.
No chuveiro, a água morna me relaxa. De repente, lembro que esqueci de trancar a porta do quarto.
Droga! Vou trancar assim que terminar.
Não acredito que esqueci de fazer isso, essa escola está me deixando doida, também eu estudo o período integral naquela escola que parece mais uma prisão do que uma escola.
O horário das aulas começa às 07h30 da manhã e termina de 16h40 da tarde, ninguém merece passar praticamente o dia todo na escola.
Lavo meu rosto e começo a lavar o corpo com sabonete de morango. Fico debaixo do chuveiro aproveitando a água que escorre pelo meu corpo me dando uma sensação de alívio.
Ao terminar meu banho, saio do box, escovo os dentes e envolvo-me em uma toalha. Ao abrir a porta do banheiro, encontrei Luiz sentado na minha cama. Aperto a toalha ao corpo, surpresa.
O que ele está fazendo aqui?!
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Espero que tenham gostado!
Não esqueçam de deixar a: "🌟" e comentar, isso é muito importante, aliás isso não custa nada. ;)
Obrigada, por estar lendo a minha história!
Até o próximo capítulo, beijos. 💋🖤
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