AVISO!

Algumas leitoras estão vindo me procurar dizendo que a história está ruim do jeito que está, e que no inicio estava bom e que do nada a Elizabeth perdeu a memória, e que vai até parar de ler a história. Gente, por favor, ainda estamos no capítulo 13, a história termina no capítulo 35 por ai, se não terminar antes, porque estou tão desanimada em escrever a história, tá difícil!

Nunca o inicio de uma história é um mar de rosas, ele fica depois, se eu coloquei a Elizabeth com perda de memória foi por um motivo meus amores, estava planejado isso acontecer, eu sigo um roteiro que faço para cada livro. Desculpe-me se não estou fazendo uma boa história, mais erros acontecem e para mim está bom!

Enfim, colocarei um trecho do que vem pro capítulo 13 (Parte II) ;)


As palavras de Maxwell que estava sentado ao meu lado não parava de se repetir em minha cabeça. Sinceramente não sabia o que pensar direito, não sabia em quem acreditar, não sabia o que fazer e para onde correr, a única vontade que eu tinha era de fechar meus olhos e imaginar que tudo voltaria ao normal, e que eu estava somente tendo um sonho ruim, e que logo tudo voltaria a ser normal, mais estava vivendo o mundo real é o mundo real machuca.

Eles vão continuar mentindo para você! Eles nem falaram a verdade, continuaram fingindo que tudo estava bem, quando na verdade não estava.

Meus pais sempre tiveram uma vida diferente, sempre foram bastante ocupados, nunca os via em casa, sempre em minhas lembranças aparecia Lana, a minha protetora que me protegia quando meu pai ficava irritado e queria bater em algo. As vezes dormindo e meu pai me pegava assim desprotegida. Ele nunca deixava nenhum tipo de marcas profundas, as vezes só ficava com o local que ele batia avermelhado ou até arranhado, mais mesmo ele fazendo isso e eu não entendendo o motivo, eu continuava amando meus pais e os respeitando.

Lembro-me que João me traia, que ele mentia para mim, eu sempre estava lá, o acobertando, mais afinal quando se é apaixonado por alguém, não fazemos coisas totalmente ridículas? Então, meu caso era assim, e eu era cega o bastante para ver o quão humilhante era isso.

- Sei que deve estar sofrendo neste momento, mais posso te garantir que antes desse acidente que sofreu você tinha dado a volta por cima Beth, tinha saído da casa dos seus pais, tinha terminado o seu noivado, veio para Minas Gerais com a minha tia Lana, ficou um tempo na fazenda da minha tia e depois se mudou para a minha casa. - Disse o Maxwell sorrindo. - Logo depois você saiu da minha casa, comprou a sua própria casa e também um carro, mais mesmo assim continuávamos a sair juntos. Você se declarou para mim, assim como me declarei para você. Você queria um tempo, não queria relacionamento por enquanto, e no dia do seu acidente iria pedi-la em namoro. - Finalizou Maxwell segurando minha mão.

A principio o meu intuito foi de puxar minha mão, mais quando vi aquele homem deixar lágrimas caírem na sua bochecha acabei respirando fundo e deixando minha mão no lugar onde estava. Como eu fiz tudo isso se sempre fui medrosa? Tenho certeza que se não fosse por Lana nada disso teria acontecido.

- É muita coisa para raciocinar, minha cabeça parece que vai explodir a qualquer momento, eu não sei em quem acreditar, estou confusa, desorientada, você sabe me dizer se pelo menos eu tenho algum tipo de diário ou bloco de notas? Qualquer coisa que me faça ver quem está falando a verdade? - Perguntou Beth respirando fundo.

- Você tem um diário, posso procurar na sua casa e te trazer. - Respondeu Maxwell.

Concordei com a cabeça e voltando a minha atenção para as minhas mãos.

- Eu tenho que ir embora, mais peço alguém para entregar seu diário, tenho que ficar junto de Bianca, ela está muito tempo sozinha e falta pouco para ela dar a luz. - Respondeu Maxwell levantando-se da cama e colocando seu chapéu.

- Quem é Bianca? - Perguntou Beth.

- A suposta mãe do meu filho, você estava me dando força, fez com que ela vinhesse morar comigo e somente julgá-la quando a criança nascer e o resultado de DNA tivesse em mãos. Você fez coisas maravilhosas Beth, tão maravilhosas que me fez me apaixonar por você. Eu não vou sair do seu lado porque eu te amo, juntos sei que podemos te ajudar a recuperar a sua memória. - Respondeu Maxwell beijando minha mão.

Concordei com a cabeça. Antes de Maxwell sair do meu quarto no Hospital ele me deu mais uma olhada em minha direção e fechou a porta. Deixei lágrimas caírem do meu rosto, estava as segurando por tempo demais! Eu não perdi memória coisa nenhuma, eu sei muito bem de tudo o que aconteceu na minha vida, mais a partir do momento em que todos acham que eu estou sem memoria, fica mais fácil de jogar e de saber quem são meus pais biológicos. Escutei uma conversa de duas enfermeiras no quarto dizendo que a policia estava investigando quem era a minha verdadeira família.

Meu amigo da época de Faculdade foi brutalmente morto, não sabia que andava recebendo ameaças e se ele tivesse me contato teria parado imediatamente as investigações, mais daria um jeito de continuar sozinha sem que ninguém mais pudesse ficar em perigo. A única informação antes de Francisco morrer foi de que William Carrara poderia ser meu pai biológica, não tinha outro tipo de motivos dele ter me entrado para Peter e Eleonor Moscovit.

Eu iria até o final, iria saber da minha verdadeira identidade e somente assim poderia seguir em frente com Maxwell.

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Estavam vendo, Elizabeth não perdeu a memória, vocês não sabem esperar!!

Encontros Marcados #1 (Completo)Read this story for FREE!