– Park vai na frente e salve nosso filho.
ele mandou recuando.
– Aonde você vai?
questionou o abraçando.
– Tenho que pegar alguns documentos importantes.
respondeu beijando sua testa.
– Não importa o que aconteça se conseguir sair, não olhe para trás. Continue correndo e vá para o hospital mais próximo, salve a criança e não se preocupe comigo.
ditava em tom de desespero.
– Mas não posso sem você, quem vai segurar a minha no parto?
questionou já com lágrimas.
– Só salva ele Park. Não pense em mais nada apenas nela!
selou seus lábios talvez pela última vez.
– Vou te esperar.
disse em seu ouvido.
– Vai!
ordenou empurrando um pouco o corpo dela como um impulso.
Park deu apenas um último abraço nele, começando sua corrida para sobreviver. Em sua mente apenas sua filha importava, sua vida não era importante, apenas a criança importava!
***
23h15min.
Joonhon deixou um sorriso se alargar assim que visualizava as chamas destruindo todo o prédio, seu plano havia dado certo até o momento, mas seu medo era que Jungkook não saísse com vida daquele lugar, que agora estava parecendo um inferno com as chamas.
– Joonhon ... Acha que ele escapa?
Katharine perguntou ao seu lado.
– Jungkook ?
arriscou em perguntar.
– Ele é sangue ruim, não morre fácil.
respondeu girando a chave na ignição.
– Acho melhor esperar tudo tomar o seu caminho.
deu alguns tapinhas de leve em seu braço.
– Vamos tê-lo de volta!
disse sorrindo.
Park sentiu suas dores aumentarem conforme corria, não iria aguentar por muito tempo. O líquido que escorria em suas pernas já tinha aumentado e a dor insuportável se mostrava cada vez mais frequente.
Empurrou a porta da sala de Jungkook já dominada pelo fogo, sua mesa estava em chamas, armários se despedaçavam, vidros quebravam. Tudo estava se destruindo aos poucos. Guiou-se para dentro da mesma procurando com os olhos a porta que a levaria para o lado de fora, mais a frente ali estava ela intacta. Sem pensar antes de agir, correu até ela, mas não conseguiu seguir caminho adiante por causa da dor que lhe fez quase cair no chão, não conseguindo. Suas pernas estavam fracas e a dor impedia qualquer movimento.
As lágrimas se mostraram presente e o fogo a sua volta parecia querer lhe atingir, a temperatura estava maior que o comum, não sabia mais se sairia viva ou não daquele lugar. Ela orava a Deus pra sua bebê ficar bem.
– Aguenta, por favor... Mamãe está aqui...
pronunciava segurando a barriga.
– Seu pai está a caminho...
tossia.
– Ele vai nos tirar daqui... Só aguenta, por favor...
chorava já não aguentando tanto a dor quanto a fumaça.
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𝐌𝐀́𝐅𝐈𝐀
ActionPark Jimina é a melhor policial. Uma mulher determinada que não tem medo de se arriscar. Ainda mais se sua missão envolver aqueles que mais ama. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando sua mãe adoece e não sabe de onde levantar dinheiro para paga...
