Sábado, 31 de Outubro de 2015. 8h15min.
Johnny entrou na farmácia observando as prateleiras cheias de medicamentos, estava ali, pois havia chegado o dia de saber a verdade sobre a gravidez de Park . Estava torcendo para que o resultado fosse negativo igual a ela, mas talvez o mundo estivesse contra os dois, ninguém poderia garantir nada.
– Em que posso ajudar?
uma loira simpática apareceu atrás do balcão.
– Eu queria um teste de gravidez.
pediu.
– Vou vê se ainda temos, espere um pouco, com licença.
– Toda.
respondeu rindo sem os dentes visualizando-a entrar por uma porta branca.
Virou de costas para a bancada, passando a mão pelo rosto, torcia para que o resultado fosse negativo, mas isso não queria dizer que não teriam de ter o aparelho.
– Deu sorte!
a mulher voltou com uma caixa em mãos.
– É o último que temos, e é dos melhores.
– Quanto custa?
foi logo perguntando, não importava se o aparelho era bom ou ruim.
– Dez dólares.
Ele retirou o dinheiro da carteira lhe entregando, a mulher com um sorriso simpático pegou uma sacola branca colocando a caixa dentro entregando a ele com um sorriso nos lábios.
– Boa sorte!
desejou, Johnny quis enforcá-la por isso.
– Hum, obrigado.
agradeceu sem jeito, saindo do local.
– "Boa sorte!", não se deseja sorte quando está preste a descobrir que está grávida de um assassino!
retrucou já dentro do carro, iria direto para a máfia.
***
Busan, C. 8h00min.
Charlie e Spike corriam pela praia praticando seus exercícios físicos, haviam levantado cedo para correm pelas areias e brincarem. Estavam de folga, era um desconto por causa do tiro que baleou Spike, o cachorro ainda estava de repouso fazia mais de uma semana desde que sofrera, mas já tinha se recuperado e agora estava entrando em forma.
Pararam para comprar uma água de coco, sentando-se na areia observando o mar agitado.
– É Spike... Acho que seremos só eu e você por um tempo.
Charlie acariciou o animal deitado ao seu lado.
Citava a viagem que sua esposa havia feito para o Canadá por um problema em família, ele havia ficado por conta do trabalho.
Tomou mais um gole de sua água, observando garotas de biquíni soltarem risinho passando por si. Revirou os olhos, voltando sua atenção para o mar, pena que ele era o tipo de homem que só tinha olhos para apenas uma mulher: Lydia Lopez era ela, aquela com quem se casou e teria seus filhos.
Ele era novo, tinha apenas trinta anos, e uma aparência estável, seus cabelos negros eram sempre bagunçados, seus olhos tinham um tom de verde, os ombros largos e um corpo definido que dava inveja a qualquer homem mais velho que si.
– E você Spike não vai arrumar ninguém?
o cachorro levantou a cabeça encarando-o e ele riu.
– Park não deixa?
riu fazendo carinho em sua cabeça.
– Ah, Park ... Como será que ela está se saindo em Seul?
pensava em sua amiga e nos problemas que enfrentava.
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𝐌𝐀́𝐅𝐈𝐀
ActionPark Jimina é a melhor policial. Uma mulher determinada que não tem medo de se arriscar. Ainda mais se sua missão envolver aqueles que mais ama. Seu mundo vira de cabeça para baixo quando sua mãe adoece e não sabe de onde levantar dinheiro para paga...
