•ENEMIES TO LOVERS
•ROMANCE PROÍBIDO
Valentina Zenere, é uma Garota de 18 anos cujo o espírito livre e divertido contagia seu melhor amigo André, que sempre teve a timidez como a maior característica de sua personalidade o fazendo um nerd antisocia...
—Não acredito que seu pai te deu uma MERCEDES, me fala que isso não foi porque você aceitou ir pra FMU me vigiar...
Fico totalmente chocada e surpresa com aquele carro branco clássico maravilhoso na nossa frente, a chave parecia tremer nas mãos suadas, e nervosas de André, ele sempre foi ansioso
—Bom, é mais complicado do que isso, mais do que você possa imaginar, e mais do que ele possa admitir, mas o que manda de verdade em seu ego é saber que está sob controle de tudo, e isso nem eu e nem você podemos mudar, está enraizado em sua personalidade, como uma erva daninha, ele só me deu isso, porque na cabeça dele, eu o obedeci de alguma forma, vindo estudar na FMU, você lembra a confusão que foi quando eu disse naquele jantar que faria uma universidade pública só pra não ter que usar o maldido dinheiro dele, agora a mente louca dele tem certeza de que " venceu de alguma forma", e oque eu ganho com isso?
—Uma Fuking Mercedes, é isso que você ganha bebé, vamos entrar logo porque aqui fora está um gelo!
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Finalmente entramos e sem sombras de dúvidas era tão lindo por dentro quanto por fora, sem pensar muito André pisa fundo e acelera o carro, fazendo-o passar como um jato pelas ruas
—E você decidiu voltar pra casa? Seu pai sente sua falta
—Ta brincando né? Sabe oque eu percebi esse tempo na casa de Caio? Que eu amo morar sozinho, não pretendo voltar tão cedo, aliás eu e Caio estamos até vendo um apartamento para morarmos juntos,
—André, tem certeza disso?
—Absoluta, e você, nenhuma palavra sobre isso com César Leblanc ouviu? Não até os planos darem certo
—Ei, sabe que pode confiar
—O meu pai tem muito no que pensar agora, os bebês são a prioridade dele, no fundo ele nem vai notar
—André, não fala assim, você sabe que seu pai se preocupa muito com você, mesmo que você tente não admitir, ele ainda é seu pai
—Sim eu sei, mas acontece que eu já sou bem grandinho, estou pronto pra viver minha própria vida, sem a intromissão insuportável dele em tudo...
Ficamos em silêncio por um instante e aquele cheiro de carro novo pairava pelo ar invadindo minhas narinas por completo, os bancos eram tão confortáveis que me faziam querer dormir ali mesmo... e esse sentimento apenas se intensificou, quando eu vi qual carro estava estacionado na garagem da minha casa.
—Aquele carro é...
—Do meu pai? Sim!
Ele afirma oque eu já temia, e me deixa ainda mais apreensiva, porque eu já imaginava o motivo de ele estar aqui...
—Você já sabia sobre isso?
—Olha, minha única missão era te trazer em casa em segurança bebé, mas eu juro que eu não sabia de nada