Olá amores
Chegamos oficialmente ao fim desse ciclo maravilhoso que foi escrever a adaptação de The Duchess Deal, vocês não fazem ideia do quão gratificante foi ter adaptado um dos meus livros favoritos para que mais pessoas pudesse apreciar essa obra maravilhosa, a ideia de adaptar me veio na cabeça quando li uma fanfic maravilhosa e no dia seguinte descobri que a mesma se tratava de uma adaptação também, isso me fez pensar " poxa eu jamais teria lido esse livro ", não pela historia ser ruim, mas sim pelo fato de que em um primeiro momento os personagem não me chamariam a atenção....
E poxa, pq não fazer o mesmo?
Existem milhões de livros maravilhosos espalhados por aí, mas que não possuem os devidos credito por sua qualidade.
Estou me despedindo desta adaptação com um aperto no coração, mas ao mesmo tempo muito grata a cada um que dispôs a ler e assim como eu pode se apaixonar por cada detalhe escrito pela maravilhosa Tessa Dare.
Meu próximo projeto, que a proposito já lancei o prólogo, se trata também de uma adaptação da mesma, estarei tirando o restante do mês e alguns dias para descansar e organizar a continuidade da próxima história. Volto o mais breve possível para vocês.
Esse epilogo foi escrito e editado com muito carinho para vocês, nele acabei fazendo uma adaptação por conta própria que para mim deixou ele mais perfeito do que já era, caso tenham interesse em saber como o original terminaria recomendo muito que leiam o livro, ele é maravilhoso, sem mais delongas.
Boa leitura a todos.
Com amor Tefi.
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– Agora escute, Park Byun Jaemin. Seja um bom garotinho enquanto eu estiver fora. Não dê trabalho para o seu padrinho. – Baekhyun fez um carinho no queixo gorducho do bebê – Muito menos para seu irmão.
– Não desperdice saliva – Chanyeol que estava em um dos lados da rede de badminton – Ele não vai se comportar, é meu filho, afinal – sacou a peteca.
– Pai, eu já disse não levo jeito pra isso – Reclamou o adolescente do outro lado – Isso é um saco.
– Pois saiba que o Monstro de Mayfair joga badminton muito bem – Lançou a peteca novamente – Não posso deixar meu legado nas mãos de alguém que não saiba jogar, seria um ultraje a imagem que criei.
– Querido, deixe nosso filho em paz – o ômega interveio.
– Mas Baek, ele tem que aprender – Reclamou o Park.
– Mas não precisa ser hoje – concluiu – Vem Sehun, me ajuda a por as malas para fora.
O mesmo largou a raquete de qualquer jeito no chão indo ajudar.
– Valeu Pai – o alfa mais novo sussurrou quando se aproximou.
Baekhyun piscou de forma sutil para o filho e arrumou novamente a roupa do pequeno bebe no colo do mordomo.
Jongin sorriu para o bebê em seus braços e falou com uma voz suave, própria para bebês:
– O pequeno marquês pode passar a tarde toda gritando e sujando as fraldas que ainda assim vai ser mais fácil lidar com ele do que com o pai.
– Tenho a impressão de que isso é verdade. – Baekhyun sorriu, virando-se para o marido. – Bem, meu amorzinho, o que nós vamos fazer com nossa tarde?
– O que, não é mesmo?
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Eles se afastaram da casa, deixando para trás seus meninos e o mordomo. A tarde de fim de verão estava abafada e úmida, e a casa do interior zunia com abelhas e libélulas.
– Você provavelmente precisa dar atenção a algum assunto da propriedade – Baekhyun disse. – Eu preciso escrever algumas cartas.
– Oh, é verdade? – ele perguntou em um tom entediado.
Não, não era verdade.
Uma tarde rara de lazer, sem as exaustivas exigências de um bebê e um Adolescente? Apenas os dois, sozinhos? Ambos sabiam exatamente como é que iriam gastar esse tempo.
A sensação era de que tinham esperado séculos. Chanyeol preferiu que eles mantivessem o bebê perto, à noite, e Baekhyun concordou com alegria. Mas a decisão estava cobrando seu preço em horas de sono, e os poucos momentos em que conseguiram fazer amor tinham sido, por necessidade, apressados e discretos.
– Quão rápido você acha que conseguimos volta? – ele murmurou.
– Nós não precisamos voltar para a casa – completou quando chegaram na propriedade.
A mão dele apertou mais a do Byun, e Chanyeol o desviou do caminho entre a residência. Eles encontraram um gramado afastado, em meio às árvores, e então veio uma tempestade de beijos, carícias e roupas. Baekhyun puxou as mangas do paletó dele e desabotoou as calças do marido.
Quando Baekhyun estava só com a camisa, ele enfiou a mão lá dentro para lhe acariciar. Dois gemidos profundos se misturaram ao beijo – um gemido dele, outro do marido. Os seios estavam vazios após a amamentação, mas continuavam sensíveis, assim como o coração dele, que sofria deliciosas pontadas de amor.
Quanto mais botões o Park abria, mais desconfortável o Byun ficava.
Enfim, Baekhyun colocou suas mãos sobre as dele.
– Você pode deixar a camisa?
Ele pareceu ler os pensamentos do marido.
– Sério, Baek. Isso já é um absurdo.
– Meu corpo mudou. Você não é o único que tem vaidade.
– Não vou me dignar a responder a isso.
A camisa caiu, juntando-se à pilha de roupas jogadas na grama.
Momentos depois, eles juntaram os corpos nus à pilha, entrelaçando suas línguas, seus membros, respirações e corações.
Dali em diante foi fácil. Familiar. Eles fizeram amor em plena luz do dia, sem esconder nada. Ele se moveu sobre o Byun, dentro dele. Baekhyun o manteve o mais apertado possível. Eles chegaram juntos a um clímax doce, como se o êxtase simultâneo não fosse uma raridade, mas a coisa mais natural do mundo. O sol nasce, o vento sopra, orgasmos vêm aos pares.
E após esse momento de felicidade transcendente, quando afastou o cabelo úmido da testa e sorriu satisfeito para o marido, Baekhyun pensou que ele não poderia ser mais perfeito.
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The Duchess Deall
FanfictionQuando Byun Baekhyun, um estilista , aparece na casa de Park Chanyeol para exigir o pagamento de uma dívida, o alfa vê ali uma grande oportunidade de acordo e lhe faz a proposta de casamento. Mas o duque deixa claro algumas regras que devem ser segu...
