Capítulo 27

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Olá amore, tudo bem com vcs?

Adaptação de "Um casamento conveniente"


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Quando voltou a si, ele o tinha pegado nos braços. A cabeça do Byun estava apoiada no peito amplo, e ele lhe tinha envolvido os ombros com a capa. O aroma familiar fez com que percebesse onde estava. Colônia, sabão de barba e o couro das luvas dele.

Se ele ainda estava recuperando a força no braço ferido, não saberia dizer. Ele o segurava com uma força férrea e deslocava-se com passadas largas e rápidas. Por baixo das camadas de colete e camisa, podia ouvir o coração bater forte e ritmado.

Baekhyun, por outro lado, sentia-se fraco. Parecia que não conseguia parar de tremer.

– Estou melhor agora – disse, tentando fazer com que os dentes parassem de bater.

– Não está, não.

– Você pode me pôr no chão. Eu consigo andar. – Não tinha certeza de que conseguiria andar muito, ou em linha reta, mas iria tentar. – Eu só cambaleei.

Ele nem se dignou a responder, apenas continuou a carregá-lo até emergirem em uma rua mais larga. Após menos de trinta passos, ele abriu uma porta com um chute e o carregou para dentro, abaixando a cabeça e tomando cuidado para proteger a do Byun.

Eles tinham entrado em algum tipo de estalagem, Baekhyun deduziu, juntando as observações em sua cabeça nublada. Não do tipo fino de estalagem. Nem do tipo especialmente limpo.

– Leve-nos a um quarto.

O estalajadeiro olhou de boca aberta para o duque. Um grupo de clientes que bebia no salão ficou em silêncio.

Uma mulher que vinha de uma sala nos fundos, carregando dois pratos de guisado de carne guinchou e derrubou sua carga.

Jesus.

O duque não estava com paciência para todo aquele espanto. Ele apoiou o peso de Baekhyun no braço bom e levou a mão boa ao bolso. Pegando uma moeda, ele a colocou no balcão. Um soberano de ouro. Dinheiro suficiente para alugar todos os quartos da estalagem por semanas.

– Um quarto – ele ordenou. – O melhor. Agora.

– S-sim, milorde. – As mãos do estalajadeiro tremiam quando ele pegou uma chave no gancho. – Por aqui.

Chanyeol insistiu em carregá-lo enquanto seguiam o estalajadeiro por uma escada íngreme e estreita. O homem levou-os a um quarto nos fundos.

– É o melhor quarto, milorde – ele disse, abrindo a porta. – Tem até uma janela.

– Carvão. Cobertores. Chá. E seja rápido.

– Sim, milorde. – Ele saiu e fechou a porta atrás de si.

– Isto não é necessário – murmurou. – Claro que nós podemos ir de carruagem para casa.

– Sem chance. A esta hora da noite, com o público saindo do teatro, poderíamos ficar parados na rua por uma hora ou mais. – Ele ainda não o tinha soltado.

Baekhyun esticou o pescoço para olhar para ele.

– Isso não importa. O que é uma hora?

– Sessenta minutos demais – ele disse, irritado. – Você está molhado e com frio. E não gosta de sentir frio. Portanto, eu desprezo o frio que está sentindo. Eu poderia assassinar as gotas de chuva e colocar fogo nas nuvens, mas isso demoraria um pouco mais do que uma hora. Talvez até mesmo duas. Então vamos ficar aqui e você vai parar de reclamar.

The Duchess DeallOnde histórias criam vida. Descubra agora