Capítulo 20

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Olá amores!
Estamos oficialmente na metade da adaptação, espero que gostem do capitulo!
Adaptação "Um casamento conveniente"


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Ora, seu ladrazinho.

Mas Chanyeol precisava admitir... em se tratando de ladrões, aquele era muito bonito.

Sua manhã tinha sido tomada por correspondências enfadonhas. Depois de enviar um contrato para seus advogados, para mais uma revisão, o Park foi em busca de almoço. Depois voltou à biblioteca... onde encontrou o marido saqueando seus livros.

Aparentemente, o volume que ele tinha em mãos era interessante a ponto de o Byun não notar sua presença. Enquanto estava parado na entrada, observando, ele ajeitou uma mecha da franja que caiu em seus olhos. Então lambeu o dedo e virou a página.

Os joelhos dele fraquejaram. Em sua cabeça, ele se esforçava para transformar aquela fração de segundo em uma lembrança duradoura. A curva do dedo esguio. O vermelho dos lábios se entreabrindo. O cor-de-rosa fugaz, erótico, da língua.

Ele fez de novo.

Chanyeol agarrava o batente da porta com tanta força que seus dedos adormeceram.

Ele queria que Baekhyun lesse toda a droga do livro com ele assistindo.

Queria que o livro tivesse mil páginas.

Ele fechou o volume e o depositou sobre a pilha crescente na cadeira.

Então, virando as costas para o Park, esticou-se na ponta dos pés para pegar outro. Os calcanhares dele saíram dos sapatos, revelando o arco de seus pés e aquelas meias brancas e indescritivelmente excitantes.

Bom Deus. Existe um limite para o que um homem consegue aguentar.

– Não se mexa.

O ômega congelou. Seu braço permaneceu erguido, a mão continuou preparada para retirar um volume verde da estante.

– Eu só queria um livro.

– Não – repetiu – se mexa.

– Um romance, poesia. Algo para passar o tempo. Pensei em até mesmo tentar Shakespeare. Eu não pretendia atrapalhar...

– Fique. Do. Modo. Que. Está. – Ele se aproximou com passos lentos e cautelosos; um passo para cada palavra lenta e cautelosa. – Não mexa nem um único dedo. Nem um dedinho do pé. Nem uma sarda no seu traseiro.

– Eu não tenho sardas no meu... tenho?

Chanyeol não parou até ficar bem atrás dele. Ele esticou a mão, cobrindo a do menor.

Com um movimento dos dedos, recolocou o livro verde em seu lugar.

– Vou deixar você à vontade para trabalhar – disse e começou a baixar a mão.

Chanyeol prendeu o punho dele na estante.

– Ainda não.

Baekhyun inspirou fundo. O Park conhecia bem o bastante para reconhecer o som. Não era medo, mas excitação.

Bom. Muito bom.

– Sabe – ele começou, num tom preguiçoso, passando o polegar pelo pulso delicado do menor. – Eu andei pensando.

– Isso parece horrível.

– Ah, mas é mesmo. – Com a mão livre, ele levou a mão aos botões da camisa do mesmo, desfazendo um a um. – O objetivo deste casamento é engravidá-lo.

The Duchess DeallOnde histórias criam vida. Descubra agora