Capítulo 18

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Adaptação de "Um Casamento Conveniente" de Tessa Dare


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Baekhyun mal teve tempo de respirar antes do alfa o pegar e o prender contra o poste da cama. As mãos dele foram logo para o traseiro do menor, erguendo-o para que seus quadris ficassem alinhados. Os olhos de Chanyeol também capturaram os dele.

Será que ele o beijaria?

O Byun fechou os olhos, esperançoso. Estava ansioso para sentir o beijo dele em seus lábios outra vez e corresponder com paixão.

Ele sentiu a boca de Chanyeol – não nos lábios, mas no pescoço. Ele baixou a cabeça, deslizando a língua para baixo, traçando um caminho até os mamilos.

O poste da cama estava desconfortável nas costas dele, com os detalhes entalhados arranhando sua pele, e as mãos de Chanyeol agarravam com força seu traseiro... mas o Byun não ligava. A dor só adocicava o prazer enquanto ele arrastava o rosto na sua pele e o beijava. O Park passou os dentes pelos mamilos dele, arrancando-lhe uma exclamação de surpresa e deleite.

Sentindo-se encorajado, ele colocou um braço entre os dois, mergulhando nas calças dele para encontrar aquela extensão dura e grossa. Oh, ele estava morrendo de vontade de tocá-lo ali. De explorar a masculinidade dele e compreender como funcionava. Como aquilo podia lhe dar tanto prazer, e como poderia lhe retribuir.

Baekhyun deslizou a ponta dos dedos por toda a extensão e toda a largura da ereção, delineando cada saliência e cada veia. Acariciando, provocando. Ele circulou a ponta aveludada com o polegar, espalhando a gota de umidade que havia ali.

Chanyeol grunhiu de prazer.

– Pegue na mão.

Ele fechou os dedos, agarrando o pau rígido junto à base. Ele era tão grosso, e estava tão duro, que o círculo formado por seu polegar e seu dedo médio não fechava. Puxou a mão lentamente para cima, deslizando a pele macia e flexível dele pela coluna de aço que havia por baixo.

Quando começou a deslizar para baixo, o Park se movimentou contra a mão dele.

– Deus – disse, fechando os olhos.

Ele ficou ainda maior na mão do Byun, e o mesmo lambeu os lábios. Seus pensamentos estavam confusos. Gotas de suor começaram a vagar por sua pele.

Chanyeol se soltou da mão dele e o virou de costas para ele, deixando-o de frente para o poste da cama. Ele o inclinou para frente a partir da cintura e colocou as mãos do menor na coluna de madeira entalhada.

– Segure aí – ele disse.

Baekhyun agarrou firme no poste.

Isso feito, ele abriu mais suas pernas. Byun se sentiu vulnerável, quase em uma exposição – e esse parecia ser o objetivo dele. Chanyeol tocou os lugares íntimos dele com os dedos, abrindo-o para sua observação. O constrangimento foi aplacado – um pouco – pelo som de satisfação que ele emitiu. O polegar dele deslizou por suas reentrâncias e dobras de pele, deixando-as macias e inchadas.

– Por favor – disse. – Por favor. Eu quero... Você sabe o que eu quero.

– Se você quer meu pau, diga isso. – Ele o provocou com o membro rijo, movimentando os quadris para frente e para trás. – Quero ouvir você dizer.

– Não consigo.

– Não consigo.

– Consegue, sim. Afinal, está em Hamlet.

The Duchess DeallOnde histórias criam vida. Descubra agora