Adaptação "Um casamento conveniente"
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Bangue.
Chanyeol levantou a cabeça do livro.
Deixe para lá, ele disse para si mesmo. A governanta vai cuidar disso, seja o que for. Não é da sua conta.
Mas quando baixou a cabeça de novo, ele descobriu que era incapaz de se concentrar no trabalho diante de si. Chanyeol afastou-se da escrivaninha e levantou, saindo da biblioteca a passos rápidos. Se algum dia ele possuiu a capacidade de ignorar ruídos explosivos, havia deixado esse talento em Waterloo.
Após momentos tensos procurando, descobriu a origem do clamor. Um enfeite de bronze tinha caído no chão da sala matinal. Isso, em si, não era nada especialmente digno de nota. O que o assustou foi a outra parte da cena: seu marido, de pé numa escada, segurando a vara da cortina a mais de três metros de altura.
O Byun dobrou o pescoço para olhar na direção dele.
– Oh, olá.
– O que está acontecendo?
– Estou tirando estas cortinas.
– Sozinho? – Ele atravessou a sala e pôs as mãos na escada. Alguém tinha que ficar por perto para o caso do Byun perder o equilíbrio e cair.
– Desculpe se assustei você com todo esse barulho. Eu perdi o apoio na pilastra. Ele tinha perdido o apoio na pilastra. Que ótimo para ele. Chanyeol estava perdendo a sanidade.
– Já que parece que você precisa ser lembrado, agora é um duque. Não uma artista de circo nem um esquilo.
Ele fez um som de pouco caso.
– Isto é uma escada, não um trapézio. E eu acionei a trava de segurança, garanto que sei como estas coisas funcionam.
– Sei, mas parece que você não sabe como os criados funcionam. – Ele firmou as mãos na escada, trava de segurança ou não. Se ele insistia em arriscar o pescoço, podia muito bem brigar com ele. – Desça daí, então.
– É melhor eu terminar o que comecei. Ou então todo meu esforço terá sido em vão.
– Ah, claro, continue – disse num tom de voz entediado. – Não é como se eu tivesse algo para fazer. É só por diversão que estou administrando propriedades em toda a Inglaterra. Fazendo melhorias. Cuidando do bem estar de milhares de arrendatários.
– Só vou demorar um minuto.
– Está bem.
– Pronto – ele declarou.
Uma cachoeira de veludo azul farfalhou até chegar ao chão. A sala foi inundada pela luz do sol. Chanyeol viu o fantasma de seu reflexo no vidro da janela. Que figura. Baekhyun, descendo dos céus numa nuvem radiante, e ele, o monstro que o espreitava lá embaixo.
Quando se aproximou do último degrau, ele colocou a mão na parte de baixo das costas para apoiá-lo. Ele abriu os dedos o máximo que conseguiu, para tocar o máximo do Byun que fosse possível.
Cedo demais, os sapatos dele tocaram o chão.
Park recuou alguns passos antes que ele se virasse. Havia muita luz e Byun estava perto demais. Ele não queria assustá-lo.
Bateu uma mão na outra para tirar o pó.
– Oh, assim fica muito melhor.
– Não fica, não. Não consigo entender o que você tem contra cortinas.
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The Duchess Deall
FanfictionQuando Byun Baekhyun, um estilista , aparece na casa de Park Chanyeol para exigir o pagamento de uma dívida, o alfa vê ali uma grande oportunidade de acordo e lhe faz a proposta de casamento. Mas o duque deixa claro algumas regras que devem ser segu...
