☒ Chapter V.

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N/A: heY yA, eu estou aki again!!! Bom galero, eu atualizei tão rápido né, mas eu tive a ideia pra esse cap indo dormir ontem e eu pensei "nah, eu tenho q postar isso!" então eu to aqui agora. OLHAAAA, esse cap merece um vomito de arco ires pq eu to assim, me sentindo um tubo de mel pq ta tão amorzinho q af, vcs tem q achar isso tbm, tenho que me sentir um tubo de mel com alguém. Ele é basicamente LARRYYYYYY, só tem Larry, Larry do inicio até o final. 3576 fucking palavras envolvendo somente Larry. Então olha, acho q eu mereço um abraço. Me mandem abraços virtuais ok...ok. *de braços abertos esperando os abraços de vcd*. Enfim, eu espero q gostem mesmo, se tiver algum erro ortográfico me desculpem, eu to escrevendo pelo computador e meu irmão fica toda hra tentando ler o q eu to escrevendo e isso me irrita e desconcentra mto, por isso eu não gosto de escrever com gente por perto L mas ok, ta aqui pra vcs. Aproveitem!!! Beijos

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Louis tinha um bom relógio interno, ele nunca precisou que sua mãe o chamasse pela manhã, ou de um despertador estridente soando em suas orelhas em plena 6 da manhã. Quando Louis acordou pela manhã, ele abriu seus levemente inchados olhos azuis claros e encarou as paredes rosa bebê do quarto, ele ainda não estava totalmente habituado ao novo quarto, mas gostava bastante da forma como o cômodo era aconchegante e espaçoso, assim como toda a casa de Anne. Pelas grandes janelas de madeira branca uma luz quase invisível do sol entrava pelo vidro, e o céu parecia um tanto acinzentado, mas com uma mescla de lilás, o que fez Louis se despertar e estremecer sentindo a aura friorenta. O clima em Holmes era tão diferente do habitual de Louis, era tão úmido e gélido, porém não nevava e nem chovia, apenas fazia frio constantemente.

Quando percebeu ser de manhã o ômega levantou-se rapidamente da cama se vendo livre dos cobertores grossos e quentes, dirigiu-se ao banheiro descalço sentindo o assoalho de madeira gelado e o vento frio o estremeceu. Ele escovou seus alinhados e brancos dentes e em seguida lavou seu rosto. O ômega vestia apenas uma camiseta azul clara que o cobria até as coxas. Louis seguiu o corredor passando por todos os quartos e encarando a porta de madeira branca do quarto de Harry ainda fechada. O ômega seguiu escada abaixo, quando contornou toda a sala o pequeno ômega chegou a cozinha onde viu Anne sozinha colocando o café da manhã sobre a mesa pequena e redonda no meio da cozinha. Ele suspirou alegre e lhe entregou um "bom dia" sorridente, que foi respondido com um beijo na testa dado pela beta. Era adorável ver a forma como Anne gostava de Louis, embora tivesse convivido e visto muito pouco o garoto em sua vida, ela simplesmente era um doce de pessoa. Totalmente maternal e carinhosa.

"Querido, será que pode acordar Harry para mim? Ele costuma perder hora e eu estou fazendo chá. Pode fazer isso, amor?" Anne perguntou de costas para Louis preparando o chá para todos tomarem.

Louis estava um pouco incerto. Harry era um alfa grande e sonolento, não era costume de Louis acordar alfas, por isso ele não imaginava se Harry gostaria ou não de ser acordado por Louis, ou qualquer outra pessoa, quando parecia dormir tão bem no andar de cima, visto isso porque ele ainda não havia acordado e estava para dar 6:20 da manhã. Mas o ômega sabia que se não fosse algo simples ou tranquilo, Anne não pediria para que o fizesse. Por isso Louis assentiu sorrindo.

"Claro, estou indo." Murmurou baixo e educadamente, contornando a cozinha e se dirigindo a escada novamente, subindo delicadamente os degraus.

O menor abriu a porta do quarto lentamente, a madeira rangeu um pouco devido a lentidão, então Louis apertou um de seus olhos mas o bolo de edredom sobre a cama sequer se mexeu. O ômega encostou a porta novamente e pisou lentamente no chão. O quarto de Harry era maior do que o dele e três das quatro paredes eram totalmente brancas e uma delas, a que a cama ficava recostada, era num tom azul royal bonito, que ornava com o piso de madeira cor caramelo. O quarto tinha um cheiro gostoso, amadeirado e perfume masculino e era bastante arrumado, com apenas algumas gavetas abertas com roupas escapulindo ou uma ou outra peça de roupa jogada no chão, nada totalmente devastador.

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