Eu estou praticamente morta.

Todo músculo do meu corpo está bem perto do limite.

Samuel e eu fizemos sexo em toda superfície plana - e algumas não tão planas assim - e possível desse apartamento. Acho que ele tinha muita coisa acumulada, pois ele sempre ficava no clima primeiro do que eu. Mas isso não era problema, já que ele me deixava no clima rapidinho.

O meu local favorito do apartamento dele agora era o sofá, pois estávamos deitados em cima dele, completamente exaustos.

Samuel estava com uma cueca box preta e eu vestia uma camisa azul dele. Meu vestido tinha sido o escolhido da noite, e o brownie caiu em cima dele, o manchando de chocolate. Então ele estava terminando de lavar.

Já era no outro dia, e eu falei rapidamente com a Carol e disse que ia passar a noite. Ela deu vários gritinhos descontrolados e estava tão feliz que até a Manu queria saber o motivo da felicidade. Ainda bem que a Carol foi rápida e deu uma desculpa. Não quero mentir pra minha filha, mas dizer a verdade nesse caso não posso.

- Acho que nunca me senti assim Alice - Sam fala, me despertando de meus pensamentos.

- Cansado? - levantei minha cabeça que repousava em seu peito para conseguir olhar em seus olhos.

- Não, completo.

Uau. Fiquei sem palavras mais uma vez.

- Sei o que quer dizer... Também me sinto assim Sam.

- Você é a absolutamente a melhor mulher do mundo.

- E você é homem que sempre me deixa sem palavras. Mas saiba que você também é o melhor homem que eu conheço - tá, acho que ele estava empatado em primeiro lugar com o Cauê, mas não precisava saber disso.

- Estou morto de fome - Sam fala, olhando para o relógio, acabara de dar meio dia, mas digamos que nas nossas atividades pós café da manhã foram bem desgastantes. Eu também estava ficando com fome.

- E o que você quer almoçar meu amor? - falo sentando mais reta no sofá.

- Huuum, não tenho a menor ideia, você tem alguma preferência?

- Na realidade não, acho que serve qualquer coisa...

- Huuum, tenho o cardápio de um restaurante muito bom em alguma gaveta da cozinha, vou buscar e já trago para escolher o que vamos almoçar...

- Não prefere que eu faça alguma coisa?

- Claro que não Alice, se você está como eu, sei que está muito cansada... Então nada de mover esse seu corpinho lindo daí, volto já - ele me dá um selinho e vai para a cozinha.

Ah meu Deus, esse homem é tão gostoso que acho que meus miolos vão sair pelo ouvido de tão gato que ele é... E fica aí, desfilando em sua casa, com essa cueca linda, mostrando esse corpo, esses buraquinhos nas costas...

Do sofá eu tinha uma bela visão dele procurando o cardápio, e quando ele abaixou para procurar numa gaveta mais baixa, faltei salivar com a visão... Ele se vira para mim e tem uma mão apoiada na cintura e outra em sua cabeça.

- Alice!

- O que foi Sam?

- Não me olha assim, senão vou pular o almoço e vou direto para a sobremesa!

- Não ia ser de tudo ruim - abro um enorme sorriso para ele.

- Minha linda, não fala assim... Precisamos comer, senão vamos acabar tendo um troço, sei lá...

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