Um final de semana de servidão - Parte II

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Me revirei inquieta, tentando achar uma boa posição no canto em que estava. A coleira estava muito próxima ao suporte da parede e isso limitava meus movimentos. Mas ela não era o único "acessório" presente. Ele colocou um plug no meu ânus, um pênis na minha buceta e na boca estava uma mordaça. A sensação de preenchimento era incrivelmente prazerosa e desconfortável ao mesmo tempo. Qualquer mínimo movimento me fazia sentir tudo. Depois de me deixar no "meu cantinho", como ele carinhosamente falou, ele seguiu para um banho demorado.

"Tome banho". Disse enquanto retirava a mordaça e o pênis do meu corpo. O plug anal e a coleira permaneceram. Ele fez tudo rápido, sem cerimônia. Me apressei em entrar no chuveiro, a água quente relaxando os meus músculos.

Quando sai do banho ele estava na cama me esperando. Quando ele se levantou notei o brilho de relance em sua mão, o que seria isso? Sentir o frio do metal encostando na minha pele e escutar o click familiar. Olhei para minha mão e confirmei minhas suspeitas, ele havia algemado meus pulsos.

Me perguntava se já não estava restrita o suficiente. Não. Nunca seria suficiente, ele amava me ver presa e indefesa. Inteiramente disponível para o seu sadismo.

Senti seus dedos no meu queixo, levando meu rosto de encontro ao seu. Minha boca foi tomada pela dele num beijo quente e demorado. Foi uma beijo carinhoso e, na nossa linguagem durante as sessões, isso era a sua maneira de me fazer carinho. De me relaxar.

Ao terminar o beijo ele me conduziu até o "cantinho" no chão e prendeu minha coleira no suporte da parede novamente. Mil coisas passaram pela minha mente, as mais sádicas possíveis. Me surpreendi quando tudo que ele disse foi "Descanse. Você vai precisar" e saiu do quarto apagando a luz e fechando a porta.

Não passei muito tempo pensando no assunto, o cansaço me pegou e logo eu estava dormindo.

Acordei sentindo suas mãos calejadas na minha cintura e sua boca quente no meu seio. A sucção da sua boca, chupando e lambendo o bico dos meus seios deixou meu corpo aceso. Uma mordida no local me despertou de vez, lancei um gemido de dor e escutei sua risada. A vibração da sua voz ecoando na minha pele sensível "Bom dia, minha putinha. Levante-se, temos muito o que fazer hoje." Disse ele enquanto soltava meu pulso das algemas.

Me sentei na cama e reparei a claridade que vinha da janela. Que horas seriam? Era incrível como eu sempre dormia como uma pedra quando estávamos juntos. Não importavam as condições. Senti um puxão no meu pescoço e quando olhei ele estava a alguns passos, mão na guia da coleira e sobrancelha levantada. Eu sabia o que isso significava. Ele estava impaciente. Ajoelhei no chão e fiquei de quatro, esperando seu comando. Ele me levou ao banheiro retirando todos os acessórios e lá fiz tudo o que precisava. Após o banho, me certifiquei de passar o hidratante que ele tanto gosta.

De banho tomado, coleira no pescoço e um plug na minha bunda ele me conduziu para fora do quarto pela coleira enquanto eu engatinhava ao seu lado.

Na mesa o café da manhã já estava posto. Quando estávamos nas sessões ele sempre me alimentava com comidas leves. Ajoelhei ao seu lado quando ele sentou, olhar baixo e mãos juntas a frente do corpo.

"Boa garota" Disse enquanto colocava um pedaço de fruta na minha boca. Assim seguimos até que ele estivesse satisfeito. "Agora, preciso que preste atenção no que vou dizer. Você pode responder livremente"

"Sim, meu senhor" falei levantando a cabeça para olha-lo.

"Lembra quando conversamos sobre incluir outras pessoas em nossas sessões?"

Meu estômago deu um nó. "Sim, meu senhor. Eu lembro" respondi, minha voz saindo como um sussurro. A antecipação do que ainda não tinha sido dito estava ali, me fisgando. Será que ele finalmente iria atendeu meu desejo?

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