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Aceito!

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Os anos passaram-se e os jovens adolescentes amadureceram, e hoje não são só amigos agora são mais que irmãos. Hoje era um dia importante para o principal casal da historia, seria o dia em que eles trocariam votos e alianças, selando de vez parte de sua historia. A igreja estava lotada de convidados, pessoas que presenciaram toda a trajetória do casal, na segunda fileira estava João sua esposa e seu filho Thomas de dois anos que dormia sobre o colo de sua mãe, ao seu lado os pais de Lizandra que sorriam contentes ao ver seus dois filhos sorrindo, na primeira fileira, uma pequena senhora de cabelos brancos que sorria emocionada enquanto via a decoração da igreja e a realização do sonho de sua neta. No altar estavam os pais do noivo que o olhavam apreensivos, o noivo e seus três amigos, amigos não irmãos, irmãos que estavam com ele sempre que ele precisou, em cada briga no seu relacionamento, em cada momento de felicidade, de realização os três garotos estavam com ele. Johnny seria o primeiro padrinho, estava em um terno preto e com seus cabelos arrepiados, ao seu lado Mateus o qual seria o segundo padrinho também de terno preto e um sorriso maroto no rosto de quem sempre apronta uma e por ultimo Liam o garoto tímido que seria o terceiro e ultimo padrinho, Aphonso andava de um lado para o outro nervoso devido à demora proposital da noiva, estava com medo da mesma ter desistido. Mas mal sabia ele que ela estava mais ansiosa que ele para o inicio da cerimônia. As portas da igreja foram fechadas e do fim do corredor se via a mãe da noiva, um mulher com seus quarenta anos vestindo um longo e belo vestido cor bordo, sorrindo emocionada enquanto subia no altar e sorria para seu futuro genro, que ao vê-la suspirou aliviado arrancando risadas de seus amigos. Logo a marcha nupcial iniciou-se e a porta da igreja abriu-se passando por ela a primeira madrinha que vestia um lindo vestido na cor rosa alaranjado, demarcando sua enorme barriga de seis meses de gravidez, era Lizandra gravida de seus segundo filho, agora um menino para a felicidade de seu marido Johnny, a mesma subiu no altar segurando um pequeno e belo buquê de tulipas rosa, sorriu para o marido e visualizou logo depois a entrada da igreja, por onde se passava outra figura loira essa sorria e seu vestido um tanto quanto folgado escondia sua barriga de quatro meses de gravidez, no altar seu marido sorria abobado ao ver sua esposa entrando na igreja assim como no dia do casamento dos mesmos, era Cintia que entrava segurando um buque de tulipas laranja, a mesma caminhou até o altar se colocando ao lado de sua amiga loira e sorrindo para o marido que sibilava palavras como “estar linda” e “eu te amo”, a terceira e ultima madrinha entrou trajando o mesmo modelo de vestido das madrinhas anteriores porem segurando agora um buquê de tulipas lilás, era Catarina a esposa de Liam que entrava na igreja sorrindo, logo após a mesma posicionar ao lado da segunda madrinha todos viraram para a porta da igreja visualizando ali uma pequena garotinha de cabelos pretos e olhos azuis de quatro anos, adentrando jogando pétalas de tulipas amarela era a filha de Lizandra e Johnny que brincava de jogar flores no chão, atrás da mesma vinha a irmã do noivo segurando uma pequena caixa de veludo vermelha onde dentro da mesma estavam as alianças. Rapidamente os convidados voltaram sua atenção para a porta da igreja onde uma figura morena se posicionou no centro do corredor com seu longo vestido branco que dava um destaque para sua pele um tanto bronzeada, seu cabelo estava preso em um penteado simples e em suas mãos ela segurava um grande e lindo buquê de tulipas vermelhas onde no centro havia uma única rosa branca, a cor preferida de seu pai que ela tinha certeza que estava ali ao seu lado caminhando com ela até o altar, Rafaela caminhou em passos longos em direção ao homem de sua vida, sorriu para alguns convidados em especial sua avó que sorria emocionada, Sophia e Ana correram em direção aos seus pais, deixando assim o caminho livre para a passagem da noiva, Rafa caminhou até Aphonso que sorria abobado, entregou seu buquê a sua prima e ajoelhou-se ao lado de seu noivo, ambos de mãos dadas tentando prestar atenção em tudo o que o padre dizia. E logo o momento mais esperado por todos, a hora de ouvir o sim dos noivos, e logo depois a troca de alianças.

Padre: Rafaela Rouch é de livre e espontânea vontade que recebes Aphonso Fleter como seu legitimo esposo?

Rafa: Sim, é!

Padre: Aphonso Fleter é de livre e espontânea vontade que recebes Rafaela Rouch como sua legitima esposa?

Phonso: Sim, é!

Padre: As alianças.

Ana desceu do colo de seu pai e caminhou até seu irmão e sua cunhada estendendo para os mesmos a pequena caixa vermelha, onde continha duas alianças de ouro, as mesmas receberão a benção do padre e logo Aphonso pegou colocando a mesma no dedo anelar esquerdo de sua noiva, reproduzindo os votos matrimoniais.

Phonso: Eu Aphonso Fleter recebo-te por minha esposa a ti Rafaela Rouch e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença todos os dias da nossa vida.

Logo fora a vez de Rafaela, dizer seus votos, e do mesmo modo, Rafaela pegou a ultima aliança e colocou no dedo anelar de seu noivo, dizendo seus votos.

Rafa: Eu Rafaela Rouch recebo-te por meu esposo a ti Aphonso Fleter e prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida.

Padre: Alguém aqui presente é contra está união? – perguntou, ouvindo como resposta o silêncio – Sendo assim eu vos declaro marido e mulher, o noivo pode beijar a noiva.

Aphonso tomou Rafaela em seus braços e beijou-a como se fosse a primeira e ultima vez, agora a felicidade era visível, Rafaela pegou seu buquê e enquanto seus convidados caminhavam em direção a entrada da igreja, Rafaela e Aphonso assinavam os papeis do casamento, estando por fim casados no civil e no religioso, a igreja agora estava vazia e ambos sorriam abobados enquanto caminhavam em direção a porta da igreja e ao saírem foram recebidos com uma linda chuva de arroz, Rafaela caminhou até sua mãe a abraçando fortemente e logo depois sua avó que sorria contente, Aphonso aproximou-se e cumprimentou sua sogra e a avó de sua esposa, após muitas felicidades os oito amigos ficaram frente a frente, caindo na risada logo depois de uma pequena encarada, estavam felizes  e era visível a felicidade daquele grupo de amigo, após cinco minutos de conversa, cada casal entrou em seu carro e partiu para o salão onde estaria sendo realizada a festa. Aphonso e Rafaela foram um pouco depois e ao chegar lá depararam-se com todos os convidados na porta do salão sorrindo, após cumprimentarem todos os convidados entraram, e dançaram a valsa do casal e na valsa dos pais, o pai de Lizandra tomou a frente de seu genro e dançou com a morena, afinal ele era o melhor amigo do pai da noiva e também padrinho da mesma, logo depois ela dançou com seu sogro e com seus três amigos, Johnny, Mateus e Liam. As horas passaram-se Rafaela jogou seu buquê e uma das convidadas pegou, pulando no pescoço no namorado que ria. A madrugada estará chegando e o casal que tinha resolvido fugir estará dentro do taxi já vestidos de forma elegante e casual, afinal iriam para Portugal onde passariam uma bela e maravilhosa semana de lua de mel. 

Phonso: Está feliz? – perguntava enquanto desciam do taxi.

Rafa: muito – sorria boba – agora só falta uma coisa para completar nossa felicidade

Phonso: o que?

Rafa: nossa filha

Phonso: nossos filhos – ambos riram.

A Viajem fora cansativa, ambos estavam cansados afinal haviam saído de uma festa onde os mesmos eram o centro das atenções, ao chegar em Portugal foram direto para o hotel, tomaram um banho e deitaram-se na cama um fitando o outro, em silêncio apenas sorrindo. Mesmos cansados eles desejavam a primeira vez, eles queriam de vez consumar o casamento. Aphonso então tomou Rafaela em seus braços a beijando ardentemente e sem ao menos questionar puxou a camisola de seda branca a deixando apenas de calcinha, ela, mas que rapidamente tirou a camiseta de seu marido e logo depois sua bermuda o deixando apenas de cueca e ali iniciaram as caricias, brincadeiras e um tanto de torturas até que enfim eles consumaram o matrimonio, tendo ali a primeira vez, não só como marido e mulher, mas como noivos, namorados, amantes. Pois em todo o tempo de namoro e noivado em nenhuma vez Aphonso tentou avançar o “sinal” tentou ir além com Rafaela, e durante sete anos esperou por ela sem trai-la. Hoje Aphonso e Rafaela dão inicio a vida conjugal, dão inicio a criação de novos planos, planos onde eles terão que tomar decisões juntos, pois assim é o casamento. E esperamos que Rafaela e Aphonso dure para sempre. 

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