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A Proposta

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Acordei no outro dia com o toque do meu celular, sentei na cama e espreguicei-me despertando-me, levantei fui até o banheiro, fiz minha higiene e me despir entrando no box, tomei um banho gelado para despertar, sair me enrolando em uma toalha, voltei para o quarto e fui até o armário, peguei minhas peças intimas vestir, peguei um short jeans preto, a blusa do colégio e uma sapatilha preta, vestir as roupas, penteei meu cabelo e fiz uma trança de lado, sair do quarto e fui até a cozinha onde mamãe tomava café com Catarina me sentei a mesa as cumprimentei, tomei meu café enquanto conversávamos, terminei e subi para meu quarto, fui ao banheiro e escovei os dentes, e logo após fiz uma maquiagem básica, sair passei perfume e peguei minha mochila colocando dentro da mesma o material certo, peguei meu celular e sair do quarto, desci e chamei por Catarina que logo chegou despedir-me de mamãe e saímos. Fomos de taxi para a escola e como o trânsito da cidade é sempre pacato não demoramos há chegar. Descemos do carro após pagarmos a corrida, e entramos encontrando nossos amigos, caminhamos todos até a sala de aula, onde ficamos conversando até o professor adentrar na sala, sentamos em nosso lugar e ele começou sua aula. A manha se passou calma e rapidamente, saímos para o intervalo e ficamos conversando e brincando, percebi que Liam e Catarina sutilmente trocavam olhares e sorrisos. Aphonso não sentou conosco, talvez estivesse me evitando devido o acontecimento da noite anterior. E aquela situação machucava-me sem alguma explicação. Após o intervalo voltamos para o fim das aulas e assim sair andando ao lado de Catarina e Liam, enquanto conversarmos sobre a festa de formatura que aconteceria dali a duas semanas. Sentei-me enfrente ao colégio há espera do taxi chamado por Catarina, a mesma conversava com Liam em pé enfrente ao portão, e os demais já haviam se dirigido a suas casas. Estava mexendo nas pedrinhas da rua quando sentam ao meu lado, olhei e era Aphonso, sua aparência era estranha, e não sabia defini-la, ficamos nos olhando por alguns poucos minutos de silêncio que logo fora quebrado por sua voz calma.

Phonso: tudo bem? – assenti

Rafa: e você?

Phonso: eu levando – suspirou e olhou para o lado – Sabe eu sei que errei demais com você, em ter feito aquela aposta principalmente, mas quero me redimir.

Rafa: Aphonso

Phonso: eu sei, eu sei, você já me perdoou – me olhou – mas isso não é o suficiente pra mim, eu quero poder te ver todos os dias, quero te beijar quando me der vontade, te abraçar, fazer planos para o futuro, eu quero construir uma vida, mas quero construí-la com você.

Rafa: Mas – interrompeu-me novamente.

Phonso: Me dá cinco dias, apenas cinco dias, pra te mostrar o quanto eu te amo, se eu não conseguir sumo da sua vida para sempre. – suspirei e o olhei

Rafa: Está bem, mas lembre-se tem cinco dias.

Phonso: obrigada – disse sorrindo – não vou te decepcionar – saiu correndo

Rafa: é disso que eu tenho medo – sussurrei vendo-o entrar em seu carro.

Catarina: Rafa vamos? – a olhei e assenti, levantando-me – esta tudo bem?

Rafa: esta sim – sorri – vamos? Ainda tenho que passar no hospital

Catarina: oh claro vamos – entramos no carro.

Fomos todo o caminho conversando sobre sua conversa com Liam, e pude perceber uma certa expectativa envolvida nessa “amizade” deles. Chegamos ao prédio pagamos o taxi e subimos para o apartamento de mamãe, chegamos no mesmo e haviam duas pessoas na sala junto mamãe e uma outra mulher, eles sorriam e riam. Lembrei-me de papai olhei para a mesinha de centro e não vi seu porta retrato ali, fui até mamãe irritada.

Rafa: Mãe – disse e ela olhou-me assustada – onde está o porta retrato do papai – ela olhou para a mesinha

Mãe: não está ali? – neguei com a cabeça – eu não sei filha, pergunte a Dora talvez ela saiba – sorriu

Fui até a cozinha e Dora estava limpando alguns vidros e algumas porcelanas, enquanto a comida estava no fogo.

Dora: Olá Rafinha – sorriu – está com fome?

Rafa: cadê o porta retrato do papai? – perguntei disparada.

Dora: está aqui querida – pegou o mesmo – tirei para limpar, estava com poeira, desculpe.

Rafa: tudo bem – dei meio sorriso – mas essa foto é minha única lembrança boa

Dora: eu entendo – sorriu – mas vai la, coloca o retrato no lugar, suba tome um banho e desça para almoçar, sua mãe estava esperando apenas você.

Rafa: Esta bem – sorri.

Caminhei até a sala e coloquei o porta retrato de volta no lugar, fui até mamãe e dei-lhe um beijo em sua testa, subir rapidamente para meu quarto, tomei um banho gelado e vestir um vestido, preto rendado, com um cinto branco na cintura, calcei minha sapatilha branca e prendi o cabelo, desci e almocei com mamãe, Catarina e seus colegas de trabalho, logo após o almoço, despedir-me deles e subi para meu quarto, fui ao banheiro escovei os dentes, fiz uma maquiagem rápida, passei perfume e peguei uma bolsa colocando o necessário dentro, desci e fui até a cozinha onde interfonei para o porteiro pedir um taxi e fui até mamãe que conversava na sala de visita.

Rafa: Licença – sorri e eles me olharam – mamãe, estou indo ao hospital

Mãe: irá tirar os pontos? – assenti – oh querida chame Catarina para ir com você

Rafa: não será necessário mamãe – sorri – além do mais, Catarina irá fazer um trabalho escolar. Eu irei e depois passarei no cemitério.

Mãe: tem certeza?

Rafa: sim – sorri – não se preocupa, qualquer coisa ligo.

Mãe: ligue mesmo – assenti e sair após dá-lhe um beijo no rosto.

Fui até o elevador e chamei, demorou um pouco, mas subiu, entrei no mesmo e apertei o botão do térreo, assim que a porta se abriu sair em direção há entrada cumprimentei o porteiro e entrei no taxi que já me esperava, dei o endereço do hospital e fomos, chegamos ao mesmo paguei e entrei, fui há secretaria e falei o porque de estar ali, esperei por cerca de vinte minutos e logo estava na sala com o doutor, conversando enquanto o mesmo examinava minha perna. Após os pontos removidos, conversamos um pouco e sair do hospital peguei um outro taxi e passei na floricultura comprando as flores, fui até o cemitério cheguei no mesmo paguei o taxi e passei por aquele imenso portão de ferro caminhando por entre os ladrilhos até chegar a lápide de papai, onde troquei as flores e sentei-me para conversa com ele.

Rafa: sabe pai o senhor faz uma falta danada – rir – queria tanto um daqueles seus abraços, daquele carinho de pai que só o senhor sabe dar. Ontem perdi aquele papel onde o senhor falava sobre a casa e não me perdoou por esse descuido. E quanto ao Aphonso, eu vou dar uma chance a ele e, por favor, papai faz dar certo;

Fiquei conversando durante horas com papai, até que vi que já era tarde demais, sair ao anoitecer junto ao coveiro que fechava o portão, joguei as flores secas no lixo e caminhei para casa, sozinha, cheguei na mesma e Catarina estava conversando com mamãe na sala, sobre vestido falei com elas e subir para meu quarto, entrei no banheiro me despir e tomei um banho gelado, sair vestir um pijama e desci, fui a cozinha jantei e logo me juntei a elas, conversando sobre o vestido da formatura, após isso assistimos a novela e mamãe subiu me deixando com Catarina, escolhemos um filme deitamos e assistimos, Catarina dormiu na metade do filme, após o filme terminar desliguei tudo e chamei Catarina que subiu logo depois, arrumei a sala e apaguei todas as luzes, subir para meu quarto fechei a porta e fechei a porta da varanda deixando apenas a cortina aberta, deitei na cama e peguei o notebook, liguei o mesmo e olhei algumas poucas coisas, mas logo desliguei, deitei a cabeça na tentativa de dormi, mas estava ansiosa, e tudo o que me vinha em mente era a proposta de Aphonso.

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