Capítulo três

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Olá, princesas! Cap. 3 saindo do forno! Espero q gostem, amores!

Dedico o capítulo à minha linda amiga e princesa Andrea Ribeiro pelo seu niver. Muitas felicidades, minha querida! Bjokas!

Amores, nosso roqueiro foi desbloqueado. Graças a Deus! Mas isso não quer dizer que vamos parar a divulgação, n é? Ele e eu contamos com vcs!

Lindas, não esqueçam de dar estrelinhas e comentar, pois isso é importante p o livro ser bem classificado, além disso, eu simplesmente amo ler a opinão de vcs. Leio tuuuudo! Rss. Então, não economizem, ok?

Gostaria de agradecer de dedicar o capítulo a todos vcs minhas lindas princesas tanto do face quanto daqui do watt.

Boa leitura e muitas bjokas!

Lani

CAPÍTULO TRÊS

Liam

Estou parado do lado de fora da casa de Mel há uns dez minutos mais ou menos. Ela havia se mudado da mansão dos Portela onde minha bruxadrasta ainda deve viver. Lúcia nunca deixou que Raul se afastasse dela e isso incomodava Melissa. Eu podia sentir em cada vez que nos vimos ao longo de seis anos que ela não era feliz tendo a sogra sempre por perto palpitando em sua vida, suas roupas, seus gostos. Isso foi mais uma coisa que tivemos em comum. Éramos dois peixes fora d’água naquela casa. A nova casa era bem bonita, localizada na Barra. Bem menor que a mansão, mas aposto que Mel é mais feliz aqui. Ela sempre foi simples. Elegante, sofisticada, mas simples. Ok. Eu estou divagando porque estou nervoso pra caralho. Jantar com mulheres não é a minha praia. Mulheres são o meu jantar. Eu não as levo em encontros românticos porque elas só servem para uma coisa: aliviar meu tesão. Só isso. Nunca foi mais que isso.

Mas eu quis fazer isso para Melissa. Isso só surgiu com uma força tamanha dentro de mim no momento em que eu estava enlouquecido e preparado para fodê-la bem duro e rápido contra a parede na cobertura. Não me pareceu certo que nossa primeira vez fosse assim, apressada. Eu aguentei por tanto tempo. Posso me torturar mais algumas horas e então, finalmente a terei. Nos meus termos.

Nós ainda conversamos, tentando ser civilizados depois do meu ataque à ela. Perguntei da sua vida pós-bastardo e foi inevitável perguntar sobre Chay, seu filho. Filho de Raul. Eu não sei ao certo como me sinto sobre o menino agora. Mas quando ela engravidou eu queria matar o meu irmão. Eu acho que ele a engravidou para prendê-la a ele e foi assim que encarei a criança. Para mim, um filho era a forma do bastardo dizer em alto e bom tom que Mel era dele. Eu acho que odiei a criança também. Sim, isso foi injusto e egoísta pra cacete porque o garoto não tinha culpa do pai que tinha, mas para mim ele chegou em um péssimo momento. Foi o período em que eu estava decidido a ter a mulher do meu irmão, nem que eu tivesse que forçá-la. Um riso cínico se abriu no meu rosto. Eu sei que não precisaria força-la. Ela era tão louca por mim quanto eu por ela. Eu devia ter fodido com ela até me fartar. Fazer do bastardo um corno na prática, porque em pensamentos eu tenho certeza que ele sempre foi.

_ Liam? Você vai descer em algum momento? _ a voz jocosa de Greg, meu segurança soou assim que a divisória da limusine foi abaixada. Eu sorri meneando a cabeça e deixei o carro. Subi os três degraus que levavam a uma varanda em estilo grego. Tomei algumas respirações antes de bater. Porra! Estou tão excitado, cheio de adrenalina como fico antes de um grande show. Meu sangue bombeia forte nas minhas veias e meu pau está em riste. Cacete! Eu estou assim desde que ela saiu da cobertura. Eu a segui até a porta e antes que pudesse reagir, já estava presa contra a porta, minha boca devorando a sua outra vez. Minhas mãos em sua bunda gostosa, apertando, puxando-a para meu pau. Comi sua boca sem cerimônias enquanto gemíamos fora de nossas mentes, parecendo animais. Levou cada grama de controle da minha parte me separar dela e abrir a porta. Seus olhos amendoados me imploravam para eu fodê-la ali e naquela hora, mas eu quis provar para mim mesmo que ainda estava no controle e, claro, eu quis pretenciosa e arrogantemente dar à minha doce Mel uma experiência memorável.  E a primeira parte é vir busca-la em casa. Vai ser um susto porque ela me disse que iria até mim. Bom, ela vai aprender que eu costumo pegar o que eu quero da minha maneira e se eu decidi cortejá-la, então eu vou cortejá-la.

Incontrolável (degustação)Leia esta história GRATUITAMENTE!