Capitulo 20
Narrado por anahi.
Não acredito que abri minha boca demais, não consigo olhar nos seus olhos, a vergonha está grande.
Como vou explicar que tive que fugir por um ano de não ser estrupada, como eu falar.
Nunca fui de me sentir assim, me sentir mal de falar na frente de alguém, sempre fui de não me abri.
Mais quando eu falava, nunca me importava com o que os outros pensariam, e se ele pensar que eu que me atirei para cima daquele homem?.
Daquele verme, eu sei o poder que a minha mãe tem em fazer as pessoas sentirem pena dela, a velha desgraçada consegue fazer com que tudo o que ela diga vire a favor dela.
Ela se faz de vítima para todos.
O que o alfonso vai pensar, falar sobre isso?.
O que esta dando em mim? Porque estou tão preucupada pelo que ele vai pensar, nunca fui de me preocupar com coisas desse tipo, nunca mesmo.
Agora estou aqui preucupada com o que ele vai pensar sobre isso, seu olhar era de pena para aquela infeliz, com certeza ele deve estar me achando um monstro, por ter colocado a desgraçada pra rua, por ter ficado feliz em ver ela precisa de mim, por estarem passando fome.
Eu realmente fico realizada quando eles me imploram por algo, isso e prazeroso demais, ver a desgraça deles.
São tantas coisas ruins que ele fizeram na minha vida, isso e pouco perto de tudo.
– zeiva leve essa senhora daqui, e diga para os seguranças para não deixa ela entra nunca mais, ouviu? Vou almoçar. — digo sem olhar nos olhos dele, e estou nervosa e tensa, não quero olhar nos olhos dele agora.
– anahi... Está tudo bem? — pergunta me abraçando por trás, e tão bom sentido tão perto.
– está tudo sim, não se preocupe, está tudo bem, agora vamos comer. — digo o beijando.
– senhor o seu celular está tocando. — zeiva entrega o celular dele, a criatura e rápida em pouco tempo já arrumou um celular.
– obrigada, fala Christian — ele atende sorrindo.
Dou leves beijos no pescoço dele, que fica rindo.
– sério irmão? Estou indo para aí, fica calmo, ela ficará bem, daqui a pouquinho estou aí. — vejo sua expressão mudar, de feliz para preucupado.
– o que aconteceu alfonso? E sério? — pergunto preucupada, sua cara não parece nada boa.
– a mãe de um amigo muito próximo, está mal, foi internada está passando por uma cirurgia delicada, vou la da um apoio. — diz me beijando.
– eu te levo, vamos de carro rapidinho.
Quando estávamos entrando no carro o infeliz do William aparece, isso acaba nos fazendo parar.
– o que você quer aqui Levy? Já não te falei que não era para vir aqui? Não te quero na minha casa — pergunto, parando na frente do alfonso, não quero que ele suje as mãos por causa de um verme desse.
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a beggar in my life Aya
Randomanahi uma mulher madura e segura de si, quando quer uma coisa corre atrás, dona de uma grande empresa de arquitetura e de uma rede de hotéis, e uma mulher amargurada, fria, não nutri sentimentos por ninguém. odeia que se intrometam na sua vida, tem...
