Capitulo 15
Narrado por Alfonso
Quando eu sai de lá, eu precisava beber, e beber muito.
Preciso esquecer tudo o que acaba de acontecer lá, não quero pensar, que acabei de perder a chance de matar aquele desgraçado.
Maldito, ainda vou colocar as minha mãos encima dele, e não vai sobrar nada, nada mesmo.
Um dia ainda terei a chance, e não vou desperdiçar.
Porque ainda vou acabar com a raça dele, pode não ter sido hoje, mais ele vai cair nas minhas mãos novamente, eu tenho certeza.
E dessa vez ele não se salvará de jeito nenhum.
Porque ele tinha que aparece justo naquele momento?
Para acabar com a minha paz, agora estou aqui com a porra de uma cachaça mas mãos pronto para beber.
Não, não posso beber agora, preciso ir ver a minha avó.
Eu prometi para ela que iria a ver hoje, e não posso deixar de fazer, eu amo aquela senhora com todo o meu coração.
A última vez que fui ver ela, a criatura inventou de chamar minha mãe de vaca.
Como uma pessoa com 93 anos, consegue ter um gênio tão forte?
Não entendo mesmo, ela também tá com a mania de ficar falando gírias.
Quase morri de rir, a última vez que fui a ver, também precisava passar na casa do Christian para tomar um banho, e ver a mãe dele.
Sempre gostei muito da dona Silvia, faz muito tempo que não nos vimos, ela sempre foi muito especial para mim.
Não era por nada que ela era madrinha da anahi, ela sempre tratou meus filhos como netos, diferente da minha mãe.
Que nunca demonstrou um afeto de carinho por eles.
Mesmo eu amado a minha mãe, ela tem defeitos que não tem como passar a mão por cima.
Tenho que conversar com ela também, sobre ela ter quase vendido o meu edifício para o William, ela vai ter que me explicar.
Sei que ela está surtando, porque o Christopher me disse que ela está furiosa, porque o dinheiro sumiu da conta dela.
Estou nem aí, ela vai me pagar por ter feito o que fez.
Ela poderia vender para qualquer um, mais optar pelo William?
Não mesmo, ela não se importou com o que eu quero, como o meu sofrimento.
Ele queria vender para um assassino.
Como ela pode ter feito isso, se não fosse a loira, a nova dona, agora seria ele, o desgraçado que tirou os meus filhos de mim, que matou três inocentes.
Ele e um desgraçado, que ainda vai me pagar caro.
Toco a campainha, e o aloprado do Christian abre a porta.
– EAI irmão, entra — fala enquanto me abraça — o Christopher tá aí também.
– legal, vim tomar um banho, você me disse que tinha buscado as minhas roupas na minha casa — digo me jogando no sofá — e a sua mãe? Está bem?.
– tá lá dentro, acho que está dormindo, depois de ter passado a tarde encomodando o Christopher — diz me jogando as roupas por cima.
– e aí fosse ver a nossa avó novamente? Poncho.
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a beggar in my life Aya
Randomanahi uma mulher madura e segura de si, quando quer uma coisa corre atrás, dona de uma grande empresa de arquitetura e de uma rede de hotéis, e uma mulher amargurada, fria, não nutri sentimentos por ninguém. odeia que se intrometam na sua vida, tem...
